Artigos e Dicas
  • luxo é poder se dedicar às coisas simples da vida
    • O luxo é poder se dedicar às coisas simples da vida
      O empresário Filinto Moraes abriu seus negócios ao lado de casa para poder andar a pé e tirar um cochilo depois do almoço.
      Há exatos 20 anos, antes de partir para os Estados Unidos e assumir o comando de uma empresa de trading, o paulista Filinto Moraes, 53 anos, jurou que teria outra vida quando voltasse ao Brasil. “Não quero perder mais de três horas do meu dia no trânsito. Vou trabalhar perto de casa e ter mais tempo livre.” Foi o que fez. De volta ao país em 2001, abriu o restaurante Payard no mesmo bairro onde morava e, em 2003, duas lojas na área de gastronomia no Shopping Iguatemi, no bairro dos Jardins, em São Paulo, a dois quarteirões de casa.

      O máximo que se desloca de carro é por um trajeto de sete minutos até a cozinha industrial. “Hoje posso me dar ao luxo de nadar três vezes na semana, ir almoçar a pé, comer a comidinha caseira preparada pela cozinheira e ainda dar uma cochilada de uns 15 minutos”, afirma. “É um momento só meu, de puro relaxamento, não atendo nem o telefone.”

      Com maior qualidade de vida ficou bem mais fácil para o empresário encarar uma rotina de dez horas de trabalho por dia, sem perder o humor e o pique. “Livrar-me do trânsito foi o meu maior ganho”, diz. Moraes se prepara para dar uma guinada nos negócios. Uma de suas lojas do Iguatemi, a butique de chocolates da marca Payard, dará lugar a um espaço gastronômico com cardápio rápido e natural que inclui, também, a grande especialidade da casa, os doces. “Quero que as pessoas desfrutem todos os dias da boa alimentação”, afirma.

      O QUE FALTA CONQUISTAR
      “Meu sonho é aprender a meditar — isso exige muita dedicação. Mas, antes, gostaria de poder abrir o jornal pela manhã e deixar de encontrar a cada dia um novo escândalo da nossa política.”
  • Frente Parlamentar do Varejo: Representatividade e Diálogo
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      O comércio é uma das principais atividades da economia brasileira, mas, historicamente, ressente-se de maior representatividade política e parlamentar. Estamos presentes em todas as localidades do país, das grandes metrópoles às mais remotas vilas e figuramos entre os segmentos que mais geram empregos, com a vantagem de oferecer a primeira oportunidade de trabalho para jovens sem maiores qualificações. Somos responsáveis pela distribuição de bens e serviços para milhões de brasileiros e geramos uma quantidade fantástica de tributos. Falta-nos, contudo, ressonância nas esferas legislativas federais – Câmara e Senado. E aqui é importante ressaltar que não perseguimos a representação focada apenas no corporativismo setorial, na defesa cega de interesses exclusivos.

      Temos a convicção de que nossas propostas beneficiam grande parte da sociedade brasileira, em aspectos como a defesa da livre iniciativa, a justiça tributária, a manutenção do modelo econômico baseado nas micro, pequenas e médias empresas, investimentos que viabilizem nossa inclusão no mercado globalizado, entre tantos outros. E é com essa pauta de defesa dos interesses nacionais que estamos solicitando a adesão de deputados federais e senadores para a formação da Frente Parlamentar do Varejo, na expectativa de contar com 180 assinaturas até o final de junho. Já contamos com expressivas demonstrações de apoio, mesmo quando se trata de deputados cuja origem não é o comércio, todavia reconhecem a estratégica importância do setor para a economia brasileira.

      Com essa Frente Parlamentar teremos espaço e pessoas dispostas a debater os assuntos mais cruciais do varejo e do meio empresarial, desde o encaminhamento, a tramitação pelas comissões até as votações nas duas Casas ou na derrubada de vetos. Nosso setor passará a ter porta-vozes e negociadores, o que proporcionará maior acesso e diálogo também em outros Poderes, caso do Judiciário e do Executivo. Essa representatividade, cabe lembrar, já ocorre nos estados e em muitos municípios, onde as CDLs e Federações desfrutam de privilegiado relacionamento com prefeitos e vereadores, governadores, secretários e deputados estaduais. Agora, o desafio é nacionalizar tais ações. Enfim, será um passo digno de figurar na história. E que nos remete a melhor reflexão no momento do voto das próximas eleições, escolhendo candidatos que nos representem e sejam um canal de diálogo com as entidades lojistas.

      Abraços.

      Roque Pellizzaro Júnior
      Presidente da CNDL
  • A carga tributária e o serviço público - Por Otacílio Peron
    • O Brasil tem um sistema tributário injusto e complexo. Enquanto o resto do mundo reduziu a tributação sobre as empresas para estimular o crescimento, o Brasil vem elevando a mesma a cada dia.

      Só para se ter uma noção, entre 1995 e 2005, a carga tributária passou de 28,5% para 37,2% do PIB, estando aí um dos principais motivos que tiram o Brasil da preferência dos investidores internacionais: a excessiva tributação, que é maior do que países como o Chile, China, Índia, México e Rússia.

      Um estudo do IBPT, nos mostra que o contribuinte brasileiro, para quitar os tributos Federais, Estaduais e Municipais, (impostos, taxas e contribuições) na década de 70, trabalhava 82 dias, já em 2006 teve que trabalhar 145 dias, praticamente o dobro.

      Não há quem suporte esta situação pacificamente, principalmente quando se faz um comparativo com o péssimo serviço público, o que faz o contribuinte gastar ainda mais para socorrer-se com os serviços prestados pela iniciativa privada. Para aquisição desses serviços, o comprometimento familiar (casal e dois filhos), na década de 70, era de 7%, o que correspondia a 25 dias de trabalho por ano; nos anos 80 foi de 12%; e em 2006, chegou-se a 113 dias trabalhados.

      Esperamos que o Governador Blairo Maggi, um homem tido e havido como administrador de visão, não deixe passar a oportunidade de dotar o Estado com uma boa Lei para o Super Simples, a exemplo de São Paulo e Rio de Janeiro, que até ampliaram o limite do Simples Nacional. Isto é vital para o comércio e bom para o Estado.

      Já passou da hora de fazer uma reforma tributária séria, eficiente e global, e não apenas uma mera divisão da arrecadação entre União, estados e municípios. “Espíritos fortes são movidos por propósitos dinâmicos”. Se cada um fizer como o beija-flor que carregava água para apagar o incêndio da floresta, com certeza, juntos chegaremos lá.



      OTACÍLIO PERON é advogado da CDL e FCDL
  • A união faz a força na economia local
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      Para resistir à crise financeira internacional e ao monopólio das grandes empresas, pequenos e médios estabelecimentos dos Estados Unidos e da Inglaterra estão apostando no trabalho em equipe. São campanhas que oferecem vantagens para que o consumidor utilize mais o comércio local.
      Uma iniciativa da cervejaria britânica Scottish & Newcastle resolve dois problemas do país: a ineficiência do sistema de entrega dos correios e o baixo movimento registrado nos pubs. Por ano, o correio inglês falha 40 milhões de vezes na primeira tentativa de entrega, enquanto 52 pubs fecham por semana devido à recessão.
      A solução? O site UseYourLocal, um serviço que utiliza os tradicionais bares ingleses para receber e enviar encomendas. A parceria entre os correios e a cervejaria diminui os custos de reenvio - que estavam alto para os correios -, agiliza o processo de entrega e ainda aumenta o fluxo de pessoas e o consumo em bares locais. O funcionamento é bem simples.
      Para receber uma encomenda basta:
      - Cadastrar-se no site
      - Escolher o pub
      - Registrar o pacote
      - Ao fazer a compra pela internet, colocar o endereço do bar para a entrega e um código de rastreamento fornecido pelo site
      - Quando o embrulho chegar ao destino, é enviado um e-mail para que você vá buscá-lo
      Para enviar uma encomenda é só:
      - Cadastrar-se no site
      - Escolher o pub
      - Registrar o pacote
      - Imprimir as etiquetas que o site fornece e colá-las no embrulho
      - Colocar no correio normalmente
      - Quando o embrulho chegar ao destino, é enviado um e-mail para que o destinatário vá buscá-lo no bar de destino
      - Assim que a encomenda for coletada, é enviado um e-mail avisando a finalização do processo
      O registro é gratuito para os clientes e os pubs pagam uma anuidade de 50 libras esterlinas (cerca de R$ 150) para fazer parte do serviço, ganhando um site próprio, um e-mail para envio de notícias e ofertas para clientes locais e um kit de ponto-de-venda para receber os pedidos.
      O site deixa a seguinte mensagem: “Na UseYourLocal, realmente acreditamos que bares e clubes locais podem ser uma verdadeira força para o bem de nossos municípios, vilas e cidades, e esperamos que isto seja apenas a primeira de uma série de grandes ideias destinadas a encontrar soluções criativas para ajudar nossas comunidades locais a voltarem à vida”.
      Para quem lê em inglês, vale conferir a reportagem da CNN Money “O pacote de estímulo das pessoas”, que mostra diferentes campanhas populares para o incentivo à economia local, chamadas de “Buy Local” (que significa “compre no comércio local”). O objetivo é educar os clientes sobre o poder que suas compras tem de moldar o cenário de seu comércio local.
      Na cidade de Plymouth, em Michigan, Estados Unidos, existe o Projeto 3/50 (”3/50 Project”), que incentiva os moradores a escolher três lojas para gastar US$ 50 (cerca de R$ 90) por mês nelas. Em várias cidades norte-americanas existe a Semana dos Independentes (Independents Week) - normalmente no feriado da independência (4 de julho) -, quando são feitas promoções e atividades para aumentar o fluxo de pedestres no centro comercial.
      A reportagem cita uma pesquisa de um instituto local para mostrar o poder de iniciativas como estas. Os dados mostram que, durante a temporada de compras das férias de inverno deste ano, as vendas dos pequenos comerciantes diminuiu 5,6% em relação ao ano passado. Mas em cidades com campanhas “Buy Local” houve queda de 3,2%.
      O sucesso destas iniciativas mostra que pequenas e médias empresas podem vencer mais facilmente a crise e o mercado cada vez mais competitivo se trabalharem em conjunto. Será que os pequenos e médios empresários brasileiros não poderiam estar investindo mais nisso?
      # Fonte: Site Pequenas Empresas Grandes Negócios
  • Aceita Cheque? *Luiz Augusto Victorino Alves Corrêa
    • Na virada de 2007 para 2008 tivemos uma mudança nas regras do setor financeiro. O governo não conseguiu reeditar a CPMF e, para não perder a famigerada sanha de arrecadar impostos, aumentou a alíquota de IOF. Com isso, de um dia para outro as operações de crédito por cartão, financiamentos bancários, cheques especiais e financeiras tornaram-se mais onerosos.

      Nesse novo cenário, o cheque pré-datado ganhou musculatura e tornou-se a mais barata forma de se financiar uma compra.

      A edição 921 da conceituada revista Exame (02/07/08) relata que o cheque (pré-datado ou especial) é a 3ª opção de consumidores de baixa renda¹ na obtenção de crédito, justamente a fatia de consumidores que mais cresce no país. Essa modalidade perde apenas para o crediário de loja e para o empréstimo bancário (em 4º lugar ficam os cartões de crédito e em 5º, as financeiras).

      Mesmo diante desse quadro, ainda há alguns estabelecimentos comerciais que não aceitam cheque em qualquer hipótese. Essa recusa em vender no cheque, por vezes se deve ao receio de o consumidor não honrar os compromissos assumidos.

      Critérios corretos na aceitação de cheque (consulta ao SPC, solicitação de documento, não aceitação de cheque de terceiros etc.) e uma boa análise de crédito nos casos dos cheques pré-datados, tornam os riscos irrisórios. A não aceitação de cheque é simplesmente a recusa ao atendimento de uma importante fatia de consumidores.

      Nos casos do cheque pré-datado, o baixo custo para o consumidor e a pouca burocracia, pela facilidade de consulta aos serviços de informação, são um grande aliado na fidelização e uma certeza da satisfação do cliente.

      [1] Fonte: Consultoria Roland Berger, Exame 921 pg. 112. Pesquisa para consumidores com renda de três a seis salários mínimos.


      *Luiz Augusto Victorino Alves Corrêa é coordenador comercial da CDL Cuiabá
  • ALCANCE SEUS OBJETIVOS




    • Ninguém atinge nenhum objetivo sem antes tê-lo definido minuciosamente em sua mente através de um planejamento adequado.

      Defina as suas metas

      NIinguém atinge nenhum objetivo sem antes tê-lo definido minuciosamente em sua mente através de um planejamento adequado.
      A grande maioria das pessoas que desistem de um objetivo o fazem por não alicerçar sua trajetória em metas pré-definidas. Para se atingir um objetivo; além de traçar metas coerentes, temos que embasá-lo em uma razão nítida. Todo objetivo deve ser justificado em uma razão de existir. Pense porque você quer mais dinheiro, por exemplo. Se não tiver uma razão específica, seu objetivo de ter mais dinheiro não está solidamente fundamentado e não impulsiona as forças capazes de auxiliá-lo no processo criativo. Sem razão não há emoção e sem sentimento não haverá energia para persistir, persistir até vencer.









      Persista, persista até vencer
      Imediatamente após tomar a firme decisão de perseguir um determinado objetivo, não volte atrás em sua nova atitude. O universo é rápido e dinâmico e, se quisermos estar em sintonia com as forças cósmicas criadoras, devemos aprender a cultivar uma fé inabalável na realização dos nossos propósitos. Todas as grandes religiões ensinam isso. A ideologia cristã preconiza que devemos persistir até o fim. O final representa a realização de algo que iniciamos através de um projeto bem definido. As pessoas que alcançam objetivos são aquelas que mesmo sabendo da possibilidade da derrota, não a temem a ponto de estagnar ou retroceder diante do novo que desponta quando perseguimos um objetivo. Quem realiza sonhos são geralmente aqueles que não têm medo de se comprometer, compreendendo que a vitória pertence àqueles que tem a coragem para correr os riscos e com capacidade e responsabilidade para assumir compromissos e lutar por seus objetivos.









      Aja positivamente
      Após formular um objetivo, planejá-lo e apresentá-lo ao Universo, espere confiantemente, sabendo que na dança cósmica das vibrações, tudo o que emitimos, retorna a seu tempo, multiplicado. Acredite que aquilo que nasce a partir do mundo das idéias, segue seu caminho de gestação, num processo criativo infalível. Idéias motivadas são como sementes plantadas no grande jardim cósmico: germinam, crescem, florescem e produzem frutos a seu tempo. Agir positivamente, significa cultivar permanentemente a esperança e a certeza da inexorabilidade das Leis Universais. Acreditar que as sementes positivas dos seus nobres ideais não perecerão se encontrarem um terreno fértil. Acredite: você é um semeador, o universo é o grande jardim e a colheita será apenas uma conseqüência do cultivo persistente, em um solo propício, adubado com esperança e fé.









      Acredite e aja positivamente.
      Fé e ação são os elementos necessários no lento labor daquele que se dedica a semear sonhos e estabelecer metas. Esse verá seus verdadeiros objetivos plenamente realizados.









      Procure o crescimento de seu ser, como um todo
      Estude coisas novas, analise novas idéias que surgem de diversas correntes de pensamento acerca da condição humana. Leia novos livros e não se prenda a uma ideologia hermeticamente fechada, abra-se para novas experiências, sem medo e sem culpa, reconhecendo que o Universo está em constante mutação e em um processo contínuo de expansão. Tudo aquilo que o prende a um estado de coisas, corta o fluxo de crescimento perene do universo.
  • ano novo vida nova
    • Estamos no segundo mês do ano de 2009 e o balanço do que foi feito em 2008 deve ser reflexivo por todos os concidadãos, empresas, municípios, pais afora. Este balanço, entretanto, não deve constar apenas às conquistas materiais, que por sua vez não deixam de ser importantes, mas, também, as espirituais.
      Após os festejos do ano novo, temos a mania de programar ou projetar, imaginariamente, tudo aquilo que pretendemos fazer durante o ano que se inicia. Planos e mais planos são feitos. Se eles serão realizados ou não, aí já são outros quinhentos. Os obstáculos serão, como sempre foram, nossos problemas. Vencê-los, portanto, é ou será sempre um desafio. O intento de cada um é promover “felicidade”, “contentamento”, adquirir e aprimorar conhecimentos, trabalhar com dignidade, conservar a boa saúde e, se possível for, curtir intensamente os momentos de lazer.

      Mas..., chega um mês, chega outro mês, e... mais um... então nos perguntamos: o que é que foi que eu fiz até agora para realizar os meus sonhos? Ao fazer essa pergunta nos deparamos com uma série de interrogações, mas também podemos chegar à conclusão de que o saldo foi positivo. Então veremos que tudo aconteceu por conta de uma árdua dedicação, competência e perseverança. É nesse exato momento que nosso espírito se revela: o ato da(s) conquista(s) se deu(ram) por vias que a humildade percorreu. Nesse momento, sem titubear, devemos olhar para o céu e agradecer a Deus. É, se ainda sobrar mais uma lágrima de humildade, perpetuar o agradecimento pelos desacertos, num reconhecimento de que o erro é humano, e que se aprende com ele. É sempre bom lembrar que é com a força de Deus que a alma se manifesta agradecida e confortada pela graça alcançada ou não.

      Se formos fazer uma retrospectiva, com relação aos acontecimentos do ano que passou, veremos que os problemas são os mesmos e que eles se repetem, podendo ser ou não mais perniciosos, o que, via de regra, hão de dificultar sua resolução. Por consequência as situações complicadas devem servir para nos forçar à criatividade, à competência, à ambição sem egoísmos, a aceitar a competitividade desde que ela seja leal. E quando se fala em lealdade, se fala em trabalho honesto. É aí que entra a política.
      A política não se encontra ou não procura encontrar um ponto de convergência que amenize as necessidades do povo. Seja qual for a esfera governamental, quando um desses setores não funciona a contento, a sociedade é quem padece. Dessa forma ela, a sociedade, se sente impotente, desanimada e, sem poder fazer nada, vê tais dificuldades intercederem de forma direta ou indiretamente nos seus planos, pois deixa de depender de si próprio.
      Como uma condição de “ação e reação”, a corrupção agrava-se mais e mais apoiada em leis que não têm compromisso com a verdade e/ou com a justiça. Ora, se a sociedade sabe que seus planos, ou parte de seus planos, dependem de decisões políticas, por que não admitir que temos nossa parcela de culpabilidade, uma vez que fomos nós quem escolhemos nossos representantes? Quando a sociedade começar a Pensar dessa forma, já estará dando um grande passo para iniciar a realização de seus sonhos. Portanto, fazer uma retrospectiva dos acontecimentos do ano que passou, carece, também, à análise de nossos comportamentos. Qual foi a nossa participação nisso ou aquilo?, onde foi que erramos, e assim por diante. Feito isso, independentemente de quais sejam os obstáculos, com certeza, boa parte de nossos problemas serão resolvidos e nossos sonhos menos críticos.

      Anos atrás, escrevi e foi publicado neste jornal, o artigo “Ano novo, farsa velha”. Fiz um relato sobre as mesmices que perduram no dia-a-dia sem qualquer justificativa. Se por um lado o poder público ignora as necessidades dos menos favorecidos, a contra-partida fica por conta da sociedade que faz do comodismo um forte aliado de sua conseqüência. Se é que é verdade, tal fator caracteriza pela irresponsabilidade inconseqüente, presente em cada um de nós.

      Se estou certo quanto aos meus utópicos pensamentos, quero continuar acreditando que minhas realizações serão contempladas a partir do momento em que eu me responsabilizar pelos meus atos e pensamentos, onde o agradecimento a Deus não seja somente prefácio muito menos epílogo, mas contínuo. Aí, então, saberei que minhas realizações contempladas por horizontes fotográficos tão maravilhosos, que somente os olhos do coração poderão externar: Feliz 2009!!! sarava! Que eu vou em frente.


      Gilson Nunes é jornalista e técnico de T.I.
      gnunes01@yahoo.com.br



      Fonte: Gilson Nunes
  • Ao abrir uma empresa, o ideal é largar o emprego logo no começo do negócio?
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      Delegar o início de um projeto para uma equipe contratada pode manter o empreendimento na mesmice.

      Por Daniel Heise*
      “Estamos abrindo uma empresa na área de RH e temos uma dúvida. Eu e meus dois sócios temos emprego fixo. Devemos largar o emprego e nos dedicar integralmente à empresa ou é mais adequado, neste começo, colocar uma pequena equipe para tocar o dia-a-dia e só sair do emprego quando a empresa começar a ter clientes?”
      Luciano Muchiotti

      A pergunta envolve algumas questões cruciais para o sucesso de um novo empreendimento. A primeira, e acredito que a principal delas, é a questão da sociedade. Já vi muitas brigas acabarem com sonhos por conta de desentendimentos que nasceram (mas não se revelaram) nessa fase inicial. Não acredito em delegar o início de um projeto para uma equipe contratada. Ou os fundadores se envolvem de cabeça ou o negócio ficará aguardando, moribundo, esse comprometimento.

      Não escutamos sempre que os negócios são as pessoas? Um negócio com os fundadores é uma coisa, com uma equipe contratada é outra bem diferente.

      A grande dificuldade é chegar a uma acordo se nem todos os sócios podem ou querem largar o emprego. Nessa hora a dica é pensar nos cenários negativos e discutir como ficariam as coisas se eles acontecessem. Não serve ficar só pensando que tudo vai dar certo, nunca dá. E se um desistir de largar o emprego? Ele devolve a participação?

      Uma boa forma de solucionar isso é utilizar o que os gringos chamam de "vesting". Isso significa que cada sócio fundador que não investir dinheiro só será mesmo dono de suas quotas na medida em que se dedicar integralmente ao negócio. Se não puder, tem que investir. Sem trabalho e sem investimento = sem participação. O prazo comum usado para o vesting é de quatro anos, sendo 25% da participação para cada ano. Ou seja, imaginemos uma sociedade com três sócios com 33% cada. Esses 33% são divididos em quatro, o que dá 8% para cada ano. Se um sócio trabalha apenas um ano no negócio e depois desiste, ele fica com os 8%, depois de dois anos fica com 16% e após os quatro anos fica com os 33%. As quotas que sobrarem podem ser dividas após os quatro anos na proporção que ficaram os sócios depois desse período.

      Alguns argumentarão: "e o valor da ideia inicial?", "justo o sócio que deu a ideia no começo é o que não pode se dedicar". Bem, infelizmente o valor da ideia inicial é geralmente muito superestimado. Quase todo negócio acaba se modificando sensivelmente depois do começo. As pessoas que tocam vão aprendendo mais sobre o mercado e as necessidades dos clientes e vão guiando o projeto para o rumo certo. Pode se estabelecer que o sócio que deu a ideia fique com uma participação por isso, mas não deveria ser nada muito maior do que 10% ou 20%.

      Com um acordo de "vesting" muitos problemas podem ser evitados, vale a pena uma boa discussão antes do que uma péssima briga depois.

      A segunda questão sensível sobre o tema é a questão ética com os atuais empregadores. Tem que se tomar muito cuidado para se certificar que não haverá nenhuma violacão de direitos e obrigações na relação de emprego. Dessa forma não só se preserva a integridade de todos, como evita-se que, no futuro, algum dos atuais empregadores possa ter um direito legítimo sobre algo criado na nova empresa. Dentro do possível, a transparência é a melhor solução para evitar futuros constrangimentos.

      Por último, acho importante destacar a importância do alinhamento com os familiares de cada sócio. Cada um precisa se certificar que seu círculo íntimo compartilha dos planos e apoia a iniciativa. Embarcar numa mudança dessas sem o apoio em casa não é nada fácil e pode comprometer o sucesso de todos.

      Novamente, a transparência é a solução ideal. Se você não sabe a situação de seu sócio nesse quesito, trate de perguntar logo. Não se esqueça que vocês passarão muito tempo juntos e empreender com alguém é bem mais intenso do que ser apenas um colega de trabalho.
      * Daniel Heise é empreendedor em série e sócio-fundador do Grupo Direct
      E-mail: dsheise@gmail.com
      Blog: www.aprendendoempreendendo.com
      Twitter: @dsheise
      # Fonte: Site Pequenas Empresas Grandes Negócios
  • Aprenda a dar descontos sem prejudicar sua marca
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      Nada mais atraente para o consumidor do que uma loja com um grande aviso de promoção logo na vitrine. Os descontos podem ser um bom chamariz para novos clientes. Ainda mais em uma época de recessão, quando boa parte das pessoas aprenderam a tomar cuidado com seus hábitos de consumo.
      Por outro lado, dar descontos desenfreados pode ter um efeito bem negativo no seu negócio. Além de correr o risco de desvalorizar sua marca, tem o perigo de que suas margens de lucro caiam muito.
      Como não dá para abrir mão do artifício do desconto, a versão eletrônica da BusinessWeek traz algumas dicas para baixar os preços sem prejudicar os negócios.
      Confira:
      1. Descontos Limitados
      Não dê descontos muito frequentes nem os mantenha por muito tempo. Eles podem ser viciantes!!! Segundo a BusinessWeek, um exemplo disto é o que acontece com redes varejistas. Algumas delas, principalmente no setor de vestuário, realizam tantas promoções e queimas de estoque que acostumam o consumidor a só comprar nestas épocas.
      2. Descontos Críveis
      Nada de reduções de outro mundo no preço dos seus produtos!!! O consumidor tem que encarar as promoções como uma oportunidade muito boa de uma loja que se importa com ele, e não como um sinal de desespero para acabar com um estoque! Produtos com um desconto muito grande podem perder a credibilidade junto ao cliente.
      3. Descontos Criativos
      Uma boa ideia pode ser aplicar descontos para produtos específicos dentro da sua loja. A BusinessWeek citou como exemplo uma loja de videogames que, durante o auge da crise, disponibilizou a venda de jogos usados, que já teriam naturalmente um preço mais baixo.
      E no seu negócio? Você costuma promover descontos com frequência? E estas promoções ajudam ou atrapalham as vendas?
      # Fonte: Site Pequenas Empresas Grandes Negócios
  • assédio moral
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      O assédio moral tem sido um tema muito discutido na atualidade, em virtude de estudos realizados cientificamente comprovando-se que as pressões do cotidiano têm influenciado na vida dos indivíduos, gerando stress e vários outros problemas de saúde, podendo levar à incapacidade laborativa ou até mesmo à morte.
      Diferentemente do assédio sexual onde existe a conotação sexual da pretensão, o assédio moral caracteriza-se muitas vezes pela “tortura psicológica” como cita a juíza Sônia das Dores Dionízio, da 17ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho de Vitória (ES), “destinada a golpear a auto-estima do empregado, sobrecarregando com tarefas inúteis”.
      Outros efeitos também, seriam as sensações de medo, isolamento, humilhação e insegurança sentida pelos empregados diante de um chefe ou uma equipe cruéis, o que certamente já foi sentido em menor ou maior grau, pela maioria dos trabalhadores.
      Vários doutrinadores conceituam assedio moral, dentre eles afrancesa Marie-France Hirigoyen (que já escreveu sobre o assunto) “como sendo uma conduta abusiva (gestos palavras, comportamentos, atitudes...) que atente, por sua repetição ou sistematização, contra a dignidade ou integridade psíquica ou física de uma pessoa, pondo em perigo sua posição de trabalho ou deteriorando o ambiente de trabalho”.
      Tal fenômeno não era reconhecido, nem tão pouco prevenido, eis que confundido com os problemas do mundo moderno, tais como: stress, conflito natural entre colegas, agressões pontuais. Mas o quadro começou a ser alterado com os avançados estudos de Heinz Leymann, psicólogo do Trabalho sueco, que definiu o assédio moral como sendo “a deliberada degradação das condições de trabalho através do estabelecimento de comunicações não éticas (abusivas) que se caracterizam pela repetição por longo tempo de duração de um comportamento hostil que um superior ou colega(s) desenvolve(m) contra um indivíduo que apresenta como reação, um quadro de miséria física, psicológica e social duradoura”.
      Até então existiam apenas regulamentações normativas, na maioria das vezes no âmbito municipal, ou de alguns estados, adiantando-se em resguardar direitos dos trabalhadores, por exemplo: Lei sobre assédio moral de Cascavel (PR), iniciativa do vereador Alcebíades Pereira da Silva – PTB; Lei contra assédio moral de Guarulhos (SP), iniciativa do vereador José Luiz Ferreira Guimarães – PT; Lei contra assédio moral de Iracemápolis (SP), primeira lei brasileira que protege o cidadão contra assédio moral, Projeto de lei na Câmara Municipal de Amparo (SP), iniciativa do vereador Dimas Marchi; Projeto de lei na Câmara Municipal de Cruzeiro (SP), iniciativa do prefeito Celso de Almeida Lage, dentre outros.
      Porém, não se trata de um fenômeno novo sendo tão antigo quanto o próprio trabalho, sendo que a jurisprudência pátria tem percebido a necessidade de resguardar juridicamente os bens ofendidos, adaptando-se às novas exigências sociais de valorização humana.
      Em levantamento realizado em 2006 pela ministra do Colendo TST, Maria Cristina Peduzzi indica que o tema, embora ainda recente, já foi examinado por quase todos os 24 TRT’s, e que a partir de 2005 ocorreu um substancial aumento, especialmente nas regiões Sul e Sudeste. “Os fatos mais recorrentes são a inação compulsória – quando o empregador se recusa a repassar serviço ao empregado –, humilhações verbais por parte de superiores (inclusive com palavras de baixo calão), coações psicológicas visando à adesão do empregado a programas de desligamento voluntário ou à demissão”, ressalta a ministra.
      Em recente decisão, a 4ª Turma do TRT da 9ª Região considerou com assédio moral no ambiente de trabalho não permitir a prestação de serviços do trabalhador ao empregador, durante a vigência de contrato de trabalho. Segundo o relator (Juiz Luiz Celso Napp), a inatividade forçada "teve como objetivo isolar o empregado do processo produtivo, acarretando-lhe sentimentos de inferioridade e humilhação perante a comunidade acadêmica, rebaixando a auto-estima do trabalhador, atitude essa que evidencia um dano de ordem moral, por afetar a honra, a dignidade e a integridade psíquica (...), abalando sua imagem no mercado de trabalho e dificultando a sua convivência social". O acórdão da 4ª Turma condenou o empregador por danos morais ao importe de R$ 20 mil. TRT-PR 18056-2004-006-09-00-1 (RO).

      # Fonte: Por Wilson Claudio da Silva - OAB/PR 23.812 e OAB/MT 11.316-A
      # Autor: Por Wilson Claudio da Silva - OAB/PR 23.812 e OAB/MT 11.316-A
  • Atenção a consórcio para exportação
    • Desde 1997 vimos batendo na tecla da criação de consórcios, em diversos setores. E sustentando que esta é uma das duas maneiras práticas de se inserir as pequenas e médias empresas no comércio exterior. A outra é através de Trading Company, sendo desnecessário se comentar a respeito, já que sua atuação é bastante conhecida. É de conhecimento geral que as pequenas empresas, em vários países, principalmente dentre os mais desenvolvidos, representam parcela considerável do comércio exterior. E sabemos que no Brasil elas representam pouco. Segundo avaliações de nossos experts elas perfazem cerca de 3% em valor. A quantidade total de exportadores gira ao redor de 17 mil, num universo de mais de 5 milhões de empresas. Outro dado infeliz é que apenas umas 200 empresas representam cerca de 70% de nosso comércio exterior.

      Não se pode crescer no comércio internacional mantendo esses números. O resultado é o nosso constrangedor volume de exportações, de cerca de 10% do PIB, representando irrisórios cerca de 1% do comércio mundial, que nos acompanha já há muitos anos. Principalmente que já representamos 2,37% em 1950.

      Para nós que participamos do consórcio da criação da exportação de frangos congelados em meados da década de 70, é uma tristeza ver que outros produtos não conseguem ter o mesmo destino, iniciando a sua exportação ou incrementando-a. E sem poder ter o sucesso que o nosso teve, partindo de nenhuma exportação para os atuais 3,3 milhões de toneladas de penosas, com quase US$ 5 bilhões. Em 2008, 3,3 milhões de t e quase US$ 6 bilhões.

      Já que não funcionaram os que foram tentados, seria útil voltar ao passado e resgatar um pouco da nossa história. De modo a reduzir a herança maldita de um país sem memória. E de forma a nos tornarmos, algum dia, um player de peso no mercado internacional.

      E como ele deve funcionar? A nós parece indispensável, como participante do mais bem sucedido, a União dos Exportadores de Frango (Unef), obediência aos requisitos:

      1) a primeira coisa é que não poderá ser de infinitas empresas, mas de um número máximo de 10 a 15 empresas e, obviamente, de desenvolvimento mais ou menos homogêneo.

      2) deve ser democrático, ou seja, deve prevalecer a vontade de todas.

      3) a participação acionária deve ser igualitária entre as empresas, independente do tamanho e participação de cada uma.

      4) a participação, quanto à parcela do produto a ser exportado, deverá ser de acordo com a capacidade de produção de cada uma. Esta parcela deve ser definida em reunião antecipada, de preferência para um futuro de médio prazo como alguns meses, para orientar as vendas futuras.

      5) O esforço exportador e de união do consórcio deve ser contínuo, e não deve ser dirigido ao sabor do mercado, ora externo ora interno, dependendo das condições de preço oferecidas. Conquistar um cliente é muito difícil e que reconquistá-lo é quase impossível.

      6) A rivalidade deve ficar restrita ao mercado interno. A união no campo externo deve ser total e as empresas devem agir, dentro do consórcio, como hermanitos, e nunca queimarem-se na perigosa fogueira das vaidades.

      7) A produção deve ser, de preferência, uniforme, e é bom que se tenha marca única. Embora os exportadores sejam os próprios produtores, sendo o consórcio um escritório central de vendas, é como se o fabricante fosse único.

      Era assim que funcionava a mãe dos consórcios, a Unef. E é por isso que ela deu certo. E o Brasil é hoje o maior exportador mundial de frangos, com 45% do mercado planetário.

      A Unef não existe mais, foi extinta em 1985, após cumprida sua missão histórica. Ninguém que exporta milhões ou bilhões de dólares, como nossos dois principais exportadores, precisa de um escritório central de vendas. Mas o exemplo ficou, e se deu certo com um produto certamente daria com outros.

      É preciso registrar que o consórcio não deve ser encarado como a salvação da lavoura, ou da granja. Em virtude dos pontos colocados acima, existe sempre a possibilidade do consórcio não ser bem sucedido se não for bem administrado.

      Os consórcios de exportação devem voltar para ajudar o Brasil a melhorar o comércio exterior.

      *Editorial DCI
  • Avaliar o grau de satisfação dos clientes
    • Avaliar o grau de satisfação dos clientes, principalmente se o mesmo for realizado de forma periódica, pode oferecer informações importantes para a melhoria na prestação de serviços de qualquer empresa.

      A satisfação possui um papel importante dentro do processo de decisão de escolha por uma empresa prestadora de serviços ou de bens de consumo. De acordo com o modelo de decisão de compra desenvolvido por Engell, Blackwell e Kollat, onde o processo se inicia com a identificação de um problema (necessidade de aquisição de um bem ou serviço), passa pela busca de informações (primeiro as internas: os locais que comprou anteriormente, que conhece ou pelo menos ouviu falar e, em alguns casos, as informações externas: através dos meios de comunicação, grupos de referência, etc.), avalia as alternativas (de acordo com as suas necessidades específicas: preço, qualidade, estrutura, proximidade, condições de pagamento, etc.), escolhe uma empresa (efetiva a compra) e logo após, faz a análise pós-compra. É nessa última fase da análise pós-compra, que acreditamos residir a importância de se mensurar o grau de satisfação do consumidor. Na análise pós-compra, o consumidor vai formar uma opinião, em muitos casos definitiva, sobre uma determinada empresa. É nessa fase que ocorre a dissonância cognitiva, que pode ser caracterizada como uma dúvida do consumidor sobre se fez uma boa compra ou não e que pode evoluir rapidamente para o arrependimento e em muitos casos, para a desistência ou devolução do produto, pelo cliente. Essa fase é importante também, porque geralmente a última compra que o consumidor efetua, serve de base para a próxima compra. E é óbvio que se ele estiver satisfeito... A probabilidade de voltar a comprar na loja é muito maior.

      O monitoramento apropriado da satisfação do consumidor pelas empresas e obviamente, com as tomadas de decisão apropriadas de acordo com as informações obtidas, pode evitar a evolução da dissonância cognitiva ou pelo menos diminuir seus efeitos nocivos para uma empresa.

      Particularmente para as empresas prestadoras de serviços, a preocupação com essa monitoração deve ser um pouco maior, pois se considerarmos a classificação das empresas prestadoras de serviços com base no grau de tangibilidade da mesma, os serviços podem ser classificados como: altamente intangíveis, aqueles que agregam valores a tangíveis e os que disponibilizam tangíveis, mas independentemente de qual das três classificações uma empresa prestadora de serviços pertence, segundo Aubrey Wilson, quanto mais intangível o serviço, mais os administradores da empresa, devem se afastar de decisões que levam em conta apenas o composto mercadológico tradicional, o famoso 4 p’s (preço, praça, produto e promoção). Uma empresa de serviços deve sempre levar em conta o composto mercadológico de serviços: o perfil (ambientação, limpeza, etc.), o processo (quantidade de contatos do cliente com a empresa), o procedimento (qualidade do contato com o cliente) e as pessoas (treinamento, formação profissional, etc.) e que nunca devem ser esquecidos ou desconsiderados nas relações com os consumidores.

      Mensurar constantemente o grau de satisfação do cliente não é o bastante, é verdade. Conheço empresas que fazem isso regularmente. Se as informações levantadas não forem utilizadas para melhorar a prestação de serviço, para que jogar esse dinheiro fora? É fundamental avaliar também, se existe vontade dos administradores da empresa em corrigirem seus erros e aprenderem com as informações dos seus consumidores, antes que eles se cansem e resolvam comprar em outra freguesia.

      A avaliação do grau de satisfação dos consumidores, portanto, serve como um instrumento de desenvolvimento para a prestação de serviços de uma empresa.





      *Cláudio de Oliveira Brandão é especialista em Marketing pela ESPM-RJ e em Educação Ambiental pelo ICE, e professor da Universidade de Cuiabá e ICEC.
  • BOBO OU ESPERTO DA CORTE
    • Verifiquei que alguns artigos que fizeram analogia entre a Derrama do Brasil Colônia e as atuais práticas da SEFAZ, provocaram reações imediatas, e a que me chamou mais atenção foi a intitulada “Derrama e o Bobo da Corte”, talvez em represália ao artigo de minha autoria “Derrama da SEFAZ”. Não quero polemizar, até porque tenho a maior estima e respeito pelo ilustre Secretario Eder Morais, mas foi mera coincidência fazer referência ao Visconde de Dom Aquino.
      Mas como toda ação provoca uma reação, se foi uma resposta ao artigo por mim assinado, devo dizer que não faço parte de corte alguma, mas me sentiria honrado se fosse comparado ao personagem medieval, que convivia com os Reis nos anos de 395 até 1453, podendo criticá-los sem correr o risco de ser preso. Tinha liberdade de falar e de agir. Não era bobo coisa nenhuma. Inteligente e atrevido, ele dizia aquilo que os outros pensavam, mas que não tinham coragem de dizer. Com exagero imitava as esquisitices do seu patrão. Bem compreendido, o bobo era um fator de equilíbrio e progresso.
      O artigo suso mencionado me fez pesquisar um pouco sobre a origem Esotérica do Bobo da Corte, e encontrei as seguintes dicas de um bom Bobo da Corte:
      - Saiba falar quando deve falar e calar-se quando deve se calar. Palavras sem compromisso não têm valor; palavras não sustentadas por ações acabam provocando cinismo e desespero.
      - Observe o que se passa por trás de suas próprias palavras. Estão carregadas de ironias, sarcasmos, complexos, ressentimentos, ou outras segundas intenções?
      - Sua postura física. Como ela está agora? Você está se parecendo com um general montado sobre seu cavalo ou com um porco preguiçoso?
      - Esteja disposto a reavaliar os desafios passados e a aprender com eles. Faça uma retrospectiva de suas próprias falhas, sejam elas de conduta, de caráter, de saúde etc. Observe como suas reações às mais diversas situações da vida foram, no mínimo, hilárias. Lembre-se de quando você se ofendeu por "aquelas coisas importantes".
      - Você se regozija nos momentos difíceis da vida? Por estranho que pareça, ele é sinal da disponibilidade de energia para transformar seu caráter. Os momentos duros são a maneira que a natureza tem de indicar uma atitude ou comportamento errado e, para a pessoa que não é egocêntrica, cada momento de dor é uma oportunidade para crescer.
      - Em vez de buscar cegamente, egocentricamente, a perfeição, lute pela excelência em tudo o que fizer. Basta ser uma pessoa atenciosa. A vida é uma jornada. O sucesso é um processo, não o pedestal. Lembre-se que o mundo é Maya, é ilusão.
      - Desfrute do privilégio de fazer o bem. Não ajude olhando para os lados e procurando uma platéia. Não diga eu, eu, eu. Faça mais do que falar. O mundo precisa do seu amor, não do seu discurso.
      Estas poucas dicas nos remetem a refletir se é melhor ser um bom Bobo da Corte ou um Esperto da Corte. Tire você suas conclusões.
      OTACILIO PERON
      ADVOGADO DA CDL E FCDL
  • Caminhos para o desenvolvimento * Por José Alberto Vieira de Aguiar
    • Na Semana da Pátria, mais que comemorar o simbolismo da data, cabe lembrar os tantos desafios para, realmente, nos tornarmos uma nação socioeconômica, política e culturalmente soberana.

      Para tal, é necessário empreender estratégias (nas esferas federal, estadual e municipal), com coragem, ética e uma ampla visão do processo, que resolva velhos círculos viciosos, a exemplo de pesada carga tributária-inadimplência; comércio informal-concorrência desleal; leis arcaicas-altos índices de informalidade trabalhista; e políticas centradas em fiscalização e arrecadação tributária com ausência de promoção do aumento da base arrecadadora tributária, entre outros.

      O Brasil precisa construir politicamente ambientes mais favoráveis para incentivar seus empreendedores, que estão entre os mais criativos e trabalhadores do mundo. Neste contexto, o Brasil só precisa de entendimento do poder público quanto ao seu papel não de fiscalizador ou cobrador de impostos, mas principalmente de fomentador deste almejado progresso.

      É preciso mais ainda que propostas como o PAC e MT + 20, realmente signifiquem obras e investimentos dentro de um amplo e objetivo planejamento, devendo estes agregar todos os setores da economia e regiões dentro de suas esferas de atuação. Neste ínterim, vale destacar que as especificidades e vocação mercantil de cada município devem servir de base para que estas metas sejam definidas de forma a promover, igualmente, o desenvolvimento socioeconômico.

      E não há outro caminho para o desenvolvimento, senão enfrentando estas questões que, sem dúvida, atravancam a economia, reduzem a competitividade, propiciam menor arrecadação para os cofres públicos e tornam a administração pública e o empresariado quase concorrentes, quando estes deveriam ser parceiros na construção de estados mais fortes e um País melhor!



      JOSÉ ALBERTO VIEIRA DE AGUIAR é presidente da CDL Cuiabá
  • Caracteristicas das pessoas bem sucedidas
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      O que faz uma pessoa ser bem sucedida? Vários fatores contribuem para que isso aconteça. Mas existem algumas características que essas pessoas têm em comum. Veja, abaixo, quais são elas:



      1 - Todas elas trabalharam duro para chegar lá. Não há dinheiro fácil no mundo. O sucesso exige trabalho duro, e só é alcançado pelos que se dispõem a enfrentar esse trabalho.



      2 - Pessoas bem sucedidas são honestas. O sucesso por meios desonestos dura pouco. O vendedor mentiroso e enrolador pode garantir a primeira venda, mas certamente nunca irá criar uma clientela...



      3 - Pessoas bem sucedidas são perseverantes. Tentam até conseguir.



      4 - Pessoas bem sucedidas são, na maioria das vezes, amigáveis e gostam de pessoas. É isso que permite que tenham facilidade em estabelecer contato e em liderar outros, quando necessário.



      5 - Pessoas bem sucedidas gostam de aprender novas coisas. Durante toda a vida. Aprender significa crescer.
      Curiosidade intelectual é a chave para uma das maiores vantagens na competição profissional - a informação atualizada. Aprender significa não só adquirir novos conhecimentos profissionais. Significa, também, aprender com os próprios erros.



      6 - Pessoas bem sucedidas sempre entregam mais do que prometem. Essa é uma regra de ouro - prometa a menos, entregue a mais. Assim, você não cria expectativas desnecessárias. E, ao entregar o que prometeu, causará uma agradável surpresa ao entregar mais do que prometeu.



      7 - Pessoas bem sucedidas procuram soluções quando encontram um problema pela frente. Não perdem tempo se queixando, porque vêem os problemas como oportunidades de se superarem. Assim, as pessoas bem sucedidas são, normalmente, aquelas que acham soluções - enquanto o resto se queixa...



      Conhecendo essas características, faça uma pequena avaliação de si mesma. Qual delas é mais importante para você? Qual é a que você considera indispensável? Qual você gostaria de incorporar ao seu comportamento
      profissional? Que tal escolher uma delas e "trabalhar" no seu desenvolvimento durante o próximo mês? Se você realmente se aplicar, verá que os resultados podem ser muito bons.
  • CDL de Vera, 2009 um ano de conquista.






    • A Câmara dos Dirigentes Lojistas de Vera, a CDL, em 2009 realizou diversas ações e melhorias para atender as necessidades dos associados. Apesar de um ano de crise generalizada no setor comercial, não deixaram de batalhar e buscar por melhorias no setor.



      A CDL de Vera esteve este ano em diversos eventos realizados, participando de encontros com líderes do segmento. Sendo de suma importância para o setor estar em contato com a realidade de outros municípios em busca de trazer soluções e idéias para nossa cidade.

      Esteve presente no 6º encontro de líderes e profissionais da CDL.



      A presidente Srª Marlene também participou representando a CDL de Vera no 5º encontro das CDL’s, onde

      pode estar levando as dificuldades e anseios, como também contribuindo com as experiências do comércio local.



      Com a participação nesses eventos Vera demonstrou interesse e preocupação com a situação do comércio local. Após a participação nesses eventos a presidente da CDL trouxe e realizou em Vera diversas palestras, como também pela necessidade de melhorias, levou à Câmara de Vereadores de Vera algumas necessidades que em reunião com associados foram colocadas como pontos de relevância. Já conseguindo levar em plenário, como também, ser motivo de discussões positivas para o setor.



      A CDL de Vera realizou nesse ano de 2009 o primeiro “LIQUIDA” realizada na praça 13 de Maio, onde contou com a presença de alguns associados que levaram seu comércio até o local e ali venderam abaixo do preço. Todos participantes fecharam a tarde com satisfação e realização pelas vendas feitas, e já ficou como pedido para a ser realizado no próximo ano mais de um LIQUIDA.



      Em busca de melhor atender os associados de Vera estivemos preocupados com as melhorias para recebê-los. A colaboradora da CDL, Luciana, esteve em treinamento em Cuiabá, onde recebeu capacitação para trabalhar com o sistema e atender os sócios e clientes. Trabalhamos com o envio de relatórios mensais via e-mail aos associados, tornando transparente todos os investimentos aqui aplicados. Realizamos reforma no prédio, visando que utilizamos o local para atender nossos sócios como também alugamos para eventos, o que torna primordial uma boa aparência.



      “Esse foi um ano que apesar de todos os problemas no setor da economia, conseguimos fechar com uma boa expectativa para o próximo ano. É imenso a satisfação em poder contar com cada um de nossos sócios, que preocupados com o bom desenvolvimento de nosso comércio como também de nossa cidade, que batalham e buscam melhorar a cada dia, e que juntos conseguiremos que em 2010 seja um ano melhor, abençoado por Deus. Um feliz Natal e um Ano Novo cheio de boas novas para todos nós, que o menino Jesus renasça nos lares de cada um. Obrigada pela confiança e credibilidade nesse ano de 2009”.















      Marlene Teresinha Moresco.

      Presidente CDL de Vera
  • Cinco dicas para sua empresa ganhar mais dinheiro
    • Os motivos para se iniciar um negócio variam bastante hoje em dia. Alguns querem ajudar o planeta ou as pessoas, outros querem divulgar seu trabalho ou seus produtos e outros ainda entram no universo do empreendedorismo porque querem, pura e simplesmente, ganhar dinheiro. De um jeito ou de outro, é a receita final que mostra se o seu negócio está ou não crescendo e denota a força de sua empresa. E é por causa disso que muitos empresários, em não poucas das vezes os iniciantes, preocupam-se quando percebem que está entrando menos dinheiro do que imaginavam ou pior: o dinheiro não está nem vindo.

      O consultor Sid Kemp, presidente da Sid Kemp Enterprises, que analisa soluções e faz consultoria para pequenas empresas nos Estados Unidos, escreveu à Entrepeneur.com cinco dicas para otimizar a receita empresarial.
      1. Faça um planejamento
      A ideia é unir receita com as atividades de trabalho. Se você vende produtos, faça projeções para cada um deles. No caso de serviços, rastreie os contratos fechados e verifique o ganho em cada um deles. É preciso estabelecer metas e consequências: deixe cada empregado saber para o que eles contribuem e dê incentivos para o trabalho bem-feito. Esses incentivos podem ser reconhecimento, agradecimento e até mesmo um aumento salarial. Os empregados precisam ter um objetivo mínimo e um máximo e precisam de incentivo para atingir o máximo. Em meses ruins, entretanto, eles sabem o mínimo que devem fazer, ao mesmo tempo em que sabem das oportunidades no caso de um trabalho otimizado. Dessa forma, eles se sentem seguros no emprego e também vislumbram a possibilidade de crescimento.
      2. Faça um rastreamento diário ou semanal dos resultados
      Cada semana, reúna seus empregados e faça um balanço para ilustrar o tempo de trabalho em números. Discuta o andamento do trabalho e como podem melhorar, mas não pressione. Seja específico e encoraje a melhora. No caso de algum problema, procure determinar se esse problema foi isolado ou se pode acontecer de novo e desse modo se prepare. Entretanto, tente resolvê-lo. Se esse problema for externo e estiver fora do seu controle, elabore alternativas para alcançar seus objetivos. Às vezes a solução é óbvia e prática, mas terá ocasiões em que você vai precisar ser criativo.
      3. Defina todo o trabalho
      As áreas de uma empresa de qualquer porte podem ser independentes, mas todas elas conjugam fatores em sinergia para o sucesso final do empreendimento. Isso é ainda mais evidente nas pequenas empresas. Cada empregado precisa saber exatamente o que deve fazer e como os seus sucessos contribuem para o crescimento empresarial.
      4. Rastreie diária ou semanalmente os seus gastos
      Muitas empresas deixam suas informações financeiras acumularem. Como o dinheiro é o que mantém a sua empresa funcionando, não é aconselhável deixar essa documentações toda entulhar para consulta no final do ano fiscal. Quanto você está gastando? Como isso afeta seu planejamento? Você está gastando naquilo que planejou? Se souber as respostas para essas perguntas toda a semana, você pode corrigir qualquer erro no trajeto e atingir o objetivo mais rapidamente.
      5. Rastreie o progresso mensalmente
      Finalmente, você deve verificar o seu progresso e receita ao final de todo mês. É preciso se perguntar o que pode ser feito para ganhar mais e gastar menos e como ter resultados positivos antes e ser pago pelo serviço mais rapidamente. Encontrando maneiras de melhorar nessas áreas fará com que você construa melhores resultados em menos tempo e tenha uma receita positiva cada vez mais cedo.
      Em resumo, o sucesso do negócio está em relacionar cada trabalho com o ganho que ele proporciona, reduzir os custos e entregar melhores resultados mais cedo. Para isso, é importante motivar os empregados fazendo com que eles saibam que o que eles fazem é relevante. É preciso mostrar, sempre, como eles podem melhorar. Dessa forma, você não só atingirá seus objetivos como irá ultrapassá-los.

      Escrito por Marcus Vinicius Pilleggi, ao site www.papoempreendedor.com.br.
  • Comércio aos domingos
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      A abertura do comércio aos domingos e feriados, que antes era regulamentada por uma medida provisória, agora será regida pela lei Nº 11.603, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 que passou pelo Senado e pela Câmara federal.

      A lei regula o trabalho no comércio nos domingos e feriados. Nas lojas que abrem nos fins de semana, os comerciários trabalham três domingos e folgam no quarto. Nos feriados, os lojistas só poderão abrir as portas se o acordo coletivo com os sindicatos permitir.

      LEI Nº 11.603, DE 5 DEZEMBRO DE 2007.

      Conversão da Mpv nº 388, de 2007
      Altera e acresce dispositivos à Lei no 10.101, de 19 de dezembro de 2000.

      Faço saber que o Presidente da República adotou a Medida Provisória nº 388, de 2007, que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Narcio Rodrigues, Primeiro Vice-Presidente da Mesa do Congresso Nacional, no exercício da Presidência, para efeitos do disposto no art. 62 da Constituição Federal, com redação dada pela Emenda Constitucional nº 32, combinado com o art. 12 da Resolução nº 1, de 2002-CN, promulgo a seguinte Lei:

      Art. 1o O art. 6o da Lei no 10.101, de 19 de dezembro de 2000, passa a vigorar com a seguinte redação:

      “Art. 6o Fica autorizado o trabalho aos domingos nas atividades do comércio em geral, observada a legislação municipal, nos termos do art. 30, inciso I, da Constituição.

      Parágrafo único. O repouso semanal remunerado deverá coincidir, pelo menos uma vez no período máximo de três semanas, com o domingo, respeitadas as demais normas de proteção ao trabalho e outras a serem estipuladas em negociação coletiva.” (NR)

      Art. 2o A Lei no 10.101, de 2000, passa a vigorar acrescida dos seguintes dispositivos:

      “Art. 6º-A. É permitido o trabalho em feriados nas atividades do comércio em geral, desde que autorizado em convenção coletiva de trabalho e observada a legislação municipal, nos termos do art. 30, inciso I, da Constituição.” (NR)

      “Art. 6º-B. As infrações ao disposto nos arts. 6o e 6o-A desta Lei serão punidas com a multa prevista no art. 75 da Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943.

      Parágrafo único. O processo de fiscalização, de autuação e de imposição de multas reger-se-á pelo disposto no Título VII da Consolidação das Leis do Trabalho.” (NR)

      Art. 3o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

      Congresso Nacional, em 5 de dezembro de 2007; 186º da Independência e 119º da República.

      Deputado NARCIO RODRIGUES
      Primeiro Vice-Presidente da Mesa do Congresso Nacional, no exercício da Presidência
      # Fonte: CNDL
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      # + Artigos
  • Como atrair clientes na própria loja?
    • Caprichar no ponto de venda pode ser o jeito mais eficaz de atrair consumidores.

      As empresas costumam gastar mais em divulgação do que no ponto de venda, mas esquecem que ele também é uma mídia. E das mais importantes. “A loja é a melhor aliada da empresa, pois consolida a imagem e a atitude da marca”, diz Patrícia Rodrigues, da Vitrina & Cia, especializada em visual merchandising. O ponto de venda precisa atender às expectativas criadas pelo marketing e pela comunicação. É ali que o consumidor se torna o protagonista da propaganda. “É o melhor momento para conquistá-lo, porque ele está com o cartão de crédito no bolso”, diz ela. A pedido de PEGN, Patrícia e Vinícius Cavalcante, também consultor da Vitrina & Cia, deram dicas exclusivas para os leitores.
      Cor
      Nunca pinte sua loja apenas pelo modismo ou pela beleza: a cor deve ser escolhida respeitando o conceito da marca. O azul, que transmite tranquilidade e harmonia, pode não ser a melhor cor para uma loja de esportes radicais

      Piso
      Pode-se programar o caminho do cliente na loja usando pisos de cores diferentes. “Mas isso precisa ser feito de forma natural. O cliente não deve perceber que está sendo forçado a fazer um percurso”, diz Cavalcante

      O piso determina, para o consumidor, se a loja é cara ou não: quanto menos piso aparente, mais barata a loja

      Conforto
      “Os consumidores querem ser mimados pelas empresas, não importa a qual tribo pertençam. Esperam entrar na loja e ter água para beber, um sofá onde sentar”, diz Patrícia

      Na internet
      A loja virtual também é um ponto de venda. Precisa estar comprometida com o conceito da empresa e ter a mesma preocupação da loja física em atrair o consumidor

      Multisserviços
      As lojas multifuncionais, que agregam serviços, estão em alta. Cafés com internet wi-fi, pequenos bistrôs ou seções de livros fazem o cliente permanecer mais tempo na loja

      Vitrine
      Evite vitrines cheias de informação. Uma pessoa leva, em média, cinco segundos para decidir se entra na loja e, por isso, a vitrine deve ser objetiva

      O vazio é um dos segredos de uma boa vitrine: o espaço livre permite a visualização correta de cada produto. Vitrines abarrotadas são associadas a lojas baratas

      Os produtos devem ser expostos em diferentes alturas para criar movimento e atrair o olhar do consumidor

      “A vitrine é um vendedor silencioso. Ela tem o poder de tirar o cliente do roteiro e fazê-lo desejar um produto que até então não estava nos seus planos. Por isso, vale a pena investir”, diz Cavalcante

      Geralmente não se colocam produtos no chão da vitrine — isso passa a ideia de que não são tão bons como os que estão nos manequins

      Fonte: Projeto de arquitetura Alberto Guimarães
  • Como encontrar um bom funcionário para fazer parte da equipe
    • #
      A experiência do consultor Marcelo Cherto em sua empresa, a GrowBiz, pode ajudá-lo nessa tarefa.
      Por Marcelo Cherto
      "Sou diretor de marketing na minha empresa e observo que a contratação de pessoas qualificadas está cada dia mais difícil. Eu mesmo estou entrevistando os candidatos e aplico alguns testes de conhecimento, mas estou muito decepcionado com as entrevistas. Não sei dizer se o problema está onde busco as pessoas ou se é a qualificação dos candidatos que é baixa."
      Luiz A. Tibiriçá
      Denise Eventos

      Não sou especialista em RH. E, portanto, não tenho como dar uma resposta técnica a essa dúvida. Mas vou explicar como temos contratado novos talentos na GrowBiz e espero que isso seja útil ao leitor.

      Antes de mais nada, temos recorrido pouco a headhunters ou agências quando buscamos candidatos. Preferimos solicitar indicações a amigos e conhecidos em cujo espírito crítico confiamos e que sabemos serem bem relacionados, “antenados” e, de alguma forma, ligados a ramos com sinergia com a função para a qual procuramos um profissional. Temos experimentado redes sociais como Plaxo e LinkedIn, mas a consulta a amigos e conhecidos de confiança ainda se mostra o sistema mais efetivo para conseguir bons candidatos.

      Quanto à seleção, dependendo do cargo vago, damos preferência a profissionais graduados em escolas de primeira linha, como FGV, ESPM, Insper (antigo IBMEC) e outras do mesmo nível. De forma geral, as pessoas saem de qualquer faculdade despreparadas. É uma triste realidade. Mas quem frequentou uma de primeira linha tende a se sair melhor do que quem se diploma por uma de segunda ou terceira linha. Mas também é preciso dizer que ao menos um dos melhores profissionais que já tivemos no time não tinha sequer concluído o segundo grau. Mas também é preciso dizer que se trata de um indivíduo totalmente “fora da curva”.

      Como temos bem definido o perfil de pessoa que buscamos para cada cargo ou função de nossa corporação, começamos submetendo os candidatos a uma avaliação de perfil. Cansamos de contratar com base no currículo e nos conhecimentos, para depois demitir por causa da atitude. Temos usado o PI (Predictive Index), mas há outros sistemas de avaliação tão bons quanto, como o DISC, o Calliper e outros. Todos variações em torno do mesmo tema.

      Os candidatos que consideramos ter o perfil adequado para a função são submetidos a entrevistas individuais com três ou quatro de nossos sócios ou gestores de área - especialmente da área que o candidato deverá integrar. Nessas conversas cara a cara buscamos, não apenas saber se a pessoa tem os conhecimentos básicos que consideramos fundamentais, mas - bem mais importante - se é articulada e bem informada, se tem visão de negócios, se tem agilidade mental, se demonstra disposição para aprender e, mais que tudo, se parece ser “compatível” com o jeito de ser da nossa organização e se a “química” conosco funciona.

      Um ponto importante: tempos atrás, um grande amigo - executivo dos mais experientes - me disse que sempre que eu tiver a mais leve dúvida com relação a alguém... é melhor não ter dúvida. Ou seja: na dúvida, é melhor não contratar, por melhor que seja o currículo ou que a pessoa se saia nas entrevistas. Segundo ele, vale a pena confiar no instinto, pois a razão costuma nos pregar mais peças do que o “faro”. Não sei se é sempre assim, mas todas as vezes que deixei de seguir esse conselho, acabei me arrependendo.

      * Marcelo Cherto é CEO da GrowBiz, sócio da Franchise Store e da MD Comunicação e membro da Academia Brasileira de Marketing e do Global Advisory Board da Endeavor Global.
  • Como tudo começou
    • Os erros, os acertos e as lições de empreendedores que superaram a fase inicial de dificuldades para criar o seu próprio negócio
      Começar um negócio próprio é uma das tarefas mais complexas que profissionais de qualquer setor de atuação podem enfrentar. Por mais que o empreendedor tenha boa formação, ideias criativas, dinheiro para ser investido e disponibilidade para trabalhar como nunca na vida, nada garante que o projeto será bem-sucedido. Alguns fatores simplesmente não podem ser controlados - como o cenário econômico favorável ou não - e outros dependem do planejamento adequado, como é o caso dos clientes que se deseja alcançar. O primeiro passo, enfim, é sempre o mais difícil. Os seguintes também são complicados. Uma pesquisa recente realizada pelo Sebrae demonstrou que 27% das empresas paulistas fecham em seu primeiro ano de atividade.
      As trajetórias que são apresentadas a seguir trazem experiências de empreendedores que superaram a fase mais delicada - a do começo de tudo - e que criaram empresas que cresceram de forma surpreendentemente veloz. A seguir, os erros e acertos que transformam o sonho do negócio próprio numa realidade de sucesso.

      Giraffas

      "Comecei administrando o Girrffas como se fosse uma empresa de finanças e não de alimentos. Foi só quando pude perceber o erro que pude fazer o negócio deslanchar."
      Foi depois de vender um apartamento em uma das áreas mais tradicionais de Brasília que Claudio Miccieli embarcou em um projeto que nunca sonhara. Aos 30 anos, formado em engenharia da computação, ele aceitou o pedido de dois amigos que ainda cursavam a faculdade e se aventuravam no ramo do fastfood com uma pequena rede de lanchonetes em Brasília, o Giraffas. Com o dinheiro do imóvel, capitalizou a empresa e abriu uma pequena fábrica onde eram produzidos os pães, hambúrgueres e sorvetes servidos ao público. Hoje, aos 51 anos, Miccieli controla, ao lado de seis sócios, uma rede de franquias que tem 300 lojas espalhadas pelo Brasil e que deve faturar R$ 450 milhões em 2009. "Ao olhar para trás, vejo que não administrávamos uma empresa de alimentos, mas de finanças", brinca.
      Até o Plano Real, os ganhos do Giraffas vinham dos acertos feitos com fornecedores. O dinheiro que entrava no caixa ia direto para as aplicações no banco durante o dia e, à noite, ainda era reinvestido no overnight. "Com o fim da inflação, a grande fonte de ganho secou", explica Miccieli. "Descobrimos que éramos ineficientes no negócio da alimentação." Foi a partir daí que a empresa mudou. As lojas próprias foram vendidas aos franqueados e a estrutura modesta deu lugar a uma eficiente cadeia de logística, hoje também responsável pelo atendimento até de concorrentes como Burger King e China in Box.
      Nesse modelo, o Giraffas conseguiu se estabelecer em São Paulo, ganhando terreno a um ritmo de 15% ao ano. Na capital paulista, são 99 lojas, 20 a mais do que em Brasília, atual sede da empresa. O próximo passo é a internacionalização. Amparado por consultores da Fundação Dom Cabral, o Giraffas prepara o desembarque em Miami, nos Estados Unidos, para o primeiro semestre do ano que vem. Sua fórmula de sucesso? "Defina seu foco", diz Miccieli. "A marca é mais importante do que uma loja. Administre-a bem e a empresa vai prosperar."

      Gran Sapore

      "Para fazer sucesso, você deve oferecer idéias simples que funcionam e prestar atenção aos detalhes. Foi isso que ajudou a Gran Sapore a crescer."
      O valor de um automóvel Gol usado. Esse foi o único investimento necessário para que Daniel Mendez, brasileiro de origem uruguaia, abrisse a Gran Sapore, em 1992. Hoje, a Sapore é a maior empresa da América Latina do setor de restaurantes corporativos, uma gigante que fatura R$ 900 milhões, emprega 15 mil pessoas e serve 800 mil refeições diariamente. Mendez criou a companhia com dois objetivos em mente: queria trabalhar com atendimento ao público e jamais dar expediente nos fins de semana.
      Ele foi influenciado pelo pai, um ex-maître de hotel com forte espírito empreendedor, que imigrou do Uruguai para o Brasil em 1974 para abrir seu próprio restaurante. Mendez sempre pensou em construir um negócio seu, mas antes fez de tudo um pouco. Trabalhou em hotéis e até em loja de material de construção. A inspiração para criar a Gran Sapore veio quando foi contratado por uma empresa de refeições coletivas. O sucesso do negócio o convenceu que aquele era o ramo certo.
      Dezessete anos atrás, além do capital minguado, a empresa tinha apenas um cliente em carteira e não servia mais do que 300 refeições por dia. Mendez diz que a rápida ascensão da Gran Sapore se deve a uma série de inovações. Uma delas foi propor aos clientes que levassem para seus refeitórios o conceito de praça de alimentação. "É uma ideia simples e que agrada aos funcionários, que podem escolher se vão de salada e grelhado ou se preferem arriscar o famoso prato feito." O próximo passo é criar espaços, dentro dos refeitórios, para a apresentação de pequenos shows ou peças de teatro, usando os talentos da casa.
      Mendez diz que o sucesso está nos detalhes. Você pode servir arroz com feijão todo santo dia. Mas se colocar uma toalha bonita e um vaso de flores na mesa, a pessoa vai achar que está desfrutando da mais fina iguaria. "O segredo de quem lida com comida não é o estômago. É o olho", diz. "Sirva o mesmo prato com uma apresentação incrementada e ninguém vai reclamar de comer a mesma coisa." Tais estratégias o ajudaram a alcançar tudo o que queria. Inclusive não trabalhar nos fins de semana.
      Jantar a 2.
      "É fundamental colocar tudo no papel. Isso é ainda mais importante para quem entra com uma idéia e sem o capital. Aprendi isso ao criar a Jantar a 2."
      No princípio, Carina Chaves pegava emprestado cristais, pratarias e baixelas de seus pais, donos de uma empresa de eventos, para fazer jantares românticos com produção caprichada. "A ideia surgiu em 1997, quando uma amiga que pretendia surpreender o namorado me pediu para fazer algo especial", lembra Carina. "Montei um ambiente digno de cinema." A experiência foi bem-sucedida e outros pedidos apareceram. Munida apenas de um telefone, a ex-colunista social de Sorocaba lançou a Jantar a 2, empresa que oferece serviços que vão de jantares celebrados em suítes de hotel a fins de semana na praia com direito a traslado de helicóptero e hospedagem em iate. Como a maioria de seu público fica em São Paulo, Carina mudou a empresa para a capital e hoje faz uma média de 20 eventos por mês.
      Para quem pensa em abrir um negócio, a pequena empresária, que não revele seu faturamento, dá algumas dicas. "Já tive experiências societárias que não deram certo, que começaram e terminaram informalmente", diz. "Por isso, acho fundamental colocar tudo no papel. Isso é ainda mais importante para quem entra com uma ideia e sem capital. Em geral, este é o sócio desvalorizado." Carina diz que o principal obstáculo de um novo empreendedor é a pressa: "Não adianta querer que os resultados sejam rápidos, porque não são. Conheço pessoas que sonhavam em ter um negócio, mas quando viram o trabalho que dava e que o lucro demorava a chegar, fecharam as portas."
      Adesivos Especiais
      A Adesivos Especiais surgiu depois que fiz um exame de sangue de rotina. Para recuperar minha saúde, desenvolvi um novo tipo de cola sem solventes."
      Wang Shu Chen, dona da Adespec - Adesivos Especiais, é dessas pessoas que trazem o empreendedorismo no DNA. Graduada em engenharia química, ela trocou a confortável posição de pesquisadora de uma multinacional do setor químico pelo desafio de vencer em carreira solo. Até agora, não tem do que reclamar. Criada há nove anos, sua empresa emprega 33 pessoas e fatura R$ 5,6 milhões. Wang alcançou esse patamar praticamente sem colocar a mão no bolso. Para desenvolver o Pesilox, cola livre de solventes e que tem um grande poder de adesão, ela contou com financiamento de órgãos de pesquisa e também de um fundo de private equity, o Rio Bravo, comandado pelo economista Gustavo Franco.
      A trajetória empresarial de Wang começou em 2001, quando fez um exame de rotina e soube que estava com 30% menos glóbulos brancos no sangue. Após estudar o caso, o médico descobriu que a anomalia era causada pela exposição a solventes. Wang propôs à direção da companhia em que trabalhava uma nova linha de pesquisa, destinada a reduzir a presença de solventes nos produtos. Ouviu um rotundo não. A negativa serviu de estímulo para que Wang seguisse um novo caminho.
      Apesar da disposição, faltava o capital para começar as pesquisas e fazer os testes que deram origem às resinas "Cola Prego" e "Fixtudo", usadas para colar objetos. Wang resolveu bater à porta do Centro Incubador de Empresas Tecnológicas da Universidade de São Paulo (USP). Seu projeto foi aprovado e seguiu adiante graças a verbas de órgãos públicos de fomento e a aportes feitos pelo Rio Bravo. Para crescer, buscou parcerias com empresas tradicionais e cujos produtos dependem de colas e selantes. É o caso da fabricante de vidros Cebrace e da Blindex, instaladora de box para banheiro. "Atuo em um mercado que movimenta R$ 900 milhões por ano e no qual ainda há muito espaço para crescer", diz a empreendedora.
  • Consultor responde dúvidas sobre isenções e dependentes
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      Consultor responde dúvidas sobre isenções na Declaração de Imposto de Renda.

      Antônio Teixeira Bacalhau, da IOB, responde questões de leitores do G1.
      Consultor esclarecerá cinco dúvidas por dia, até 30 de abril.
      1) Tenho uma empresa inativa há quatro anos. Sempre declarei meu IRPF por causa da empresa. No ano passado, tinha renda, até junho, de R$ 1.200; depois disso, passou para R$ 1.551. Em dezembro, recebi uma indenização trabalhista no valor de R$ 3.648. Preciso fazer a declaração? (Carolina)
      Resposta: Este ano uma das novidades é a dispensa da obrigatoriedade para a entrega da declaração do exercício de 2010, ano-calendário de 2009, dos contribuintes que participam do quadro societário de sociedade empresária ou empresa simples, inclusive inativa, como sócio ou acionista. Entretanto, estão obrigadas a entregar a declaração as pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis cuja soma foi superior a R$ 17.215,08. Se a soma de seus rendimentos em 2009 for superior a este valor, você estará obrigada a entregar a declaração.

      2) Ganho R$ 1.329,00 e tenho uma moto. Devo declarar? (Wilson Ramos)
      Resposta: Pelos somas dos rendimentos recebidos em 2009, você está dispensado da obrigação de declarar (a obrigação se aplica a quem ganhou R$ 17.215,08 ou mais no ano passado). A obrigatoriedade de entrega da declaração pela posse ou propriedade de bens ou direitos passou de R$ 80 mil para R$ 300 mil. Portanto, somente se a soma de seus bens (moto) for inferior a R$ 300 mil, você está dispensado da entrega da declaração.

      3) Pago o plano de saúde do meu pai, que não é meu dependente financeiro, posso somar com as minhas despesas médicas? (Carlos)
      Resposta: Essa despesa só poderá ser incluída caso ele apareça como dependente em sua restituição como seu dependente. Do contrário, essa possibilidade está descartada.

      4) O IR retido sobre valores obtidos por ações trabalhistas, depositados na Justiça do Trabalho, são recuperáveis na declaração? (Roberto Mello)
      Resposta: Sim. Informe, seguindo as informações do comprovante, na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoas Jurídicas pelo Titular”, o nome da fonte pagadora, o número de inscrição no CNPJ, o valor dos rendimentos tributáveis recebidos, a contribuição previdenciária oficial, o Imposto Retido na Fonte e o 13º salário.

      5) O ano passado recebi do meu pai 25% da cota de sua empresa como doação. Não receberei salário nem participação nos lucros, apenas sou proprietário de 25% da empresa. Gostaria de saber como declarar esta doação no meu IR. (Eduardo C. Affonso - Campinas/SP)
      Resposta: Na ficha “Bens e Direitos”, abra um item com o código 32 da participação recebida em doação. No campo "Discriminação", relacione a doação recebida, o nome e o número de inscrição no CPF do doador. Não preencha o campo "Situação em 31/12/2008". No campo "Situação em 31/12/2009", informe o valor da participação recebida. Na ficha “Rendimentos Isentos e Não-Tributáveis”, informe o valor correspondente à doação recebida. Na Declaração de Ajuste de seu pai, dê baixa da participação societária doada da ficha “Bens e Direitos” e informe na ficha “Pagamentos e Doações Efetuados” o valor da doação efetuada no código 81.
  • Criar, inovar e empreender
    • "É oportuno porque precisamos discutir este tema de um modo mais amplo, mais sistêmico. Criar, inovar e empreender nada mais é que saber lidar com as mudanças. Você sai de um estado atual para chegar a um estado futuro.

      Compactuo com a definição trazida por Eugênio Mussak, onde, em outras palavras, diz que criar é inventar algo. Inovar é transformar esse novo em algo que sirva às pessoas (mas, ainda, na teoria), ou seja, que possa ter utilidade. Empreender é transformar esse novo que tem utilidade, em negócio (as coisas só chegam à gente através de negócios, de processos de entrega, de empresas).

      Eduardo Carmello já fala em inovação e resiliência. Para ele, a resiliência é a força para implementar e manter algo, não no sentido de saber lidar com pressões (muito embora, caso você não saiba lidar com pressão e com tensões, não conseguirá implementar nada). Caso a gente não consiga implementar e manter, de nada adianta a inovação, tampouco a criação. Simplesmente trabalho perdido. E é aqui que está o "nó".

      Vemos muitas ideias novas nas organizações, nas pessoas e nos governos. Somos (nós, seres humanos) criativos por natureza (dito, também, por Benetti em sua palestra). A criatividade é apenas o início do processo. O inovar é quase uma consequência disso. O empreender é mais difícil, mais "penoso". Muitos comemoram a criação e a inovação (e até a implantação) como se fosse o sinal da vitória. E é uma vitória, mas a vitória de uma batalha, não da guerra. Não podemos parar por aí.

      E mais, muitos dos que estão criando e inovando não estão empreendendo no que têm que empreender. Não estão mantendo, cuidando, do que tem que manter e cuidar. Direcionam esforços e recursos para áreas novas em detrimento daquilo que ainda é necessário cuidado. É preciso entender que temos limitações de recursos (humanos, tecnológicos e financeiros). O que incomoda na criatividade e na inovação é transformá-las no foco.

      Vemos muitas empresas, pessoas e governos investindo em criações e inovações antes de terem completado o ciclo de criação, inovação e empreendedorismo anterior. Quando fazemos isso, no fundo, não efetivamos a criação, portanto, ela passa a não fazer sentido. É perda de tempo e causa frustração. Parece que nada dá certo, parece que criar não é bom. Não há sentido em criar sem que a criação vire algo que as pessoas efetivamente usem.

      Só, apenas e tão somente, levar um processo até o fim do ciclo é que nos dá expertise para entrar em outro ciclo. As empresas com foco estratégico em inovação agem assim (por incrível que possa parecer). Fora da crise (nela a coisa muda de figura), só quando sua empresa estiver "redonda" no que faz, é que deve pensar em novas criações, pois o empreender (já que o resultado só vai acontecer com ele) é o foco (e não a criação, tampouco a inovação). Quando você, pessoa, estiver bem naquilo que se propôs a fazer, pode pensar em criar novamente. Precisamos criar a cultura da criação, inovação e do empreendedorismo (em sequencia). Você cria para empreender, não empreende para criar. Caso aja no segundo modelo, o criar, inovar e empreender, acaba virando o beber, cair e levantar (para, então, beber, cair e levantar para então...).

      Claudinet Antônio Coltri Júnior é palestrante; consultor organizacional; coordenador da área de gestão da Educação Tecnológica do Univag e escreve em A Gazeta às quintas-feiras. Web-site: www.coltri.com.br; E-mail: junior@coltri.com.br; Twitter: http://twitter.com/coltri
  • De cego

    • Politicamente errados. Mesmo assim o senador Jayme Campos (DEM) e o presidente do Dnit, Luiz Antônio Pagot (PR), prestam serviço democrático com o bate-boca gutembergueano sobre hipóteses de alianças para o embate eleitoral em 2010.

      O erro político que cometem jamais seria perdoado em Minas, onde se engolem sapos sem nenhuma demonstração de nojo ao cardápio. O serviço é nota 10. Afinal, ao se desnudarem mutuamente se revelam ao eleitor, que é a voz do consciente coletivo. Que continuem assim!

      Os dois protagonistas acenderam labaredas. Despertaram Mato Grosso ao debate sobre a sucessão de Blairo Maggi, tema que procuram abordar sobre a ótica do tudo eu. Ambos tratam o assunto com mão de ferro. Isso é marca de cada um. Em 2002, Jayme se lançou ao Senado, bem antes do período eleitoral empunhando a bandeira da “candidatura pétrea”. Pagot, também turrão, é conhecido por “Trator”, apelido que por si somente dispensa maiores apresentações.

      O que nenhum dos dois disse ainda é que 2010 será cenário diferente daquele dos pleitos estaduais anteriores e que nenhuma candidatura será mero protocolo homologatório. A próxima eleição será uma espécie de referendo entre o modelo econômico vigente e a chamada alternativa auto-sustentável cantada em prosa e verso por intelectuais.

      Pagot e Jayme se canibalizam no mesmo grupo onde o vice-governador Silval Barbosa (PMDB) se desponta para suceder Maggi e o prefeito de Água Boa, Maurício Tonhá (PR), começa a ganhar terreno. Enquanto a fervura os domina, ambientalistas com todas as bênçãos do PT e do Planalto costuram entre quatro paredes o nome do juiz federal Julier Sebastião da Silva ao governo.

      Julier é homem honrado, e se entrar na disputa abrirá debate sobre o conceito atual de desenvolvimento e a exploração sustentável nos moldes do Acre. Acredito que a produção em escala, com cuidados ambientais, é o melhor caminho. Resta saber se a população – sobretudo a – urbana reza por esta cartilha.

      O recado das urnas no ano passado aos irmãos de Jayme, Júlio e Dito Paulo, respectivamente em Várzea Grande e Jangada, foi um alerta da voz das ruas. Os entraves do governo federal ao desempenho do Dnit de Pagot é clara mensagem que a esquerda não dá corda a cavalo corredor.

      Que Jayme e Pagot continuem o duelo, mas que tenham consciência que nenhum morrerá sob fogo amigo. O perigo para ambos se chama Julier e somente não enxerga isso o pior cego, que é aquele que não quer ver.

      EDUARDO GOMES é jornalista
  • dicas para os que lideram pessoas
    • . Comunique-se com as pessoas que você chefia ou supervisiona, deixando-as à vontade para expressar suas opiniões sem temores, e pergunte regularmente a cada uma delas:



      – Como posso ajudá-lo a fazer melhor o seu trabalho? – Que problemas você tem que posso ajudar a resolver?



      2. Procure certificar-se de que a pessoa entendeu o que você falou, sempre que explicar algo pergunte: – Fui claro?



      3. Lembre-se de que não basta que a pessoa entenda. É preciso que ela acredite, participe e “vista a camisa”.



      4. Mantenha-se informado, seja criativo e utilize todos os recursos que possam contribuir para maior eficácia da sua equipe.



      5. Examine com os membros do seu grupo, regularmente, a eficácia de toda a organização.



      6. Não faça seus colaboradores perderem tempo com diretrizes e exigências que servem apenas para satisfazer seus caprichos ou manias burocráticas.



      O líder precisa saber administrar pessoas, esse é o diferencial. Ele deve ir até as pessoas. Dessa forma, ele estará fazendo com que sua equipe sinta-se mais participante e motivada. Isso aumenta a relação de confiança.



      Em casa, no trabalho e em quaisquer circunstâncias, vale a pena cultivar o hábito de ir até as pessoas e procurar ouvi-las. Conhecê-las melhor, compreendê-las, compartilhar, interagir.



      Caso não fique bem claro para o colaborador a importância do seu trabalho, isso pode levá-lo à frustração e a desmotivação.



      Para enfrentar os desafios desta década, as organizações devem dar extraordinária atenção aos empregados, tanto quanto aos clientes externos.



      Isso não é uma questão de ser bonzinho com os colaboradores.



      Trata-se simplesmente do reconhecimento de que os seres humanos é que fazem ou destroem uma companhia.



      Extraído do Capítulo V do livro de Sonia Jordão: A Arte de Liderar – Vivenciando Mudanças num Mundo Globalizado

      Sônia Jordão
  • DOSE HOMEOPÁTICA
    • A LEI Complementar Federal n.° 123 de 14/12/2006, denominada Lei do Super Simples, estabelece tratamento diferenciado e favorecido às microempresas e empresas de pequeno porte.
      Assim que surgiu a lei suso, o Estado de Mato Grosso aderiu ao Simples Nacional para as empresas com faturamento anual até R$ 1.800.000,00 (hum milhão e oitocentos mil reais), porém não atendeu o disposto na Constituição, e muito menos na lei em referência, e agio de forma contrária, pois passou a penalizar as microempresas e empresas de pequeno porte, uma vez que são obrigadas a pagar o garantido integral e não têm o crédito do ICMS, pago na fonte fora do Estado, quando a compra é feita de uma microempresa ou empresa de pequeno porte.
      Não conformados com esta situação, as entidades de classe, CDL – FCDL – FACMAT – FECOMERCIO – FIEMT e SEBRAE, com o importante acompanhamento da SEFAZ e da Assembléia Legislativa, formaram uma comissão de trabalho, liderada pelo empresário Paulo Gasparoto e por mim, trabalhando durante longos 6 (seis) meses, em reuniões periódicas, e ao final foi concebido um escorço de lei, o qual foi entregue aos deputados José Geraldo Riva e Antonio Domingos, o qual, após discutido e aperfeiçoado, foi aprovado por unanimidade pelos Senhores Deputados, ficando pendente apenas a sanção do Ilustre Governador.
      Naquele projeto de lei, a receita bruta anual das empresas foi dividida em quinze faixas, como também a alíquota do ICMS, iniciando com 1,25 % e terminando com uma alíquota de 3,51% para as empresas que faturarem até R$1.800.000,00 (hum milhão e oitocentos mil reais) por ano, teto máximo adotado em Mato Grosso para as empresas de pequeno porte.
      Quando todos imaginavam que o projeto de lei iria ser sancionado pelo governo, eis que surge, no meio da festa de congraçamento oferecida ao governador, no ultimo dia 4 de dezembro, a noticia da assinatura do decreto n.° 2.270, que concede certos benefícios tributários às microempresas e empresas de pequeno porte, mas de forma escalonada, iniciando-se com a alíquota de 7,0% para 2010, 6,0 % para 2011, 5,0% para 2012, 4,0 % para 2013 e terminando em 2014 com 3,0%. Não era o esperado.
      No entanto, o decreto n.° 2.270, não é de todo ruim. Haverá uma redução inicial entre 30 e 40 % na carga tributária para as micro e pequenas empresas. Com a dose homeopática na redução da carga tributária, ano a ano, somente em 2014, os micro e pequenos empresários poderão comemorar efetivamente.
      Mas nós não podemos baixar a guarda e desistir de lutar. Vamos lutar para que o próximo governo aplique uma dose mais forte, e reduza logo a carga tributária para 3% igualando-se a muitos outros Estados.
      Vale um alerta aos empresários que se encontram irregulares perante o fisco. De nada adiantará nossa luta, se vocês não fizerem a parte que lhes cabe. Regularizem-se, pois quem não estiver em dia com o fisco Federal e Estadual, não poderá beneficiar-se da redução da carga tributária.
      É melhor, por enquanto, uma dose homeopática, do que nada.
      Porém, volto a repetir que o Estado que não cuida das micro e pequenas empresas, jamais terá grandes empresas, e estará sempre nas mãos das grandes empresas que vem de fora, e como não tem compromisso com a cidade, diante da menor crise econômica, retornam à origem, não deixando nada de legado social para a cidade.
      Por assim pensar, deixo aqui a certeza de que o rio da vida continua a singrar o seu leito, no eterno movimento e na incessante transformação.

      OTACILIO PERON
      Advogado da CDL e FCDL
  • Ele quebrou o coco
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      Entrevistado: Fábio Lewin - Coco Legal, Rio de Janeiro/RJ.

      Foi por pura diversão que Fábio Lewin, 30 anos, começou, em 2002, a envasar em saquinhos a água de coco da fazenda do pai, em Papucaia, no Rio de Janeiro. Hoje sua empresa, a Coco Legal, vende 20 mil litros mensais do produto, congelado ou resfriado, para bares, restaurantes, academias de ginástica, bufês e hospitais. Só nos últimos três anos e meio, as vendas cresceram 670%. Para 2009, a previsão de faturamento é de R$ 1 milhão.

      “Tudo começou por acaso. Alguns amigos pediram para eu levar cocos da fazenda do meu pai para uma festa. Como não coube tudo no porta-malas do carro, resolvi tentar embalar a água numa velha máquina de ensacar leite, do tempo em que a família criava gado. Deu tão certo que passei a vender os sachês na academia onde treinava jiu-jítsu. Não foi preciso esperar muito para outras academias e restaurantes começarem a fazer pedidos. O maior diferencial vinha da embalagem, barata, fácil de resfriar e prática para descartar. Hoje também vendemos água de coco em garrafa pet. A embalagem foi a grande sacada, mas não ficamos cantando vitória. Desenvolvemos um maquinário para envasar o coco sem recorrer a aditivos ou à pasteurização. Só com inovação podemos, com 14 funcionários, enfrentar os gigantes do mercado.”
      # Fonte: Site Pequenas Empresas Grandes Negócios
  • Esclarecimentos sobre antecipação de ICMS para optantes do Simples Nacional
    • Em razão da edição da Lei Complementar nº 128, de 19 de dezembro de 2008, que promoveu alterações na lei que instituiu o Simples Nacional, a Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz) apresenta esclarecimentos sobre o recolhimento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) devido nas operações com bens ou mercadorias sujeitas ao regime de antecipação do recolhimento deste imposto, nas aquisições efetuadas em outros Estados e no Distrito Federal.

      Nas operações com encerramento de tributação, ou seja, quando houver cobrança do imposto relativo a todas as etapas futuras, como ocorre no Programa ICMS Garantido Integral, não há restrição a aplicação de agregação de valores à base de cálculo do ICMS. Por outro lado, nas operações sem encerramento de tributação, como ocorre no ICMS Garantido, somente poderá ser cobrado o valor correspondente à diferença entre a alíquota interna e a alíquota interestadual, não sendo permitida a agregação de qualquer valor à base de cálculo do ICMS.

      A Sefaz explica que a diferença é calculada considerando-se as alíquotas aplicáveis às empresas não optantes pelo Simples Nacional. Isso porque havia Estados que aplicavam a alíquota interna, uma vez que, nos casos em que o vendedor era optante, não havia valor pago de ICMS na operação anterior. Assim, a cobrança era feita sobre o valor cheio (integral) correspondente à alíquota interna do Estado destinatário, o que prejudicava a empresa optante.

      Nas aquisições interestaduais de bens ou mercadorias para ativo imobilizado (computadores, imóveis, móveis e utensílios, veículos, instalações etc) ou para uso ou consumo, a diferença entre a alíquota interna e a interestadual também é calculada considerando-se as alíquotas aplicáveis às empresas não optantes pelo Simples Nacional.

      O Simples Nacional instituiu o Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, que implica o recolhimento mensal, mediante documento único de arrecadação, de tributos federal, estadual e municipal indicados na Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006.
  • ESTAGIÁRIO – RECESSO - DIREITO
    • De acordo com o disposto na Lei nº11.788/2008, art. O estagiário terá direito ao período de recesso de 30 dias, a ser gozado preferencialmente durante as férias escolares, o qual deverá ser renumerado quando ele receber bolsa ou outra forma de contraprestação, sempre que o estágio tiver duração igual ao superior a 1 ano.
      Em caso de estágio ter duração inferior a 1 ano, os dias de recesso serão concedidos de maneira proporcional.

      EMPREGADA GESTANTE
      HORAS EXTRAS – REALIZAÇÃO POSSIBILIDADE
      Na Consolidação das Leis do Trabalho, arts. 391 a 400, que versa sobre a proteção à maternidade, não há proibição expressa quanto a prorrogação da jornada de trabalho da empregada gestante.
      Assim, não havendo restrição médica ou vedação prevista em acordo ou convenção coletiva de trabalho, e observando-se a obrigatoriedade de ser firmado acordo escrito entre empregado e empregador ou a existência de contrato coletivo para o prorrogação da jornada normal, não há impedimento legal de a gestante fazer horas extras.

      UNIFORME FONECIDO PELA EMPRESA – CUSTEIO PELO EMPREGADO – IMPOSSIBILIDADE
      De acordo com o disposto na CLT, art. 458, § 2º, I, os uniformes (vestuários) fornecidos pelo empregador com a finalidade de serem utilizados pelos empregados no local de trabalho, para prestação de respectivos serviços, não são considerados salário, não havendo, dessa forma, a possibilidade de custeio por parte dos empregados para atender exigências da empresa.
      Salienta-se que é vedado ao empregador efetuar qualquer desconto nos salários do empregado, salvo quando este resultar de adiantamentos, de dispositivos de lei ou de contrato coletivo.

      EXAME MÉDICO ADMISSINAL E DEMISSIONAL
      O exame médico demissional de uma empresa pode ser usado como exame admissional por outra empresa?
      Não, pois são dois exames distintos. O exame médico admissional é de responsabilidade da empresa que admite o empregado, para que possa avaliar se o empregado, para que possa avaliar se o empregado está apto para exercer a atividade para a qual foi contratado.
      Já o exame médico demissional, que também é de responsabilidade do empregador, verifica se o empregado, não foi acometido por nenhuma doença ocupacional, estando apto para ser dispensado, encerrado, assim seu ciclo dentro estabelecimento.
      Fonte: Informativo Audicon - Setembro 2009
  • Façamos Da Crise Uma Oportunidade!
    • A chave do negócio é saber encarar a adequação às novas regras, não como uma crise, mas uma maneira de transformá-la num investimento”.(Eyal Rudnik, presidente de marketing para as Américas da Nice Systems)





      Em meio a este período “negro” no mundo dos negócios, onde nos deparamos com o turbilhão nas bolsas de valores, com o disparar do dólar, e vivenciando um momento recheado de demasiada incerteza, é exatamente diante dos efeitos negativos da crise norte-americana que devemos considerar importante repensar nossa postura diante deste cenário. Pode-se dizer que o que irá determinar se vamos nos submergir, ou se acabamos de submergir ou se emergimos e ressurgimos das cinzas, será nossa atitude.

      Entretanto, observamos que para muitos a crise é sinônimo de um verdadeiro caos. Tais pessoas são inertes ao fato vivido, se tornando verdadeiros “parasitas”, deixando a situação chegar à ruína; por outro lado, observamos que para os mais inteligentes a crise se torna sinônimo de oportunidade, de aprendizagem, de superação, de desenvolvimento e de crescimento, uma vez que se cria uma saída. Para estes, mesmo diante da turbulência e vivendo o tempo todo sob a incerteza e sob muita pressão, sempre apresentarão atitude e postura otimistas, e isto contribui sobremaneira para que se aflorem talentos e habilidades, o que em momentos anteriores se encontravam adormecidos, encontrando assim diversas saídas e este é o caminho.

      É bem verdade que se entrarmos em pânico diante de qualquer crise, não conseguiremos enxergar as saídas, não conseguiremos vislumbrar um futuro promissor e como conseqüência correremos o risco de entrarmos em um verdadeiro colapso e sairmos de vez do mercado. Além de ser preciso de maneira urgente e emergente que assumamos a responsabilidade, é preciso revisar conceitos, atitudes, comportamentos e procedimentos. Igualmente é preciso também que tenhamos sabedoria, paciência, criatividade, muita dedicação, ousadia, otimismo, determinação, perseverança, muito conhecimento e discernimento, para buscarmos soluções de forma conjunta, enxergando saídas, sendo pró-ativos, tomando as rédeas do nosso próprio destino, assumindo o seu controle, e assim, revertendo o “quadro” encontrado, superando a crise e dando a volta por cima.

      Torna-se de fundamental importância retirar o foco do problema e migrar o foco para a solução do mesmo; assim, começará a enxergar que existe luz no fim do túnel e perceberá que diante de uma “tempestade” não se deve cruzar os braços, mas deve-se agir de maneira cautelosa e de forma inteligente.

      Diante da volatilidade da bolsa em meio a esta crise norte-americana que assola todo o mundo, proporcionando uma crise de ordem global e que todos nós estamos enfrentando, o que se observa são, por conseqüência, tensão, turbulência e pânico no mercado financeiro, onde se verifica cada vez mais o aumento do custo do crédito para as empresas.

      Diante de todo este cenário e do risco muito alto, devemos estar preocupados em traçar um bom planejamento estratégico para proteger o que já temos, optando em fazer investimentos conservadores, deixando de lado qualquer financiamento, mesmo que planejado para depois. Em um momento como este, contrair dívida poderá ser fatal; assim, avaliar os riscos e agir com cautela, avaliando os impactos das tomadas de decisões é o melhor que se tem a fazer, pois, sobreviver no mercado, fica cada vez mais difícil.

      É de se notar que nunca ficou tão difícil alcançar resultados. Em meio a este “temporal”, reclamar de nada adiantará. O segredo é agir com muita disciplina, ousadia e vontade de vencer, mas agir em equipe e com os pés no chão, valorizando cada vez mais todos os colaboradores envolvidos. É bastante útil elaborar e colocar em prática um bom planejamento estratégico, através de uma equipe composta de multiprofissionais, envolvendo a área de marketing, área jurídica, departamento de pessoal, finanças, logística, comunicação, enfim, toda a área operacional, pois, este planejamento será de fundamental importância para a sobrevivência da empresa. É com essa sutil estratégia, que poderíamos chamar de “ferramenta-ouro”, que poderemos enxergar os pontos vulneráveis e fracos da empresa, atuando de forma a atacar estes pontos fracos e a transformá-los em fortes, fazendo com que estes deixem de ser ameaças para a empresa e passem a constituir oportunidades.

      Paralelamente é necessário reavaliar projetos que trarão para empresa resultado financeiro de maneira imediata, revendo contratos, reavaliando, além da saúde financeira da empresa, posturas e condutas, monitorando cada vez mais as ações, para assim ter maior chance de fazer a melhor tomada de decisão. Com todo esse arcabouço estratégico poderemos conseguir que nossa empresa não somente faça a diferença, mas permaneça perene no mercado e com solidez financeira, continuando assim, mesmo após a realização de “cortes”, a manter tudo funcionando de forma rentável em um ambiente cheio de turbulência.

      De tudo o que foi visto, é de se concluir que o grande desafio é ter a serenidade e a sabedoria de aplicar a ferramenta correta ou estratégica para que o “vendaval” não nos atinja, permanecendo então com solidez no mercado até que outro alvorecer novamente nos traga os tão desejados “bons ventos”.
  • FRIGORÍFICO EM SANTA CARMEM
    • Santa Carmem: lideranças buscam atrair frigorífico de aves
      21 de janeiro de 2009 - 10h10


      O prefeito Alessandro Nicoli (PR) e o deputado Dilceu Dal’Bosco (DEM) estão mantendo contatos com um grupo empresarial para implantar um frigorífico de aves no município (35 km de Sinop). Nicoli já buscou apoio do governador Blairo Maggi para serem definidos os incentivos fiscais. O estudo da empresa seria fazer uma unidade com capacidade para abater 160 mil aves, sendo necessários 240 aviários - cada um produzindo cerca de 30 mil frangos.

      O deputado Dilceu Dal’Bosco defende a criação de uma cooperativa de produtores para garantir matéria prima e disse que há financiamentos de fundos de investimentos, bancos oficias.

      A geração de empregos é o principal desafio do novo gestor
      de Santa Carmem. A base da economia de Santa Carmem é a agricultura e o setor madeireiro. o ìndice de desemprego na cidade é alto e a implantação do frigorífico resolveria grande parte do problema. A prefeitura está definindo uma área para atrair indústrias, argumentando que está próxima de Sinop e o acesso, via rodovia Adão Scherer, que está pavimentada, é rapido.


      Fonte: Só Notícias
  • Frigorifico Santa Carmem
    • Santa Carmem: lideranças buscam atrair frigorífico de aves
      21 de janeiro de 2009 - 10h10


      O prefeito Alessandro Nicoli (PR) e o deputado Dilceu Dal’Bosco (DEM) estão mantendo contatos com um grupo empresarial para implantar um frigorífico de aves no município (35 km de Sinop). Nicoli já buscou apoio do governador Blairo Maggi para serem definidos os incentivos fiscais. O estudo da empresa seria fazer uma unidade com capacidade para abater 160 mil aves, sendo necessários 240 aviários - cada um produzindo cerca de 30 mil frangos.

      O deputado Dilceu Dal’Bosco defende a criação de uma cooperativa de produtores para garantir matéria prima e disse que há financiamentos de fundos de investimentos, bancos oficias.

      A geração de empregos é o principal desafio do novo gestor
      de Santa Carmem. A base da economia de Santa Carmem é a agricultura e o setor madeireiro. o ìndice de desemprego na cidade é alto e a implantação do frigorífico resolveria grande parte do problema. A prefeitura está definindo uma área para atrair indústrias, argumentando que está próxima de Sinop e o acesso, via rodovia Adão Scherer, que está pavimentada, é rapido.


      Fonte: Só Notícias
  • Igreja Católica de Vera
  • IMPORTÂNCIA DO TREINAMENTO
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      Para muitas pessoas, o treinamento ainda é visto como uma tarefa desnecessária no dia a dia do trabalho. Mais do que necessário eu diria ser o treinamento fundamental para a sobrevivência das empresas.


      Quando pensamos em treinamento, logo vem na cabeça aquela imagem de uma sala de aula, aonde voltamos ao tempo de escola com um professor e provas para verificar o aprendizado porém o ato de treinar pode assumir várias formas além da convencional.


      Qualquer instrução de trabalho já é considerada um treinamento e inclusive é importantíssimo que passemos a efetuar essas instruções de maneira habitual. As pessoas com o passar do tempo em qualquer atividade que exerçam, tornam-se acomodadas e adquirem vícios em nome da pressão que sofrem, do estresse que sentem e também por não saber executar suas atividades de outras formas além das que aprenderam em outros empregos. Por isso mesmo, é preciso que muitas vezes informalmente os líderes ajustem comportamentos e atitudes que considerem divergentes às recomendáveis na suas empresas

      .
      Verificar periodicamente se os profissionais estão atuando com ética, com respeito às normas estabelecidas, de maneira coerente e com eficiência é uma tarefa que deve ser executada pelos gestores ou responsáveis. A partir disso, deve-se estabelecer planos de ação para moldar e melhorar a produtividade.


      Outro ponto importante: existem pessoas que não se sentem bem em realizar testes, provas ou exporem-se diante dos colegas de trabalho e apesar de bons profissionais podem por tudo a perder pelo nervosismo de estarem sendo avaliados. Para casos assim, recomendo uma tática que aprendi em um curso de inglês que realizei. Ao invés daqueles testes odiosos de conversação, a professora avaliava os alunos conversando informalmente com eles, de maneira que não se sabia que aquilo era um teste. Ela escolhia alguém e conversava no idioma, sobre vários temas, utilizando o que aprendemos no período e já tendo uma avaliação prévia que ela fazia durante as aulas normais. Desta forma, o aluno era avaliado em seu estado “normal” sem a pressão de estar realizando uma prova e obviamente seu potencial de mostrar o que sabia realmente era muito maior. Achei o método fantástico e inteligente e passei a aplicá-lo em minha vida profissional, para avaliar a eficácia de treinamentos realizados.


      O treinamento deve servir para isso, para melhorar a produtividade das pessoas, para que elas realizem seus trabalhos e abram suas cabeças para o novo, para a criatividade e a eficiência em suas atividades. Treinar com consciência é tarefa de muito valor e ótimos resultados.
  • Invisto na minha formação ou no crescimento da empresa?
    • Eduardo Bom Angelo*
      Abri há três meses uma agência de comunicação. Agora, meu sonho é fazer um curso nos Estados Unidos para aprimorar uma área que pretendo desenvolver como um diferencial do negócio. Gostaria de fazer a viagem no ano que vem, mas tenho medo de criar um problema com meus futuros clientes. Eles podem ficar inseguros e receosos, ainda que eu deixe alguém de confiança no meu lugar. Outra opção seria fazer o curso agora, já que os clientes ainda são poucos. Mas, nesse caso, faltaria dinheiro para o investimento na minha formação. O que fazer?

      Empresária Isabel Geo, de São Paulo.

      Resposta do Especialista

      Isabel, investir em si mesma é quase sempre garantia de um bom retorno, ainda mais quando este investimento se refletirá na empresa como diferencial para o seu negócio. Acredito que sua preocupação, apesar de pertinente, não pode se tornar um fator impeditivo desta viagem. É preciso planejar esta fase com cuidado, mas com certeza você colherá bons frutos.

      Qual o melhor momento para a sua viagem? Esta pergunta não é fácil de responder. Você é, sem dúvida, a pessoa mais indicada para avaliar o momento certo de se ausentar. No entanto, é imprescindível saber que uma empresa sólida e sustentável tem que poder andar pelas próprias pernas. Para isso, você deve montar uma equipe de profissionais competentes e comprometidos, além de desenvolver um relacionamento consistente de confiança com seus clientes. É nesse momento que entra o planejamento. Trace todos os passos para que a sua empresa ande sozinha no momento em que você estiver fora.

      Comece o seu planejamento avaliando o cenário atual. Quem são os seus clientes e qual o seu grau de competitividade? Se você ainda não tem o perfil catalogado, é interessante criar uma base com nome do cliente, tamanho, ramo de atuação, data em que se tornou parceiro, além de todos os trabalhos realizados, valor dos projetos e, se possível, uma avaliação de satisfação em relação à entrega. Quando estiver montando esta base, aproveite para entrar em contato com eles, solicite a atualização cadastral das pessoas de contato, converse com elas, enfim, alimente este relacionamento. Procure levantar quais os pontos que podiam ser melhorados na empresa e nos serviços. Pontue tudo isso em um relatório detalhado.

      A partir daí, você terá a oportunidade de avaliar quem são seus clientes mais importantes, que tipo de trabalho eles solicitam e qual o perfil de profissional que atenderia às suas demandas. Identifique como deve ser a equipe para que você possa, cada vez mais, ter um papel mais estratégico e menos operacional dentro da sua empresa. Como o negócio é muito novo, pense em parcerias e até mesmo em sociedade para atrair bons profissionais.

      Quando você identificar que tem uma equipe pronta para levar seu negócio adiante, tenho certeza de que sua insegurança em relação a esta ausência irá diminuir. Você poderá então buscar novos diferenciais e aumentar sua base de clientes. Enquanto estiver fora, torne-se conselheira dentro do seu próprio negócio. Nomeie um gestor, ou sócio, que tomará as decisões, se reportando a você em reuniões periódicas e, desta forma, você poderá sempre participar das decisões.

      Sugiro que faça cursos na área de recursos humanos e gestão de pessoas para que saiba como montar esta equipe e, mais importante, motivá-la e mantê-la. Espero que sua experiência no exterior seja produtiva e alavanque seu projeto de vida. Sucesso!
  • ISPENSADO AR NA COMUNICAÇÃO PRÉVIA AO CONSUMIDOR SOBRE NEGATIVAÇÃO
    • Muito se tem discutido sobre a forma de notificação ao consumidor, antes de registrar o seu nome no SPC.
      Alguns defendiam que, para atender a exigência imposta pelo § 2° art. 43 do Código de Defesa do Consumidor, havia a necessidade da comunicação prévia ser via Aviso de Recebimento (AR), e tantos outros achavam que era dispensada tal formalidade, bastando para tanto, comprovar o envio da correspondência ao consumidor.
      No Estado de Mato Grosso, já existe Legislação Estadual, disciplinando tal assunto. É a lei 8765 de 07/12/2007, que dispensa o Aviso de Recebimento (AR), para a comunicação prévia ao consumidor, bastando comprovar a postagem da correspondência neste sentido.
      Agora, o Superior Tribunal de Justiça sumulou o assunto, ao aprovar a Sumula de numero 404, com a seguinte redação: “é dispensável o Aviso de Recebimento (AR) na carta de comunicação ao consumidor sobre a negativação de seu nome em bancos de dados e cadastros.”
      Vê-se que este assunto agora restou pacificado, bastando o SPC enviar tal comunicação prévia, via correspondência, ao endereço fornecido pelo consumidor ao credor. Acabou não só o AR, como aquela velha história do consumidor alegar que não recebeu ou que não assinou o aviso de recebimento.
      Agora não tem mais jeito. Se não pagar, o nome estará “sujo na praça”. Resta aqui um alerta ao consumidor. Toda vez que mudar de endereço, deve comunicar o novo endereço ao credor, para não ter dissabores mais tarde.
      Doravante, basta os bancos de dados enviarem correspondência para o endereço fornecido pelo credor. Se o consumidor estiver devendo na praça, e mudou de endereço, mas não avisou, com certeza terá uma surpresa desagradável no momento em que pretender fazer novas compras a prazo ou com cheque.
      Não vale mais aquela história de fugir da cobrança se fazendo de desavisado, e ainda ir à justiça pedir dano moral. Essa indústria do dano moral acabou. Pelo menos é o que se espera, que nossa Justiça Estadual aplique o que dispõe a Sumula suso mencionada.

      OTACILIO PERON
      ADVOGADO DA CDL E FCDL
  • Lamurias Plangentes da SEFAZ
    • Estamos habituados a ler e assistir, quase que diariamente, a SEFAZ utilizar-se da mídia para reclamar do judiciário mato-grossense, que vem concedendo liminares em favor dos contribuintes. Deve-se ponderar que o judiciário somente se movimenta quando é instado para tal, em face de algum processo, decorrente de impasses ou injustiças a que são submetidos os contribuintes, a todo instante, e que, de forma administrativa não obtiveram êxito.
      O atual momento, faz-nos lembrar de um passado não tão distante, mas muito triste, quando o Judiciário Estadual era o único caminho para que os empresários mantivessem preservadas suas garantias constitucionais.
      Lamentavelmente, estamos assistindo a reprise deste filme, pois a SEFAZ rompeu, praticamente, o diálogo com os empresários, e administrativamente torna-se impossível solucionar os inúmeros impasses provocados diariamente por novos Decretos, Portarias e Resoluções ilegais e inconstitucionais, tornando a vida do empresário mato-grossense um verdadeiro caos, já combalido pela alta carga tributária.
      A Legislação Tributária Estadual é um verdadeiro emaranhado, de difícil compreensão até para os profissionais contabilistas e advogados.
      Para o empresário, a Legislação Tributária é um tormento constante, pois a cada momento a SEFAZ muda a regra do jogo, atropelando o Código Tributário e a Constituição, com o objetivo único de arrecadar, arrecadar e arrecadar.
      Exemplo disso é o Decreto n.º 2033/2009 que foi julgado inconstitucional e que apesar de proteger o comércio local, fere os mais comezinhos princípios de direito. Não é através de Leis e Decretos ilegais que o Estado vai proteger-se das vendas não presenciais. A SEFAZ até quando acerta na intenção, erra na ação.
      Devemos fazer justiça ao ilustre Secretário de Fazenda, que ultimamente tem reaberto o diálogo com os empresários, porém não está conseguindo conter as inúmeras arbitrariedades cometidas por alguns ilustres servidores da SEFAZ.
      E é neste momento que o judiciário é importante, pois independente e alheio as lamurias plangentes, procura distribuir a justiça, estancando as injustiças e as ilegalidades, restabelecendo assim o tão conclamado equilíbrio social.

      OTACÍLIO PERON
      Advogado da CDL e FCDL/MT
  • LEI Nº 9.256, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2009
    • Autor: Deputado Riva


      Proíbe o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco, na forma que especifica, e cria ambientes de uso coletivo livres de tabaco.


      A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MATO GROSSO, tendo em vista o que dispõe o Art. 42, § 6º da Constituição Estadual, aprova e o Governador do Estado promulga a seguinte lei:


      Art. 1º Esta lei estabelece normas de proteção à saúde e de responsabilidade por dano ao consumidor, nos termos do Art. 24, incisos V, VIII e XII, da Constituição Federal, para criação de ambientes de uso coletivo livres de produtos fumígenos.


      Art. 2º Fica proibido no território do Estado de Mato Grosso, em ambientes de uso coletivo, públicos ou privados, o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco.


      § 1º Estão excluídos da determinação do caput os locais abertos em pelo menos um de seus lados, como varandas, calçadas, terraços, balcões externos e similares.


      § 2º Para os fins desta lei, a expressão “recintos de uso coletivo” compreende, dentre outros, os ambientes de trabalho, de estudo, de cultura, de culto religioso, de lazer, de esporte ou de entretenimento, áreas comuns de condomínios, casas de espetáculos, teatros, cinemas, bares, lanchonetes, boates, restaurantes, praças de alimentação, hotéis, pousadas, centros comerciais, bancos e similares, supermercados, açougues, padarias, farmácias e drogarias, repartições públicas, instituições de saúde, escolas, museus, bibliotecas, espaços de exposições, veículos públicos ou privados de transporte coletivo, viaturas oficiais de qualquer espécie e táxis.


      § 3º Nos locais previstos nos §§1º e 2º deste artigo deverá ser afixado aviso da proibição, em pontos de ampla visibilidade, com indicação de telefone e endereço dos órgãos estaduais responsáveis pela vigilância sanitária e pela defesa do consumidor.


      § 4º Nos recintos coletivos fechados é facultada a segregação de áreas para fumantes, desde que delimitadas por barreira física e equipadas com soluções técnicas que permitam a exaustão do ar da área de fumantes para o ambiente externo.


      Art. 3º O responsável pelos recintos de que trata esta lei deverá advertir os eventuais infratores sobre a proibição nela contida, bem como sobre a obrigatoriedade, caso persista na conduta coibida, de imediata retirada do local, se necessário mediante o auxílio de força policial.


      Art. 4º Tratando-se de fornecimento de produtos e serviços, o empresário deverá cuidar, proteger e vigiar para que no local de funcionamento de sua empresa não seja praticada infração ao disposto nesta lei.


      Parágrafo único O empresário omisso ficará sujeito às sanções previstas no Art. 56 da Lei Federal nº 8.078, de 11 de setembro de 1990 - Código de Defesa do Consumidor, aplicáveis na forma de seus Arts. 57 a 60, sem prejuízo das sanções previstas na legislação sanitária.


      Art. 5º Qualquer pessoa poderá relatar ao órgão de vigilância sanitária ou de defesa do consumidor da respectiva área de atuação, fato que tenha presenciado em desacordo com o disposto nesta lei.


      § 1º O relato de que trata o caput deste artigo conterá:

      I - a exposição do fato e suas circunstâncias;

      II - a declaração, sob as penas da lei, de que o relato corresponde à verdade;

      III - a identificação do autor, com nome, prenome, número da cédula de identidade, seu endereço e assinatura.


      § 2º A critério do interessado, o relato poderá ser apresentado por meio eletrônico, no sítio de rede mundial de computadores - internet dos órgãos referidos no caput deste artigo, devendo ser ratificado, para atendimento de todos os requisitos previstos nesta lei.


      § 3º O relato feito nos termos deste artigo constitui prova idônea para o procedimento sancionatório.


      Art. 6º Esta lei não se aplica:

      I - aos locais de culto religioso em que o uso de produto fumígeno faça parte do ritual;

      II - às instituições de tratamento da saúde que tenham pacientes autorizados a fumar pelo médico que os assista;

      III - às vias públicas e aos espaços ao ar livre;

      IV - às residências;

      V - aos estabelecimentos específica e exclusivamente destinados ao consumo no próprio local de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco, desde que essa condição esteja anunciada, de forma clara, na respectiva entrada.


      Parágrafo único Nos locais indicados nos incisos I, II e V deste artigo deverão ser adotadas condições de isolamento, ventilação ou exaustão do ar que impeçam a contaminação de ambientes protegidos por esta lei.


      Art. 7º As penalidades decorrentes de infrações às disposições desta lei serão impostas, nos respectivos âmbitos de atribuições, pelos órgãos estaduais de vigilância sanitária ou de defesa do consumidor.


      Art. 8º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.


      Palácio Paiaguás, em Cuiabá, 27 de novembro de 2009.





      as) BLAIRO BORGES MAGGI

      Governador do Estado
  • lider motive-se
    • Por Débora Martins


      É fácil ficar à toa, desesperançado e desse modo desistir de empenhar-se pelo êxito de sua equipe.

      Afinal você já fez tudo o que podia para tentar transformar a sua equipe em um time de campeões.

      Talvez você esteja pensando "eles são insaciáveis", por mais que eu me desdobre para organizar festas ou premiar, nada surte o efeito esperado.

      Jamais pense assim, você deve progredir. Não pense que a sua criatividade acabou.

      Procure ser o melhor em sua profissão, sendo original e produzindo o seu trabalho com amor e determinação. Seja empreendedor, crie bons hábitos.

      Revele aos outros o que há de melhor em seu interior, pois a sua capacidade é infinita e você sabe disso.

      Abrace seus ideais e seja um empreendedor. Trate tudo na empresa em que trabalha como se fosse seu, comece elogiando as pessoas de maneira sincera, faça bom uso dos equipamentos, economize papel, zele pela limpeza do local.

      Torne-se um exemplo. As pessoas necessitam de mentores, pessoas como você, engajadas e comprometidas com o sucesso.

      Você é capaz! Sua equipe precisa de um líder motivado, alguém seguro, uma pessoa capaz de criar sinergia no ambiente de trabalho.

      Abra os seus horizontes, procure fazer as pequenas coisas de maneira extraordinária.

      Esteja aberto para receber críticas e comece a trabalhar os seus pontos fracos.

      Um estilo de liderança introspectivo, arrogante e apático é ineficaz, deteriora a moral e o clima organizacional.

      Dale Carnegie, disse o seguinte: "Eis o que toda pessoa de sucesso deseja: a luta, o desafio".

      Não é necessário entender muito sobre o comportamento humano, basta conhecer a si próprio e compreender quais são as suas motivações.

      Status? Dinheiro? Benefícios? Boas condições de trabalho?

      Acredito que as pessoas só podem motivar quando estão motivadas, assim conseguem verdadeiramente expressar o seu valor.

      Se o trabalho é excitante e interessante o que não faltará serão pessoas comprometidas em realizá-lo com afinco.

      Concentre sua atenção no seu interior, e busque em todo o seu repertório maneiras de transmitir a sua equipe a melhor de todas as motivações - o bem estar de um coração tranqüilo.
  • livro bacana do mês (em 2 minutos)
    • A obra traz grandes ideias de negócios e tem o mérito de apresentá-las sem criar receitas.

      OPORTUNIDADES DISFARÇADAS,
      de Carlos Domingos, Sextante, R$ 29,90

      >A GRANDE IDEIA: é um livro essencialmente sobre grandes ideias de negócios. Entre centenas de casos pesquisados durante sete anos, há sempre um ou outro que fala mais alto. A organização do livro, dividido em 16 tópicos, como Crise e Erro, ajuda a encontrar uma história mais próxima à própria experiência de cada um.

      >O CAPÍTULO IMPERDÍVEL: em tempos de crise global, a compilação de Oportunidades Disfarçadas na Crise tem apelo potencializado. Você fica sabendo que o jogo Banco Imobiliário surgiu devido à Grande Depressão dos anos 1930, nos EUA.

      >PASSE PRA FRENTE: a obra tem o mérito de apresentar as ideias sem criar receitas. Por isso, torna-se um livro de referência para gestores em geral. Domingos aborda casos de gigantes internacionais, como Disney, Microsoft e Toyota, mas equilibra o conteúdo com brasileiros, entre os quais O Boticário, a Gol e Casas Bahia.

      >PASSE BATIDO: nas primeiras frases de Oportunidades Disfarçadas no Sofrimento, o próprio autor avisa: “Este é o capítulo mais filosófico do livro”. É o único que não apresenta exemplos. Em lugar, Domingos cai na tentação da autoajuda e desfila clichês como “vivemos a ditadura da felicidade”.

      >VEREDITO: 8 (nossa escala vai de 0 a 10. 1= Quem Comeu o Meu Queijo?; 10= Empresas Feitas para Vencer)



      47% dos pequenos empresários já usaram o caixa do negócio para pagar despesas pessoais
      Fonte: pesquisa realizada pelo Sebrae-SP com 300 micro e pequenas empresas paulistas Fonte: pesquisa realizada pelo Sebrae-SP com 300 micro e pequenas empresas paulistas .



      Fonte: Site Pequenas Empresas e Grandes Negócios.
  • Meu primeiro negócio
    • Em 2008, Darlan Dallacosta deixou a universidade para abrir sua empresa. Hoje, fatura R$ 300 mil por ano e acaba de receber investimentos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).
      Em junho de 2008, o engenheiro mecânico Darlan Dallacosta, 27 anos, traçava o caminho inverso da maioria dos pesquisadores brasileiros: deixava para trás a universidade, mais precisamente o centro de pesquisas da Universidade Federal de Santa Catarina, para abrir a própria empresa, transformando em lucros o conhecimento acumulado ao longo de muitos anos.

      Prestes a concluir seu doutorado em biomecânica, hoje ele está à frente da Scitec Soluções em Ensaios de Materiais e Produtos, com sede na cidade de São José, em Santa Catarina. A empresa, com apenas três funcionários, é uma das únicas no país especializada na avaliação de materiais e desempenho de produtos acabados para a área da saúde. “Fazemos testes completos de qualidade e performance de acordo com as normas nacionais e internacionais, em trabalhos que podem durar de poucas horas a 60 dias de operação contínua”, diz Dallacosta. Na carteira, 20 clientes, a maioria pequenos e médios fabricantes de próteses ortopédicas, que juntos garantem à Scitec um faturamento anual de R$ 300 mil. “A meta é atender pelo menos 40 parceiros nos próximos dois anos e expandir a participação no mercado, com trabalhos voltados às indústrias automobilística e naval.

      O pontapé inicial a Scitec recebeu nesta terça-feira (27) durante a realização do XIX Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas e do III Fórum Global de Inovação & Empreendedorismo do InfoDev, iniciativa do Banco Mundial, que acontece em Florianópolis, Santa Catarina. A empresa é uma das 1.400 selecionadas para receber investimentos do Programa da Primeira Empresa, uma iniciativa do Ministério da Ciência e Tecnologia por meio da Finep. Serão R$ 120 mil de subvenção no primeiro ano para serem aplicados basicamente em consultorias de gestão e marketing e mais R$ 120 mil de empréstimo subsidiado, a juros zero e 100 meses para pagamento. “A ideia é aplicar a verba em consultorias de marketing, financeiras e jurídica, áreas em que somos mais deficientes, e ampliar a gestão laboratorial”, diz o empresário. “O próximo passo será oferecer ao mercado uma variedade de testes capaz de garantir aqui a realização de procedimentos que hoje são feitos apenas no exterior
  • motivação pessoal
    • Em um das passagens do livro Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carol, Alice está perdida e trava uma conversa com o gato, ela pergunta ao gato qual caminho deve seguir, o gato retruca perguntando onde ela quer ir e ela responde que não sabe, assim o gato responde: "Se você não sabe para onde quer ir, então qualquer caminho serve...".



      Quando pensamos sobre a concepção de um projeto pessoal de vida temos que ter em mente dois verbos: o fazer e o ser (podemos incluir ainda um terceiro verbo: o ter), ou seja, o que fazer para ser o que queremos e ter o que queremos. Um projeto começa com um desejo de estar melhor, uma noção difusa, que não define como; para realizá-lo é preciso ter clareza para onde se quer ir, construindo uma estratégia para poder atingir, porém a realização é limitada pelas crenças e paradigmas pessoais. Para acontecer uma ação bem sucedida é preciso ter disciplina e dedicação.

      Uma pessoa interessada em criar um projeto pessoal de vida, seja para escolher uma carreira profissional, mudar de emprego ou aprimorar suas habilidades, precisa seguir algumas premissas: é necessário sentir que precisa mudar; que é vantajoso mudar; que é possível mudar; e que chegou a hora de mudar. Após a definição de que haverá mudança, é preciso apreender o sistema de crenças pessoais, ou seja, entender as crenças, as verdades subjetivas, o que influi na forma de sentir e agir. As crenças existem para a sobrevivência do sujeito, são sistemas lógicos (ou pretensamente lógicos) gerados numa estrutura mental, as crenças mais significativas se instalam no período da infância, da formação estrutural do sujeito. Muitas crenças são irracionais, fantásticas, mágicas, não sendo fundamentada em fatos, mas por estarem ligadas ao campo emocional, acabam tendo influência quase que absoluta no nosso modo de pensar, sentir e agir. O sistema de crenças tem por finalidade evitar a dor (o sofrimento, o perigo); buscar o prazer (físico, de realização psicológica ou estético); e proceder julgamentos primitivos como bom (carinho, calor, prazer) ou ruim (frio, dor, ausência de carinho).

      Não existem pessoas sem sistemas de crenças, porém muitas crenças agem de forma a limitar o sujeito, ou melhor, agem contra a pessoa, como por exemplo podemos citar as crenças catastróficas: problemas não escolhem hora nem lugar, escolhem você; se algo tiver que dar errado, dará. (a famosa Lei de Murphy). Assim, a questão é definir que crenças queremos ter. Mudar crenças é mudar a forma de se pensar, e isso não é nada fácil, é preciso ter dedicação e perseverança e muito planejamento estratégico para desenvolver um sistema de crenças que façam mais sentido para a forma como se quer viver.

      Os fatores que determinam o sucesso são o entusiasmo, o fazer por prazer, dedicação, empenho, persistência, atitude positiva, otimismo, bom humor, inovação, autenticidade, simplicidade, decisão ágil, ação efetiva, comunicação eficaz e, principalmente, ter clareza para onde se quer ir e como chegar, além de desenvolver os meios para atingir o compromisso consigo. Os fatotes que impedem o sucesso são o negativismo, pessimismo, abatimento, baixa auto-estima, insegurança, inibição, omissão (medo de correr riscos), perfeccionismo (medo de errar), mentiras, trapaças, tramóias e mau humor.

      A atitude construtiva para o desenvolvimento da estrutura do pensamento estratégico é a reciclagem da imagem (romper com o passado de insucesso), desenvolver competências (continuamente), evitar a busca frenética de resultados (falsa produtividade), assumir e cumprir compromissos (evitar justificativas), controlar a soberba (evitar atitude presunçosa), vencer a inveja (foco produtivo), ser polido, usar a cortesia (evitar impulsividade), participar, interessar-se pelos outros, saber ouvir, expor, pedir e negar.

      Qualquer pessoa que queira crescer, em qualquer nível da vida, deve lembrar que os significados do que acontece ou aconteceu, daquilo que se colocam nos caminhos da vida, depende de como se olha para esses fatos. O passado é aquilo que se acredita que ele foi e não aquilo que talvez ele tenha sido, por isso mudar a linguagem (o pensamento) possibilita experimentar novos modos de sentimentos e significados.



      Referência:
      MOACIR, Carlos - "Motivação para Crescer. Gestão de Projeto Pessoal. Competências Essenciais" (2002) apontamentos de aulas ministradas no Curso de Especialização em Psicologia Social das Organizações do Departamento de Psicologia Social e do Trabalho do Instituto Sedes Sapientiae de São Paulo.
  • mundo hoje é bom para empreender?
    • O mundo hoje é bom para empreender?
      Maravilhoso. As pequenas empresas, as jovens e mesmo quem chega atrasado ao mercado têm grande potencial.

      Ele acredita que você, leitor, pode mudar o planeta e tirar do topo as grandes empresas. No ciberespaço, tudo pode se transformar (a seu favor).

      Eleito pela revista inglesa The Economist como um dos cinco maiores gurus em gestão do mundo, o japonês Kenichi Ohmae começa a responder à primeira pergunta desta entrevista praticamente sem mexer os músculos da face. Autor de mais de 170 livros, professor ou membro do conselho de algumas das principais universidades do mundo (como as norte-americanas Wharton e UCLA), ele é severo até mesmo com sua classe. “Acho que acadêmicos e escritores de livros de negócio tendem a simplificar o mundo”, diz, após dar uma palestra em São Paulo na ExpoManagement, da HSM. Conhecido como o Senhor Estratégia, Ohmae acredita que cada situação deve ser avaliada em sua especificidade. Quem souber fazê-lo e tiver uma “antena” para captar as transformações globais sairá na frente.
      O que o futuro reserva aos empreendedores?
      As empresas estão acostumadas a trabalhar em um contexto que não existe mais. O mundo está em profunda mudança. Primeiro, ele é muito maior. Os empreendedores têm que buscar consumidores e recursos para desenvolver o seu negócio não apenas nos 20 países mais ricos do Hemisfério Norte, mas talvez em 50 países de diferentes continentes. Outro aspecto é que estamos caminhando para um mundo sem fronteiras. Não é mais necessário apresentar passaporte para ir do Japão à China e à Coreia do Sul. Há o ciberespaço, que é grande e explosivo. E um último aspecto é o domínio de indicadores que trazem a necessidade de disciplina nas finanças.

      Como o Brasil é visto nesse contexto?
      Eu diria que, daqui a cinco anos, vamos ver muito mais empresas brasileiras no cenário global. Há pessoas muito boas no país em design, moda e tecnologia da informação. Jovens que podem competir na Europa e nos Estados Unidos. O Brasil está mais rico e promissor, mas eu vejo uma tensão social maior do que dez anos atrás. E isso é verdade também na Índia e na China. Se você fizer uma pesquisa de opinião na China, as pessoas vão dizer que este ano foi melhor do que o ano passado, apesar de a diferença entre os centros e as áreas suburbanas estar aumentando. É desse jeito que o governo chinês está conseguindo manter 700 milhões de pessoas pobres razoavelmente quietas.

      Temos hoje então ilhas de prosperidade?
      Sim, mas no caso do Brasil não há ainda uma clareza de qual indústria ou que tipo de nova tecnologia é destaque em relação ao resto do mundo. Costumavam ser os biocombustíveis, mas agora eles estão em todo lugar e, nos próximos cinco anos, haverá muitas formas diferentes de produzir energia pela biologia. O Brasil é forte, grande, mas ao mesmo tempo você pode descrever o que o país é capaz de fazer melhor do que qualquer outro? Vocês não têm uma mensagem específica para transmitir ao resto do mundo e é preciso fazer isso rapidamente para atrair capital e tecnologia. Não existe mercado natural. Longe disso. Não foi fácil para o Japão avançar industrialmente. Tivemos de fazer coisas únicas: just in time, tecnologias de baixo custo, inovação.

      Como os empreendedores podem construir uma estratégia para lidar com a mudança de cenário?
      Os empreendedores devem olhar para os consumidores e verificar se eles estão completamente satisfeitos com os produtos e serviços que oferecem. Ou se há espaço para melhorar. Você não deve nunca pensar em uma estratégia que parta de dentro da sua própria empresa. Nem de teorias desenvolvidas no meio acadêmico, porque elas são baseadas em referências de 20 ou 30 anos atrás. A sociedade era então muito estável e você podia definir o seu cliente e o seu concorrente. Agora não há fronteiras claras. O consumidor pode até mesmo participar de sua equipe, ajudando a desenvolver um produto. E o seu competidor pode vir de vários setores. O importante, atualmente, é ter sensibilidade e uma antena para perceber o que se passa fora da empresa. É preciso viajar, conhecer os consumidores no Japão, China, Europa e Estados Unidos e verificar como suas necessidades latentes estão sendo atendidas por outras empresas. E como você pode fazer melhor e mais barato. Nunca do mesmo jeito.

      O Brasil é forte, grande, promissor, mas você pode descrever o que o país é capaz de fazer melhor do que qualquer outro?”


      Mesmo se tiver um negócio estritamente local, o empreendedor precisa olhar o que está acontecendo no resto do mundo?
      A internet é um recurso excelente. Hoje você pode ter gente do mundo todo participando, on-line, da criação e aprimoramento dos negócios. Empresas como a Procter & Gamble desenvolvem metade dos seus produtos com pessoas de fora da organização que nunca viram. A Ely Lilly usa muitos cientistas pelo mundo que não constam da sua folha de pagamento, mas estão propensos a colaborar com o desenvolvimento farmacêutico. Se você não tem tempo ou dinheiro para ir fisicamente para fora, ao menos deve ter a noção de que há muitas pessoas talentosas dispostas a contribuir para o sucesso do seu negócio. Esse é um mundo maravilhoso em que as pequenas empresas, pessoas jovens e os concorrentes que chegam tardiamente ao mercado têm grande potencial. Há como, rapidamente, destronar o poder estabelecido, o monopólio de grandes empresas. Você pode mudar o mundo em que vive. Seus produtos, seus serviços, seus consumidores, seus competidores, todas essas coisas podem ser transformadas se você entender e utilizar o poder do ciberespaço.

      O empreendedor não corre o risco de trilhar o caminho errado se não tiver o instrumental adequado para lidar com o novo contexto?
      Administração é arte. Você tem que fugir da tentação de que há premissas, receitas e caminhos fáceis. É preciso pensar sobre a situação individual e como elaborar uma estratégia caso a caso. Eu inventei o notebook para a Toshiba, as câmeras nos anos 80, e ensino meus alunos como cheguei nesses conceitos. Eu divido a minha abordagem de como construir ideias e produtos, e não um modelo definido. Compartilho, em dois anos, uma ideia por semana. Eles entendem que há um contexto, mas também que é preciso refletir sobre cada situação. Depois de cem vezes fazendo esse exercício, a sua mente começa a trabalhar como se você fosse o artista. E pintasse, do seu jeito, em uma tela em branco.

      Então não existe receita para o sucesso?
      Acho que acadêmicos e escritores de livros de negócios tendem a simplificar o mundo. E o risco é que as pessoas jovens acreditem. Dizer “eu estudei tantos livros e cenários que agora sou muito bom e posso construir uma nova estratégia” é o caminho mais rápido para o fracasso. Eu nunca contrataria esses caras — eles acham que seu conhecimento é ouro e vão cometer tantos erros. Se a escola pudesse dar a solução, o mundo estaria repleto de vencedores. Só que o mundo está cheio de fracassados e há poucos vencedores.

      Se você fosse abrir um negócio hoje, qual seria?
      Construção. A construção no Japão é muito cara e pouco desenvolvida. Nós somos capazes de fazer bons carros, televisões e computadores, mas não casas. Se eu fosse a Toyota hoje, eu entraria no mercado de construção aproveitando a tecnologia japonesa. Começaria no Japão e depois iria para o resto do mundo. Uma casa pode ser construída em duas semanas com as tecnologias just in time e kanban. Poderíamos sentar em frente ao computador e chegar a um projeto de imóvel personalizado e pela metade do preço atual — com móveis, carpete e o que mais você quiser, sob medida. Talvez levasse 20 anos para conseguir, mas há um potencial gigante de mercado.
  • o advogado e a etica
    • A Constituição Federal assegura a todos os brasileiros o direito à vida, à igualdade, à liberdade, à propriedade, à segurança, que são decorrentes do Estado democrático de Direito. O respeito à lei e à ordem são essenciais para que a sociedade possa se desenvolver, e o país tenha condições de receber recursos externos que levem geração de novos empregos.

      O órgão responsável pela preservação dos direitos e garantias assegurados às pessoas residentes no país é o Poder Judiciário, por meio de seus juízes. Aos Poderes Executivo e Legislativo é reservada a missão de fiscalizar as atividades desenvolvidas pelos demais órgãos. O sistema de freios e contra-freios é uma garantia contra os abusos ou excessos que possam ser cometidos no exercício das funções públicas.

      O advogado em um sistema democrático possui um papel de extrema importância para a preservação da ordem e dos direitos assegurados ao cidadão. No exercício de seu ministério privado o advogado é um agente de transformação, e contribui para que o direito possa acompanhar as evoluções da sociedade. O art. 2º, caput, do Código de Ética diz que, “O advogado, indispensável à administração da Justiça, é defensor do estado democrático de direito, da cidadania, da moralidade pública, da Justiça e da paz social, subordinando a atividade do seu Ministério Privado à elevada função pública que exerce”.

      O profissional do direito deve estar preparado para as vitórias ou derrotas no exercício de suas funções, e deve conter suas paixões para que estas não impeçam o seu crescimento profissional e não sejam motivo de discórdia entre os seus pares.

      A luta pelo direito não deve se transformar em uma batalha pessoal onde um advogado veja no outro um inimigo a ser vencido ou superado. O direito é feito de argumentações que devem estar fundamentas, as quais por força do disposto em lei serão analisadas pelo Poder Judiciário. Caberá ao juiz examinar os fatos trazidos à colação e as provas produzidas para que possa formar o seu juízo de convencimento e decidir qual das partes, autor ou réu, possui o direito a ser tutelado.

      O advogado é o primeiro juiz da causa, que toma conhecimento do sofrimento e da dor do seu futuro cliente. Na busca da preservação da paz social deve estimular a conciliação como forma de colocar término ao litígio. O art. 2.º, parágrafo único, inciso VI, do Código de Ética, diz que, “São deveres do advogado: estimular a conciliação entre os litigantes, prevenindo, sempre que possível, a instauração de litígios”.

      O advogado também deve evitar comentar casos que estão sob o seu patrocínio ou de um colega. Nesse sentido, o art. 33, inciso II, do Código Ética preceitua que, “O advogado deve abster-se de: II – debater, em qualquer veículo de divulgação, causa sob o seu patrocínio ou patrocínio de colega”. Essas regras são essenciais no exercício da profissão, e assegura aos seus integrantes o respeito que sempre acompanhou a nobre classe dos advogados desde os tempos do Império Romano.

      A história da humanidade demonstra que os advogados foram os grandes responsáveis pela luta dos direitos e garantias fundamentais do cidadão. A Índia deve a Ghandi, que se formou em direito na Inglaterra e que exerceu a profissão de advogado na África do Sul, a sua libertação do domínio imperial. O Brasil tem em Sobral Pinto, Evaristo de Morais, Evandro Lins e Silva, Tales Castelo Branco e muitos outros, o exemplo de luta pela liberdade e construção do Estado democrático.

      O profissional do direito deve encontrar na Ética as lições necessárias para exercer com independência a mais bela das profissões, que permite ao advogado defender seu semelhante e contribuir para o aprimoramento da nação e das instituições, na busca de um país que seja mais justo e fraterno, onde a liberdade e a igualdade sejam uma realidade.


      Wilson Cláudio da Silva
      Advogado
  • O carimbador maluco *Por Honéia Vaz
    • Plunct, plact, zum
      Não vai a lugar nenhum (bis)

      Tem que ser selado,
      Registrado, carimbado
      Avaliado e rotulado
      ”E mesmo assim não vai passar”

      Pra lua a taxa é alta
      Pro sol identidade

      “Já para Mato Grosso

      nem com nota fiscal, nem com 1 milhão”

      Plunct, plact, zum

      Não vai a lugar nenhum (bis)

      Tem que ser selado,
      Registrado, carimbado
      Avaliado e rotulado
      “E mesmo assim não vai passar...(bis)

      A carga não vai passar...(bis)

      (bis)

      (bis)

      (bis)

      E de novo (bis)”

      Plunct, plact, zum

      Não vai a lugar nenhum (bis)

      Tem que ser selado,
      Registrado, carimbado
      Avaliado e rotulado
      “E se depois de tudo não tivermos nada a declarar,

      Plunct, plact, zum
      O markup vamos dobrar”

      Agora Plunct, plact, zum...



      Acredito que não se precisa acrescentar mais nada a esta letra de música de Raul Seixas, com minhas alterações em aspas, para retratar o atual comportamento da Sefaz/MT quando o assunto é o cumprimento de seu dever e os procedimentos legais e cabíveis no atendimento ao seu público-alvo. Fiscalizar as cargas e cobrar devidamente os tributos (leia-se ‘por meios legais’) é papel da Sefaz. Assim como também, pelo menos em Mato Grosso, decretos que ferem a Lei aprovados do dia para a noite, o ocasionamento de filas intermináveis de caminhões, mercadorias apreendidas indevidamente, cobranças ilegais e inconstitucionais e vamos lá agora, que isso só pode ser brincadeira: Plunct, plact, zum...Ninguém mais vai a lugar algum em Mato Grosso. Boa viagem para a lua, empresários, já que para lá a taxa também é alta e suas cargas igualmente serão seladas, registradas, carimbadas, avaliadas e rotuladas, mas o “carimbador” vai gostar de vocês, afinal, até mesmo lunáticos sabem o que é lei, o que é legal e que com quem faz os investimentos e paga a conta, SE FAZ parceria, não se escurraça! Plunct, plact, zum...!

      *Honéia Vaz é jornalista
  • O comércio eletrônico e o secretário de Fazenda
    • Faz tempo que não se lê um artigo publicado na imprensa de Cuiabá tão sem conteúdo técnico e fiscal da maior autoridade fazendária do Estado de Mato Grosso. O Secretário da Fazenda, Sr. Eder Moraes, em vez de alertar sobre as rápidas mudanças do comportamento do consumidor em relação à compra eletrônica de produtos e, por conseguinte da necessidade de se reformar a Constituição Federal e/ou emergencialmente aprovar uma resolução no Conselho Nacional de Política Fazendária - Confaz - usa argumentos falsos (o culpado é São Paulo do Governador José Serra e do Prefeito de Cuiabá, Wilson Santos, que jogam combinados, por serem do PSDB e ambos "serem paulistas, um de Dracena e outro paulistano da Mooca"), cheios de lugar comum (..."a luta é de Davi contra Golias"), frases de efeito (..."fere de morte as finanças de Mato Grosso"...; "violência consentida".. do Prefeito Wilson ...; "política bairrista e individualista de São Paulo contra o Brasil"..., "com o esforço conjunto venceremos essa luta contra os paulistas" , Serra e Wilson).
      A questão da tributação do comércio eletrônico tem gerado debates e controvérsias no Brasil e no mundo todo na medida em que o volume de recursos envolvido nessas transações eletrônicas tem aumentado exponencialmente.

      No âmbito dos Estados brasileiros os problemas são ainda mais graves, devido ao tipo de federalismo fiscal aqui adotado. Esse federalismo fiscal é um dos principais motivos de se fazer uma reforma tributária no Brasil. Cada um dos 27 estados brasileiros possui legislação própria para o ICMS, o que tem levado a maioria deles temer a perda na arrecadação decorrente do crescimento do comércio eletrônico no país, aumentando a guerra fiscal latente entre os Estados.

      A questão levantada no artigo, "Alerta aos cuiabanos: autofagia do PSDB", assinado pelo secretário de Fazenda de Mato Grosso, Sr. Eder Moraes, resume-se, fiscalmente, no seguinte: os Estados compradores, como Mato Grosso - que têm mais consumidores do que fornecedores -, perdem receitas com o aumento das compras eletrônicas, pela Internet e pelo telefone.

      A explicação é simples: numa venda presencial, em loja real (revenda), incide o ICMS com alíquota interestadual, em geral menor do que o tributo sobre operações dentro dos Estados. A diferença entre essa alíquota e o ICMS do local da compra, mais o valor agregado, ficam com o Estado do comprador (Mato Grosso) no comércio tradicional. Sobre a mesma operação, realizada pela Internet, o tributo incidirá apenas com a alíquota do Estado do vendedor (São Paulo) - nenhum centavo de imposto, em princípio, será recolhido aqui em Mato Grosso, aos cofres do Estado comprador.

      Nessas operações de compras eletrônicas envolvendo mercadorias como, por exemplo, livros, CDs e roupas a forma de tributação continua a mesma. O fato gerador do ICMS é a própria circulação de mercadorias. Portanto, mesmo nas compras pela Internet, aplicam-se as regras do sistema tributário, em vigor no Brasil, utilizado na compra e venda normal. A Internet, nesse caso, será apenas um meio de venda, assim como o telefone, de qualquer mercadoria. Portanto, trata-se de um problema gerado em função do que está previsto no atual Sistema Tributário Nacional que define a tributação do ICMS na origem, e não uma vontade, uma apropriação indevida da administração tributária do Estado de São Paulo.

      Todo Estado consumidor está passando por isso, e não exclusivamente Mato Grosso (aliás, o próprio secretário Eder cita no referido artigo que Mato Grosso do Sul está preocupado com o Paraná), pois não há previsão constitucional para que o ICMS para o consumidor final seja devido no Estado de destino do produto (exemplo: Mato Grosso e Mato Grosso do Sul). Não há legislação que autorize o Estado de São Paulo realizar partilha do ICMS advindo desse tipo de comércio (eletrônico), pois a Constituição Federal define que o ICMS é devido na origem.

      Quanto à afirmação, do secretário Eder Moraes, contida no referido artigo: "Parece um jogo combinado, onde um faz caixa em cima do outro. A criminosa forma de São Paulo atuar no comércio eletrônico, ou seja, nas vendas feitas pela internet, acontece da velha maneira, em que grandes lojas se instalam em Cuiabá, cujos nomes todos já conhecem, principalmente nos shoppings. Com sede em São Paulo, essas empresas praticam vendas em Cuiabá, registrando o faturamento para o Estado paulista, ao mesmo tempo em que São Paulo não nos repassa o ICMS de direito líquido e certo, o que fere de morte as finanças de Mato Grosso e municípios como Cuiabá", deve-se esclarecer, em primeiro lugar, que não é de DIREITO, pois a Constituição define que o ICMS é devido na ORIGEM. Segundo, que NÃO É NEM LÍQUIDO E NEM CERTO, porque tem que ser realizado primeiramente o lançamento do tributo para caracterizar a certeza e a liquidez, e, esse procedimento cabe ao fisco paulista. Agora, se as grandes lojas estiverem praticando vendas aqui em Cuiabá e faturando para São Paulo, é um problema de dissimulação, de evasão fiscal que deve ser combatido pelo fisco mato-grossense - ou seja, pela SEFAZ- MT.

      O Secretário Eder Moraes sabe disso, pois em matéria publicada no portal da SEFAZ - MT, em 01/12/2009, esclarece que o problema relacionado ao comércio eletrônico ocorre em função da forma como está prevista a sistemática de tributação do ICMS na Constituição Federal: "Essa forma de recolhimento do ICMS está prevista na Constituição de 1988, cujo modelo de tributação foi elaborado de acordo com a sistemática econômica da época. Contudo, conforme salienta o secretário de Fazenda, é necessário que esse modelo de recolhimento do ICMS seja revisto, devido à evolução do comércio não presencial (internet, telefone, canais de venda televisivos)".

      Portanto, o ICMS é devido na origem da operação fiscal. É isso que tem que ser legalmente mudado. Quem tem acento no Confaz, órgão que constitucionalmente tem o poder e responsabilidade de tratar das questões tributárias entre os Estados é o Secretário da Fazenda, o Sr. Eder de Moraes, e não o Prefeito Wilson Santos. No entanto, tenho certeza que o Prefeito Wilson está pronto para ir ao Confaz discutir com os seus membros a questão do comércio eletrônico, sem nenhum complexo de inferioridade.

      GUILHERME FREDERICO MULLER é secretário de Finanças de Cuiabá, mestre em Economia pela UNB, professor de Economia do Setor Público, da Faculdade de Economia da UFMT.
  • O crescimento do comércio informal sob o aval do poder público *Por José Alberto Vieira de Aguiar
    • O calçadão Antônio João foi reinaugurado na sexta-feira, 8, com a ilustre presença de vários camelôs que, aliás, têm espaço fixo na localidade, não poderiam mesmo deixar de prestigiar o término das obras que tanto os beneficia, proporcionando um ambiente mais bonito e atrativo para o consumidor.

      No entanto, o que mais impressiona não é nem mais a atitude destes vendedores informais, mas a omissão da Prefeitura Municipal (a quem compete a administração dos espaços e logradouros públicos), da Sefaz e da Receita Federal (às quais compete a fiscalização com relação venda de produtos pirateados e sem nota fiscal).

      A olhos vistos cresce o comércio informal na região central da capital, bem como a venda de produtos falsificados e sem nota fiscal, todos crimes previstos em lei e objetos de constantes fiscalizações e cobranças dos órgãos competentes para com os estabelecimentos formais, leia-se “legais”!

      O resultado de tamanha desordem e conivência com a ilegalidade é não só a ocupação indevida do espaço público, tornando o centro comercial da cidade desorganizado e pouco atrativo para visitação de consumidores, como também a concorrência desleal, prejudicando o empresariado que investe seu dinheiro na capital, apostando no mercado de Cuiabá, gerando emprego e renda e pagando seus impostos em dia.

      Após várias reclamações sobre a situação diretamente à Prefeitura, a CDL Cuiabá registrou o aumento do número de camelôs com fotos tiradas em dezembro de 2007, fevereiro e abril de 2008, entregando as mesmas juntamente com um ofício nas mãos do prefeito Wilson Santos. Não tendo acontecido nenhuma ação efetiva de resolução do problema, apesar de várias promessas, neste último dia 7, em audiência pública, a CDL Cuiabá oficializou uma denúncia do caso ao Ministério Público.

      Aguardamos as devidas providências, sendo a única alternativa correta a retirada dos camelôs das ruas de Cuiabá, visando garantir o cumprimento da lei e resguardar os direitos das empresas formais.

      Vale ressaltar ainda que, por outro lado, a situação do empresário do Setor de Comércio de Mato Grosso não é menos fácil. A atuação da Secretaria de Estado deFazenda-Sefaz está transformando o cenário mercantil mato-grossense em um quadro caótico, praticando apreensões de mercadorias de forma indevida e sem critérios legais, além de aplicar o mark-up dobrado sobre notas fiscais vindas de estados incentivados, igualmente sem critérios respaldados em lei.

      A verdade é que neste Estado estamos vivendo tempos em que o comércio formal (leia-se “legal”), principalmente os estabelecimentos da esfera dos pequenos e microempreendimentos, estão pagando um preço muito mais alto e injusto pelos informais (camelôs) e pelos sonegadores que não passam de 3% em Mato Grosso contra mais de 90% que são contribuintes adimplentes. Não é de estranhar que o Estado tenha mais de 45% de suas empresas da capital na informalidade e pelo menos 60% em Várzea Grande!

      * José Alberto Vieira de Aguiar é presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas-CDL Cuiabá
  • Olho nas compras - A Loja não tem obrigação de trocar produto sem defeito
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      O lojista só é obrigado a trocar o seu produto se ele estiver com defeito (artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor). Muitas vezes, a cliente chega em sua casa e vê que o tamanho não serviu ou a cor não caiu bem. Em tais casos, a loja poderá (facultativo, não obrigatório) aceitar a troca somente se quiser, como tática para conquistar a simpatia e a fidelidade do cliente. Apesar de muitas lojas adotarem uma política de trocas de mercadorias para fidelizar a clientela, elas não têm a obrigação de efetuar trocas.


      O livro Direitos do Consumidor de A a Z, da série Cidadania, publicado pela Editora Globo, é expresso na página 85, quando aborda o tema troca de mercadoria:


      "TROCA DE MERCADORIA — O consumidor só tem direito à substituição do produto se este apresentar defeito (veja ‘produto com defeito de qualidade’ neste verbete). Os estabelecimentos que aceitam troca de produto em outra situação que não a da apresentação de defeito fazem isso por mera liberalidade, não havendo previsão legal para tal procedimento" (Página 85, EDITORA GLOBO).
      O costume de trocar o produto é um hábito tradicional e notório de grande parte dos comerciantes — mas não todos. Por isso, na hora da compra, eu aconselho que o consumidor exija por escrito no verso da nota fiscal que o comerciante se compromete a trocar o produto, principalmente em casos de presentes.


      Nos casos de lojas de ponta-de-estoque, onde mercadorias com pequenos defeitos são vendidas por preços promocionais, o cuidado deve ser redobrado, pois o comprador está assumindo o risco de não poder efetuar a troca. Os clientes têm o direito de serem adequadamente informados acerca dos vícios de fabricação dos produtos oferecidos, para que, assim, possam mensurar a vantagem correspondente à redução do preço.


      Se o fornecedor não comunicar a falha de qualidade dos bens colocados à venda, assim como a impossibilidade de troca, estará cometendo crime por omitir informação relevante sobre o produto (artigo 66 do CDC), podendo até ser condenado de três meses a um ano de detenção, além de multa.


      Portanto, agora que você sabe que as lojas não têm a obrigação de efetuarem trocas se o produto não estiver defeituoso, cuidado com as compras por impulso!


      Wilson Cláudio da Silva – advogado
      # Fonte: Revista Consultor Jurídico e Código de Defesa do Consumidor
  • organize seu tempo
    • Ricos ou pobres, todos temos em comum o tempo: nossas 24 horas não podem ser encurtadas ou estendidas, mas sim devidamente aproveitadas. Não quero dizer que devemos usar laboralmente nossas 24 horas - temos sim que saber dividir bem o tempo para acomodar produção, descanso e lazer. No entanto, ouço cotidianamente muita gente se queixar da velocidade da vida moderna, da ansiedade e da correria sem descanso.



      A primeira coisa que recomendo é paradoxal: PARE. É preciso primeiro analisar com detalhe como está a rotina conduzida. Muitas vezes vejo pessoas que fazem infinitas atividades sem qualquer planejamento, somente reagindo aos estímulos de produção: há um problema, vá resolver. Este é um dos maiores ladrões de tempo: a reação por estímulo de urgência. Isso faz com que deixemos de lado o que é importante, nossa meta, nossa prioridade.



      Para começar a controlar melhor o tempo que dispomos, precisamos definir metas e objetivos: o que queremos realizar naquele dia, naquela semana, em dois meses, assim por diante. É fundamental ter organização do que será feito, além de aprender a lidar com o tempo, o trabalho burocrático e mesmo o telefone.



      De um ponto de vista prático, recomendo as atitudes abaixo para auxiliar em sua concentração e buscar um melhor uso do tempo:



      • Faça um plano diário do que você quer realizar. Coloque este plano no papel, ou no computador, mas tenha isso bem claro; não deixe que este plano esteja somente na sua cabeça. Quando escrevemos, realizamos a primeira ação para que este plano se concretize.

       

      • Desenvolva lista de metas a atingir (diárias, semanais, mensais e anuais). Não tenha medo que alguns pontos não saiam exatamente como planejados; é importante corrigir as metas periodicamente. Você verá que irá mais facilmente conquistar os objetivos e ter melhor noção do tempo que dispôs para isso.



      • Tenha prioridades, e aprenda a pesar suas contra as de seu chefe ou de seus clientes. Não aceite passivamente metas que você sabe que não poderá atingir. Uma coisa é superação, vencer desafios. Outra é tentar fazer o impossível, o que não acontecerá de forma alguma.



      • Tenha horário para trabalhar só e outro onde você está aberto para receber pessoas. Isso ajuda imensamente na organização. Pode parecer até pretensioso, mas ao ser posto em prática irá ajudar muito inclusive para aqueles que trabalham ao seu redor.



      • Nunca tenha um papel mais do que duas vezes em suas mãos. Uma vez é muito melhor. Focalize para fazer isto. Não deixe pendências rolando por muito tempo, tente resolvê-las e finalizá-las.



      • Aproveite a tecnologia - computadores, calculadoras, handhelds, celulares e telefones fixos. Mas não seja escravo deles. Procure usá-los de acordo com o seu primeiro planejamento, para que sejam eficazes na sua vida.



      • Diminua o tempo gasto com leitura de negócios. Aprenda a folhear, marque o que for importante e posteriormente leia com detalhe. Muitas idéias saem mais facilmente quando juntamos artigos e textos de um assunto e podemos nos dedicar à leitura totalmente.



      • Participe somente de reuniões importantes. A princípio, parece que todas são. Nem tanto: analise o que realmente precisa de sua presença (e eventualmente até de uma reunião, será que uma conversa informal pode adiantar?) e procure documentar o que foi falado e decidido para evitar possíveis repetições futuras.



      • Faça negócios durante o seu almoço quando isso puder acrescentar positivamente ao seu dia-a-dia. Não tente anular o único momento de relaxamento e desestresse. Se não, agende horários viáveis para que você e seu convidado possam efetivar negócios. Não force seu corpo, lembre-se o quanto ele é caro!



      • Procure fazer uma atividade física todos os dias, nem que seja uma caminhada de vinte minutos. Isso é excelente para aliviar sua cabeça e recuperar as energias.



      • Por último, aprenda a delegar. Não concentre tudo em suas mãos, pois isso traz uma sobrecarga e a falsa sensação de insubstitubilidade. Use seu tempo e trabalho naquilo que somente você é capaz de realizar.

      Rogério Martins

  • Orientações para contratar gente boa e competente
    • #

      A equipe também é responsável pelo sucesso ou fracasso do negócio.

      A contratação de funcionários merece atenção especial. Afinal, sua equipe também é responsável pelo sucesso ou fracasso de seu negócio. Por isso, antes de abrir as portas para um novo profissional, siga as orientações da professora de pós-graduação e gestão de pessoas da ESPM e diretora da F&M Consultores, Fátima Motta.

      Defina o perfil — Para encontrar a pessoa certa, é preciso definir o perfil profissional desejado, com base nos valores, missão e visão da empresa. Além disso, o empreendedor deve traçar as competências para cada cargo, de acordo com as funções desempenhadas (precisa ser bom nos cálculos? No atendimento ao público?).

      Recrutamento — Perfil e competências definidos, chegou a hora de recrutar. Uma boa estratégia é colocar anúncios em grupos da internet, jornais e universidades, com os pré-requisitos para a vaga.

      Entrevista — Entre os currículos enviados, escolha os melhores candidatos (aqueles que preenchem os critérios definidos para o cargo). Se eles têm fotos, é bom tampá-las e decidir em função do conteúdo escrito para só então dar uma olhada no rosto da pessoa. Não se deixe levar pelas aparências, pois elas enganam. Faça uma rápida entrevista de triagem por telefone, cheque as informações dos currículos e agende a entrevista de seleção, a ser feita pessoalmente, com os candidatos que passarem por essa peneira.

      Prepare-se para fazer a melhor escolha:
      - Tenha um roteiro de perguntas que cubram as competências necessárias para a vaga.
      - Para quebrar o gelo, fale primeiro e ofereça água ou café. Mas não fale muito sobre o cargo ou a empresa, para não dar todas as respostas à pessoa.
      - Siga o roteiro, perguntando sobre a experiência passada do candidato, resultados alcançados e a relação deles com a situação do mercado na época.
      - Tome notas durante a conversa, para decidir com base nas competências e não na simpatia.
      - Ouça com atenção o que a pessoa fala, para evitar preconceitos e paradigmas.
      - Mantenha contato visual e observe a linguagem corporal do entrevistado.
      - Se for preciso, marque outra entrevista ou até um almoço, para os casos de vagas de gerência. Num almoço, mais informal, é possível avaliar melhor a postura do candidato e a forma como se dirige a terceiros, como um garçom.
      - Para os cargos operacionais, é possível revelar o valor de salário e benefícios no final da entrevista. Para cargos mais altos, a negociação geralmente é feita em um próximo encontro.
      - Se perceber que a pessoa não serve, termine a entrevista rapidamente, de maneira gentil. Se tiver interesse, diga que gostou e que tem mais algumas entrevistas agendadas, mas entrará em contato em breve.
      - No final do processo, agradeça a todos os participantes pelo interesse, por e-mail ou telefone.



      Fonte: Site Pequenas Empresas Grandes Negócios (http://revistapegn.globo.com).
  • Os 7 principais golpes via telefone
    • PROMESSA


      -Uma pessoa liga para telefone fixo e se apresenta como sendo uma empresa de telefonia celular.
      -Faz perguntas e, em geral, usa alguma informação genérica, como o fato de a pessoa fazer muitos interurbanos.
      -Informa que a pessoa pode ganhar prêmios por usar aquela operadora.
      -Para isso ela tem que comprar um cartão para crédito em celulares pré-pagos e fornecer os números.
      -Com isso, o estelionatário consegue inserir créditos em celulares às custas da pessoa enganada, que nunca receberá esse tal prêmio.


      PENITENCIÁRIA


      -Quem liga diz que está em preso em uma penitenciária e ameaça a pessoa ou seus familiares.
      -Em geral, quem liga pede para a vítima informar os números do cartão de celular pré-pago ou depositar quantias em contas bancárias, que normalmente são de outro Estado ou em nome de "laranjas".


      AMEAÇA


      -Uma pessoa liga para o telefone fixo ou celular e diz que seqüestrou um parente da vítima e que apenas vai libertá-lo se a pessoa comprar cartões de celular ou depositar dinheiro em determinadas contas.
      -Quem liga também ameaça machucar ou matar pessoas da família. A vítima fica nervosa e às vezes até passa informações sobre o nome dos filhos ou de parentes.
      -Em alguns casos, antes da ameaça, uma pessoa liga e pede informações sobre a família. Ela vai usar isso para ameaças.


      PROMOÇÃO DA EMPRESA


      -O estelionatário informa, pelo telefone fixo ou celular, que a operadora está oferecendo uma promoção. Para isso, pede para que a vítima compre cartões com crédito para o celular.
      -A mentira aplicada é a de que, se a pessoa informar os números do cartão, vai Ter os créditos em dobro no seu celular.
      -Na verdade o estelionatário vai utilizar aqueles créditos e o dono do telefone jamais receberá qualquer crédito.


      BILHETE PREMIADO


      - É considerado pela polícia como um dos mais antigos.
      - Alguém telefona ou pára a vítima na rua ou em casa e diz que tem um bilhete premiado.
      - Conta uma história de que é do interior e que, por algum motivo não poderá levar dinheiro para casa.
      - Oferece o bilhete em troca de uma quantia em dinheiro e a vítima, depois, vai descobrir que o bilhete nunca foi premiado.


      CLONAGEM DA LINHA


      - Uma pessoa se identifica como funcionário da empresa de telefonia fixa ou celular e informa que a linha está com problemas técnicos.
      - Para resolver, o estelionatário pede para a pessoa digitar alguns números. Nesse momento, ele faz a clonagem do telefone e a pessoa vai perceber apenas quando sentir diferenças nos valores das contas telefônicas.


      CARRO/TERRENO


      - Alguém liga e oferece um carro ou um terreno com preço vantajoso.
      - O estelionatário descreve o bem, chega a passar fotos ou documentos falsos e pede o depósito em determinada conta.
      -Na verdade o bem não existe e quando percebe, o dinheiro já foi sacado da conta ou o cheque já foi descontado.

      COMO EVITÁ-LOS?



      1)- Nunca forneça dados pessoais seus ou de familiares pelo telefone;
      2)- Não informe se tem filhos, marido ou mulher, onde trabalha e quantas pessoas ficam em casa;
      3)- Se for promoção de empresas de telefonia, verifique com a companhia se há aquela oferta que lhe foi prometida;
      4)- Se for ameaça a um parente, desligue o telefone e tente falar com o familiar citado;
      5)- Se for aviso de problemas na linha, diga que vai checar e tomar providências. Ligue para operadora para confirmar. Não digite números no aparelho (pode ser clonagem);
      6)- Se for prêmio, pergunte porque o prêmio está sendo oferecido e de que se trata. Pergunte o nome da empresa e verifique se é verdade;
      7)- Nunca compre cartões para crédito em celulares pré-pagos e forneça os números que ficam no verso do cartão;
      8)- Não acredite em "honrosas ofertas" de lotes ou carros por telefone. Podem ser bens que não existem de verdade;
      9)- Não dê esmolas pelo telefone ou pelo correio. A polícia alerta para pessoas que fazem isso para enganá-lo;
      10) - A Casa da Moeda não tem filiais. Não acredite em métodos especiais e fáceis de reproduzir dinheiro verdadeiro.
      11) - Denuncie em qualquer Delegacia de Polícia ou na Delegacia de Crimes Eletrônicos (0xx11)-6221-7030)

  • Palestra sobre Lei do MEI

    • Com muita satisfação e orgulho por ter prestado o serviço de esclarecimento que a Diretoria da CDL/Vera vem através desse meio de comunicação agradecer a parceria do Sebrae através do seu Gerente, o Sr. Volmir José Contreira, por estarem sempre dispostos a levar a todos os munícipes esclarecimentos que possam melhorar a vida das pessoas.
      Sendo assim a Palestra realizada no último dia 25/08/009, nas dependências da Câmara de Vereadores sobre a Lei 128/2008, Lei do MEI (micro empreendedor individual), teve a participação de vários prestadores de serviço que estão à muito tempo trabalhando na informalidade, e vêem nessa Lei uma grande oportunidade de se legalizarem.
      Portanto a CDL de Vera tem muita satisfação de poder estar prestando os serviços de esclarecimentos a toda população.


      CDL/Vera inovando!

  • Pcs contaminados
    • O Brasil está entre os 10 países com com o maior número de computadores infectados por algum tipo de ameaça virtual. A constatação surge de uma uma pesquisa feita pela F-Secure, empresa especializada em segurança tecnológica, para tentar identificar o número total de PCs contaminados. No estudo, a F-Secure acessou diversos computadores, a exemplo do que fazem os hackers. Mas sem roubo de dados ou infecção com vírus. No total, foram detectados mais de 2,935 milhões de IPs acessados. A empresa, no entanto, ressalta que esse número não representa a realidade, que deve ser significativamente maior.
  • PERSEVERANÇA
    • Em muitos artigos, falamos de sucesso. Como chegar ao sucesso, em que consiste, quais as dificuldades... É fácil falar em sucesso. Difícil é manter-se firme em nossos objetivos, perseverar.


      Perseverança significa ser constante, continuar sempre... e talvez este seja o maior desafio que tenhamos que enfrentar rumo ao sucesso profissional: Como ser perseverante?


      Para ser perseverante é necessário auto-motivação.Você tem um objetivo, uma meta mas manter-se firme diante de tantos obstáculos que surgem no meio do caminho é difícil, às vezes impossível. O segredo está na auto-motivação; pensar e acreditar que seu objetivo será atingido,que sua meta é o mais importante em sua vida e que não importa o quão difícil as coisas se tornem, isso não abalará sua determinação.


      Para isto é necessário ter um objetivo bem definido e consciente.


      Então quando está tudo bem definido e claro, 50% da auto-motivação vem naturalmente.Os outros 50% você tem que buscar dentro de si mesmo, automotivando-se, criando estímulos cada vez que surgem pequenas vitórias e superando as derrotas no caminho. Dessa forma é possível perseverar. Agora veja algumas dicas que podem ajudar na automotivação e perseverança:



      * Acorde de manhã e pense que algo bom vai acontecer.
      * Evite estressar-se por qualquer motivo.
      * Esteja focado em seus objetivos.
      * Seja proativo.
      * Celebre as pequenas conquistas diárias.
      * Vá eliminando pendências diariamente.
      * Esteja sempre atualizado.

      Depois, ter fé naquilo que você deseja, fé de que aquilo será o melhor para você. Muitas vezes, as pessoas desistem de seus objetivos porque no meio do caminho percebem que não era aquilo que queriam, ou seja, perderam a fé.
  • Pessoal x profissional: para mulheres, vida familiar é o que realmente importa
    • A vida familiar é o que realmente importa para as mulheres, revelou uma pesquisa realizada pela Accenture. A resposta foi dada por 66% das entrevistadas.
      Para a pesquisa, foram contatadas mil mulheres com idade entre 22 e 35 anos, nos Estados Unidos. Em relação ao Brasil, para o especialista em Mercado de Trabalho, Renato Grinberg, a administração do tempo para a mulher é restrita a ações que envolvam seus entes queridos.
      "É muito comum que ela deixe de cumprir seu planejamento por ter de cuidar de outros assuntos, como alimentação da família ou manutenção da casa. Dessa maneira, incluir um projeto profissional em sua vida fica cada vez mais complicado", afirmou Grinberg.
      Pesquisa
      Os dados da pesquisa norte-americana mostraram que, por outro lado, 33% das mulheres estão mais preocupadas em manter seus trabalhos do que possuir uma vida balanceada entre trabalho e família.
      Já 59% das entrevistadas têm necessidade de manter o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.
      Sucesso
      Entre as mulheres que participaram da pesquisa, 70% acreditam que serão bem-sucedidas na carreira e 94%, que podem ter uma vida profissional satisfatória e pessoal gratificante.
      De acordo com o estudo, 46% das mulheres revelaram que possuem uma vida pessoal e profissional equilibrada, mesmo número daquelas que abririam mão de parte do salário, se isso significasse mais tempo na vida pessoal.
      Obstáculo
      Apesar da confiança na carreira, as mulheres enfrentam algumas dificuldades. Para 12% das entrevistadas, o casamento é um obstáculo. Já 19% consideram as políticas de maternidade um empecilho.
      Esteriótipos também são barreiras para elas, como uma cultura corporativa que favorece os homens. Além disso, aproximadamente 20% das mulheres relataram que alguns dos principais obstáculos são a falta de motivação, disputa com colegas e problemas de saúde.
      + Artigos
  • Poder do Entusiasmo
    • Entusiasmo é acreditar na nossa capacidade de fazer as coisas acontecerem, de darem certo, de transformar a natureza e as pessoas.



      Não espere ter as condições ideais para se entusiasmar.



      Nós é que temos que transformar a nossa vida numa Vida Entusiástica.



      Não é a realidade da vida que tem que nos entusiasmar, nós é que temos que entusiasmar a realidade da nossa vida! Nós é que temos que entusiasmar nossas idéias...





      "DICAS PARA SE VIVER ENTUSIASTICAMENTE"





      1- Afaste-se das pessoas e dos fatos negadores e negativos. Se você se deixar envolver por um ambiente negativo, você vai se transformar numa pessoa negativa.



      2- Acredite nos seus "insights" positivos. Os vencedores são aqueles que acreditam nas suas idéias.



      3 - Não reclame constantemente. Quando a gente reclama muito, se habitua a reclamar cada vez mais e acaba se transformando numa pessoa azeda. É insuportável conviver com pessoas que só vivem se queixando!



      4- Cultive a alegria e o bom humor... Aprenda a sorrir! Terapia do Riso : Habituar-se a sorrir, a achar graça de si mesmo. O sorriso tem um efeito poderoso em nossa vida; as pessoas que zombam dos próprios erros, são mais felizes e mais fortes.



      5- Ilumine seu ambiente de trabalho e da sua casa. A escuridão traz a depressão! O ambiente determina a condição funcional em que as pessoas agem e fazem as coisas ocorrerem.



      6- Seja alguém disposto a colaborar com os outros. Sempre ache uma maneira de participar! Traga as pessoas mais próximo de você. Participe, converse com as pessoas com as quais convive. interesse-se pelas pessoas à sua volta!



      7 - Surpreenda as pessoas com "momentos mágicos". Contagie os outros... Faça com que ao entrar num ambiente, as pessoas se contagiem com a aura de entusiasmo que envolve você!



      8 - Faça tudo com sentimento de perfeição. Faça as coisas com vontade de fazer! Não faça nada pela metade! Faça as coisas com desejo de acertar e de criar o mais correto possível! Ande bem vestido, limpo e perfumado. Tenha orgulho da sua imagem. Gostar de si próprio, mantendo a auto-estima, é fundamental para o Entusiasmo.



      10 - Aja prontamente. Faça agora! "DO IT NOW" Não postergue, não deixe para amanhã. Quando tiver alguma coisa para fazer, faça imediatamente. Sentiu que é o momento certo?



      - Aja! ! !



      "ENTUSIASMO SIGNIFICA TER DEUS DENTRO DE SI."



      Descubra o entusiasmo na Vida! Seja capaz de transformar as coisas e fazê-las acontecer. Não espere as condições ideais, faça o Entusiasmo ocorrer pela crença de que você é capaz de realizações eficazes e de... VENCER OBSTÁCULOS ! ! !







      Autor desconhecido
  • Ponto final
    • Chicão Bedin é o primeiro dos novos prefeitos do Nortão a conquistar uma grande empresa para gerar mais empregos. Com um mês de governo ele conseguiu viabilizar investimentos para construir um frigorífico de suínos com previsão de gerar 500 empregos diretos e indiretos. Ontem, Chicão e os empresários investidores foram bater martelo com Blairo porque o Estado tambem dará incentivos. O valor dos investimentos e quando as obras iniciam deve ser confirmado nos próximos dias. Sem alardes, Chicão trabalhou desde outubro para o grupo -formado por um empresário da região- construir o frigorífico em Sorriso.
  • Por Algo Melhor
    • É muito fácil se irar, frustrar-se e desencorajar-se.



      Qualquer pessoa pode facilmente ser levada a isso; não lhe é requerida nenhuma habilidade para que exiba tal atitude.



      Apenas pelo fato de você estar irado – ainda que por uma razão justificada –, isso não significa que você tenha que fazer com que a situação piore ainda mais.



      Retribuir com ira só irá feri-lo, e tanto quanto a outra pessoa.



      Mas afinal, será isso mesmo que você deseja?



      Contudo, o fato de você se sentir terrivelmente frustrado não constitui razão para que você crie um ambiente para uma frustração ainda maior!



      Uma realização cheia de significado acontece em função do seu esforço pessoal, mesmo em meio a uma série de circunstâncias negativas.



      Pare por um momento e se pergunte: “O que posso fazer agora, diante dessa situação, que até poderia fazer uma diferença positiva?...”



      Certamente que você irá eventualmente se sentir irado, frustrado, amargurado e desencorajado.



      Isso é perfeitamente compreensível e natural. Entretanto, isso não lhe confere razão para agir contra seu próprio interesse.



      Com Deus, e exercitando a mente de Deus, SEMPRE existe uma maneira de melhorar qualquer situação, por pior que seja.



      Busque a Deus, e aja baseado no caráter dele.



      E veja então a sua circunstância assumir uma postura que você jamais imaginou possível!
  • Porque apostar no desenvolvimento de pessoas
    • #

      Há algum tempo, assisti a um workshop no qual o palestrante trouxe uma reflexão interessante e bem humorada sobre o desenvolvimento de pessoas: ele disse que quanto mais os líderes desenvolvem as pessoas, menos trabalham. Era uma brincadeira, mas me fez refletir, pois tem um fundo de verdade.

      Acredito que quanto mais as lideranças investem no desenvolvimento de suas equipes, mais resultados terão em seus negócios e mais tempo terão para as suas funções. Além do que motivarão as pessoas e criarão um ambiente agradável para se trabalhar.
      Outro ponto que precisamos considerar é que o desenvolvimento vai muito além do treinamento, envolve também o feedback, o coaching, a delegação consciente, enfim, preparar as pessoas para novos desafios. Pare para pensar: quanto tempo você tem investido no desenvolvimento de sua equipe? Você considera desenvolvimento um investimento ou perda de tempo? Pensa que tem “outras coisas importantes” para fazer e isso pode ser feito depois? Caso você tenha respondido sim a pelo menos uma destas perguntas, reveja seus pontos de vista e você poderá ter boas conclusões.
      Poucas vezes percebemos, mas desenvolver pessoas também nos desenvolve como líderes: cada vez que conversamos com uma pessoa sobre seus pontos fortes e a desenvolver, quando estamos delegando uma tarefa, quando fazemos um coaching, precisamos nos preparar e isso nos desenvolve técnica e emocionalmente.
      Um mito de desenvolvimento é que sempre precisa ser um treinamento em sala de aula e que na maioria das vezes, envolve gastos financeiros. Não é verdade. É claro que treinar pessoas é muito importante, mas existe uma série de eventos gratuitos e palestras que podem ser aproveitados. A leitura de livros, o compartilhamento da informação lida entre as pessoas, análises da aplicabilidade dos conteúdos no dia a dia, reuniões para discutir melhores práticas, feedback entre pares, etc , são formas de desenvolvimento. Basta começar.
      Com certeza, o exercício dessas práticas pode trazer resultados bem positivos para os negócios de suas empresas. São rotinas simples que certamente resultarão em grandes benefícios para todos. Pense nisso!
      # Fonte: Site Papo de Empreendedor
      # Autor: Escrito por Adriana Fonseca
  • Porque apostar no desenvolvimento de pessoas
    • #

      Há algum tempo, assisti a um workshop no qual o palestrante trouxe uma reflexão interessante e bem humorada sobre o desenvolvimento de pessoas: ele disse que quanto mais os líderes desenvolvem as pessoas, menos trabalham. Era uma brincadeira, mas me fez refletir, pois tem um fundo de verdade.

      Acredito que quanto mais as lideranças investem no desenvolvimento de suas equipes, mais resultados terão em seus negócios e mais tempo terão para as suas funções. Além do que motivarão as pessoas e criarão um ambiente agradável para se trabalhar.
      Outro ponto que precisamos considerar é que o desenvolvimento vai muito além do treinamento, envolve também o feedback, o coaching, a delegação consciente, enfim, preparar as pessoas para novos desafios. Pare para pensar: quanto tempo você tem investido no desenvolvimento de sua equipe? Você considera desenvolvimento um investimento ou perda de tempo? Pensa que tem “outras coisas importantes” para fazer e isso pode ser feito depois? Caso você tenha respondido sim a pelo menos uma destas perguntas, reveja seus pontos de vista e você poderá ter boas conclusões.
      Poucas vezes percebemos, mas desenvolver pessoas também nos desenvolve como líderes: cada vez que conversamos com uma pessoa sobre seus pontos fortes e a desenvolver, quando estamos delegando uma tarefa, quando fazemos um coaching, precisamos nos preparar e isso nos desenvolve técnica e emocionalmente.
      Um mito de desenvolvimento é que sempre precisa ser um treinamento em sala de aula e que na maioria das vezes, envolve gastos financeiros. Não é verdade. É claro que treinar pessoas é muito importante, mas existe uma série de eventos gratuitos e palestras que podem ser aproveitados. A leitura de livros, o compartilhamento da informação lida entre as pessoas, análises da aplicabilidade dos conteúdos no dia a dia, reuniões para discutir melhores práticas, feedback entre pares, etc , são formas de desenvolvimento. Basta começar.
      Com certeza, o exercício dessas práticas pode trazer resultados bem positivos para os negócios de suas empresas. São rotinas simples que certamente resultarão em grandes benefícios para todos. Pense nisso!
      # Fonte: Site Papo de Empreendedor
  • Preços de Terra cai tambem em Mato Grosso
    • Economia
      Preço da terra cai após ciclo de desvalorização
      22 de janeiro de 2009 - 11h16


      A crise financeira está revertendo o ciclo de forte valorização nos preços das terras agrícolas brasileiras. Em 2008, a cotação das propriedades rurais no país ainda aponta para recordes em termos nominais, mas a escassez de negócios nos últimos quatro meses e uma retração do valor do hectare no último bimestre sinalizam que a falta de liquidez gerada pela crise já se instalou nesse mercado.

      De acordo com relatório da AgraFNP, no último bimestre de 2008, o preço médio do hectare no país foi de R$ 4.330, ante R$ 4.341 no bimestre anterior (setembro/outubro). O levantamento é o primeiro a indicar uma reversão de preços. De acordo com a analista Jacqueline Bierhals, o revés das commodities espantou a ação de grandes investidores estrangeiros e especuladores. "O setor sucroalcooleiro também atua puxando os preços para baixo e a tendência é que 2009 seja um ano parado para o mercado de terras", disse.

      O desempenho dos preços dos imóveis rurais ainda é visto como um sinal de estagnação e não de recuo, mas já é uma sinalização de como o mercado de terras deverá se comportar ao longo do ano já que o setor costuma ter respostas mais lentas em relação a outros.

      Segundo a analista, comparando-se a média atual com o valor de 12 meses atrás, houve valorização nominal de 8,3%. Mas, descontando-se a inflação no período, nota-se perda real de patrimônio de 0,8%. "A valorização quando comprada a inflação resulta em nada, houve uma perda de valor patrimonial. O segundo semestre neutralizou os ganhos ao longo do ano", avalia.

      Em linhas gerais, 2008 continua sendo considerado um ano satisfatório, com desempenho inferior somente ao observado no início de 2004. A maior alta ocorreu na região Sul, que registrou um incremento de 16,6%, seguida pelo Nordeste, com alta de 8,8%. Nas duas regiões os preços foram sustentados pela demanda no setor de grãos. No Norte e Centro-Oeste, os preços subiram 6,2% e no Sudeste 4,1%.

      Claudinei Bergoli Costa, corretor que atua há 28 no Rio Grande do Sul, acredita que este será um ano de compradores retraídos. "Com a seca no estado vai ser um ano difícil para agricultura", avalia. "Nossa região é totalmente agrícola, se a safra não vai bem ninguém tem dinheiro e os órgãos financeiros não querem financiar", afirma.

      Apesar de estar atrás do Sul do país, em termos de preço é o Nordeste que concentra o maior número de investidores. De acordo com Bierhals, no ranking das 10 terras mais valorizadas só há áreas do chamado médio norte do Brasil.

      A região conhecida como Mapito (Maranhão-Piauí-Tocantis) e o oeste baiano, ainda que em menor volume, deve continuar atraindo investimentos de grupos estrangeiros. Maria José dos Anjos, proprietária da Maria José Imóveis, e que atua nessa região, revela que quando a crise estourou a imobiliária estava fechando vários negócios grandes que foram suspensos, inclusive com grupos de chineses que tinham o capital atrelado a Bolsa de Valores. "Agora muitos investidores já estão retornando, são empresas consolidadas, que precisam seguir com o plantio e não dependem de financiamento do banco", disse.

      Na ponta vendedora, a maior parte dos clientes da Maria José são produtores que passaram por problemas relacionados a seca e agora desejam vender a lavoura para outro tipo de atividade. Usineiros que atuam na região do Mato Grosso também procuram se ajustar ao mercado, optando pela venda ou buscando novos investidores para o negócio.

      "Depois da crise ainda não baixaram os preços da terra, mas há muitas fazendas para venda e nenhum investidor", disse Silvio Carlos de Oliveira, corretor de imóveis rurais no MT e São Paulo. Segundo ele, o perfil dos vendedores nessas regiões são empresários que atuam em outros setores e agora querem vender parte das terras para gerar caixa. O movimento é mais forte no MT devido a maior necessidade de saldar dívidas. "Não podemos descartar a possibilidade de um excedente de oferta gerado por produtores descapitalizados, o que faria com que o número de negócios aumentasse", destaca Bierhals.


      Fonte: DCI
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      Você é feliz no trabalho? Confira os motivos da desmotivação e o que fazer
      Salário baixo e incompatível com as atribuições pode ser um bom motivo para a infelicidade no trabalho

      InfoMoney
      27 março 2009
      SÃO PAULO - Há dias em que você vai para o trabalho satisfeito e motivado. Há outros, porém, em que tudo o que mais queria era ficar em casa. Vez ou outra, é provável que questione se é feliz no emprego. A resposta negativa pode estar muito clara para algumas pessoas. Para outras, é mais difícil responder.
      Como, afinal, saber se está feliz no emprego? A consultora de Outplacement da Ricardo Xavier, Flávia Rodrigues, dá a dica: "Perceba se sua motivação, resultados, iniciativa, criatividade e, principalmente, seu equilíbrio entre sua vida pessoal e profissional continuam no mesmo nível que empregos ou momentos anteriores", diz.
      "Se alguns desses pontos, ou pior, todos eles, estiverem aquém de sua expectativa, é hora de parar e avaliar o que está acontecendo, fazer uma reflexão e identificar sua pedra no sapato. Depois disso, tome as ações necessárias para mudar este cenário".
      Salário baixo
      Ela explica que o salário baixo, ou que não condiz com as responsabilidades e atribuições, pode ser um bom motivo para a infelicidade no trabalho.
      "Perceber que sua remuneração não possibilita melhora no padrão de vida e, às vezes, não é suficiente nem para mantê-lo, pode gerar em você uma grande insatisfação. Muitas vezes, esse problema faz com que as pessoas se endividem, criando aí um segundo problema, pois as dívidas podem influenciar a vida pessoal e também o desempenho na empresa".
      Resultados da falta de motivação
      De acordo com a especialista, a falta de motivação acarreta uma série de problemas, desde desempenho ruim, resultados que não são atingidos, relacionamentos pouco saudáveis e até problemas sérios de saúde.
      A infelicidade no trabalho pode ainda trazer outro problema sério: a desilusão com a profissão. Explica-se: há quem escolha ser médico, advogado, professor, entre outras carreiras, por acreditar em determinados ideais e a insatisfação no emprego pode levar as pessoas a desistirem de suas crenças.
      O que fazer?
      O primeiro passo para resolver o problema, segundo Flávia, é analisar de forma criteriosa o real motivo de sua insatisfação, identificando se o que incomoda está relacionado à atividade em si, ou a características da empresa, ou ainda se tem a ver com seu momento na empresa onde trabalha.
      O segundo passo é avaliar se existe a possibilidade de a situação melhorar por sua própria iniciativa ou se dependerá de fatores externos, como alguma mudança importante na empresa em que trabalha. Avalie ainda se tem feito o necessário para solucionar a questão.
      Comunicar o chefe de que você está desmotivado é uma boa ideia? Nem sempre. Isso depende muito da cultura organizacional, do perfil do seu gestor e da receptividade dele a esse tipo de feedback, de acordo com a consultora de Outplacement da Ricardo Xavier. "Outro fator de extrema importância é determinar o momento ideal para essa conversa, sentir a situação atual do mercado, da empresa e, principalmente, do seu superior", explica.
      Teste sua felicidade
      A Ricardo Xavier disponibilizou em seu site (www.ricardoxavier.com.br) um teste denominado "Você é feliz no trabalho?", que foi desenvolvido por um grupo de especialistas na área de planejamento de carreira da empresa.
      O teste tem o objetivo de auxiliar o profissional a identificar os principais fatores que lhe trazem felicidade, ou que o impedem de alcançá-la. O resultado dá subsídios para avaliar o grau de satisfação no emprego atual, ou no último, e tomar ações para manter ou modificar este cenário.
  • Recado aos Jovens Futuros economistas
    • Por Hugo Eduardo Meza Pinto (*) e Marcus Eduardo de Oliveira (**)
      31 de August de 2010

      A você, caro estudante que deseja ingressar no curso de Economia, sinta-se tocado no seguinte: esta ciência tem todas as ferramentas para ajudar no seu progresso e da sociedade. Contamos contigo para a consolidação dessa árdua tarefa. Assim como a Economia (enquanto ciência) precisa de você, você também precisa da Economia (também enquanto atividade) para fazer avançar a qualidade de vida de todos. O desafio está lançado. Venha estudar Economia!
  • Redenção econômica de Vera
    • A cidade de Vera representa um marco na ocupação do norte do estado de Mato Grosso, mais que isso, representa o pioneirismo que hoje responde pelo progresso econômico de toda nossa região. Bom, como todos sabem, Vera, assim como muitas outras cidades norte mato-grossenses, encontra-se economicamente debilitada devido ao fato de seu PIB constituir-se de pilares pouco diversificados. A Esperança de dias melhores para essa população responde pelo nome de "Diversificação Econômica" que só seria possível por meio de investimentos pesados em setores ainda pouco explorados em solo Verense.

      Pois então, eis que surge a possibilidade da implantação de um grande investimento, um frigorífico dotado da capacidade de gerar cerca de mil empregos inicialmente, a ser implantado por um grupo de investidores do qual faz parte um grande empresário que inclusive já atua no município de Vera. Instala-se um clima de otimismo em toda população, seria essa a tão comentada "redenção" da economia Verense, fato tão importante que saibam senhoras e senhores foi capaz de unir inimigos políticos das últimas eleições municipais da qual participamos! Ora, então derrepente fortes rumores de que o investimento sorrateiramente não mais iria para o município, mas sim para a cidade vizinha de Sorriso, para espanto de todos!

      Após muitas negociações para que houvesse o consentimento dos donos de uma certa área localizada no entroncamento da MT-225 com a BR-163, área essa pretendida pelos investidores dado ao fato de ser uma local estratégico para o investimento, para que vendessem ao município o mesmo, rejeitando-se até mesmo a possibilidade de desapropriação da área, tivemos ainda a aprovação da câmara municipal em seção extraordinária por unanimidade projetos relacionados com a aquisição da área, eis que o desânimo abate a todos. Para chegar onde desejo com esse texto resta relatar que o único entrave para a instalação desse enorme investimento estimado em cerca de Vinte e Um Milhões de Reais é um licença exigida pelos donos área chamada de L.I (Licença de Instalação)expedida por um órgão estadual denominado FEMA.

      Mas como nem só de boa vontade vivem os homens, fortes boatos de que representantes de Sorriso em nossa Assembléia Legislativa estariam pressionando esse mesmo órgão e sabe Deus qual mais para que tal licença não seja liberada para o município de Vera, atrasando assim as intenções de investimento em solo verense e ao mesmo tempo dando fôlego para que o município de Sorriso pleiteie, dispute e ganhe tal investimento em detrimento de uma população economicamente debilitada e necessitada de investimentos ao contrário da economicamente "feliz" população sorrisense.

      Cabe a mim questionar aos que lêem esse desabafo se tais parlamentares representam enfim o Estado de Mato-Grosso como um todo buscando seu fortalecimento econômico por inteiro ou representam apenas uma única cidade!

      Fonte: Evandro Alves
      Site Só Noticias...
  • Revolução digital *Por Luiz Eduardo Falco
    • O século 20 e o início do presente são marcados pelo extraordinário desenvolvimento tecnológico. Entre as mudanças mais significativas ganham destaque os avanços na área das comunicações, que culminaram na globalização social, econômica e cultural, hoje avançada em grande parte do planeta. Dentro desse cenário, o setor de telecomunicações no Brasil passou por uma significativa transformação a partir de 1997, com a aprovação da Lei Geral, a abertura do mercado e a privatização do Sistema Telebrás, em 1998. Desde então, o número de linhas fixas instaladas no país cresceu de 20 milhões para 40 milhões em apenas seis anos, chegando a 55% das residências brasileiras. Nesse período, teve início, como uma segunda onda, o desenvolvimento da telefonia móvel, que alterou a dinâmica e os fundamentos do setor. De 1998 a 2008, o número de linhas de telefonia móvel passou de 7 milhões para 151 milhões, o que significa 81% de penetração, considerados os habitantes do Brasil.

      Agora está em curso no Brasil uma nova e silenciosa revolução, com a banda larga numa terceira onda. Desde o ano passado, a infraestrutura para conexão digital à internet (backhaul) passou a ser uma das metas de universalização dos serviços de telefonia fixa em substituição à exigência de que as concessionárias instalassem postos de serviços de telecomunicação (PST), previstos originalmente por linha discada. Até o final de 2010, a meta é levar simultaneamente a essa infraestrutura banda larga de 1 Mbps para todas as escolas públicas urbanas, dos ensinos fundamental e médio, alcançando 57 mil escolas e 37 milhões de estudantes; em seguida, duplicar as conexões para 2 Mbps. Para ter uma ideia do que isso significa, em 2003, apenas 10% das escolas públicas do Brasil tinham acesso à internet. Em meados de 2009, o país já contabiliza 50% das escolas com banda larga e 24 milhões de alunos de escolas públicas incluídos no mundo digital da internet.

      Nesse contexto, é importante não perder de vista o aspecto mais fundamental, e talvez mais desafiador do que a implantação de tecnologia, a inclusão social. Ela só é possível com a combinação da disponibilidade da infraestrutura com o desenvolvimento e aplicação de metodologias de ensino capazes de trazer para o universo digital uma população anteriormente alijada desse sistema. A capacitação de professores, a formação de multiplicadores e a qualificação profissional são indispensáveis para que as escolas e seus alunos possam usufruir as novas possibilidades que a expansão da rede de banda larga apresenta. Bases de dados, acervos de bibliotecas, notícias e instituições de pesquisa estão cada vez mais disponíveis na rede, em um ambiente virtual de informação e conhecimento que vai sofrer expansão fortemente à medida que a convergência digital avance. Formar profissionais capazes de atuar nesse ambiente é indispensável para a efetiva transformação de informação em desenvolvimento. Para isso, o único caminho é a educação.

      A Oi tem colaborado nesse âmbito: por meio do projeto Tonomundo, escolas afiliadas no Brasil e em Moçambique (África) criam projetos comunitários com uso de ferramentas virtuais, beneficiando mais de 650 mil alunos e 7 mil professores. Por sua vez, o programa Nave, no Rio de Janeiro, é voltado para a pesquisa e desenvolvimento de soluções educativas que capacitem os jovens para profissões na área digital. A inclusão digital é indispensável para que o Brasil seja capaz de explorar todo o potencial do novo panorama econômico mundial. Mais do que expandir o acesso à transmissão de voz, a banda larga representa a modernidade, já que abre para os cidadãos o mundo da internet, isonômico para as pessoas onde quer que elas morem. É um mundo da distribuição do conhecimento, da educação e de novas ferramentas de gestão, que permitirá um grande ganho de produtividade para vários segmentos da sociedade brasileira.
  • SÁBIA DECISÃO DE MANDAR SOLTAR QUEM ROUBOU MELANCIAS
    • Nosso país vive envolto de escândalos políticos e afundado em diferenças sociais gritantes, tamanha a indiferença das “cabeças pensantes” do país e maior ainda a banalidade com que é tratada a vida humana.

      Recentemente, um escândalo abalou toda a estrutura do poder judiciário com a prisão de integrantes do alto escalão da justiça no estado do Rio de Janeiro e até do Superior Tribunal de Justiça (STJ), com a Polícia Federal apreendendo na casa de um dos detidos a inimaginável quantia de R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais) em espécie.

      Ultrapassado o prazo da prisão temporária de 05 dias, todos os magistrados envolvidos e presos, foram postos em liberdade para voltar ao aconchego do seu lar, que diga-se de passagem, devem ser mansões muito bem construídas e confortáveis, para lá poderem continuar sua vida luxuosa e usufruírem do dinheiro arrecadado com a venda de sentenças para grupos criminosos fortemente organizados.

      Talvez por isso, revoltado com as atuais políticas penais e sociais do país, um juiz de direito da 3ª Vara Criminal da comarca de Palmas-TO, tendo que decidir sobre a liberdade de duas pessoas autuadas em flagrante por crime de furto de duas melancias, resolveu expor seus pensamentos da seguinte forma:

      ”DECISÃO

      Trata-se de auto de prisão em flagrante de Saul Rodrigues Rocha e Hagamenon Rodrigues Rocha, que foram detidos em virtude do suposto furto de duas melancias. Instado a se manifestar, o Sr. Promotor de Justiça opinou pela manutenção dos indiciados na prisão. Para conceder a liberdade aos indiciados, eu poderia invocar inúmeros fundamentos: os ensinamentos de Jesus Cristo, Buda e Ghandi, o Direito Natural, o princípio da insignificância ou bagatela, o princípio da intervenção mínima, os princípios do chamado Direito alternativo, o furto famélico, a injustiça da prisão de um lavrador e de um auxiliar de serviços gerais em contraposição à liberdade dos engravatados e dos políticos do mensalão deste governo, que sonegam milhões dos cofres públicos, o risco de se colocar os indiciados na Universidade do Crime (o sistema penitenciário nacional)... Poderia sustentar que duas melancias não enriquecem nem empobrecem ninguém.

      Poderia aproveitar para fazer um discurso contra a situação econômica brasileira, que mantém 95% da população sobrevivendo com o mínimo necessário apesar da promessa deste presidente que muito fala, nada sabe e pouco faz. Poderia brandir minha ira contra os neo-liberais, o consenso de Washington, a cartilha demagógica da esquerda, a utopia do socialismo, a colonização européia,.... Poderia dizer que George Bush joga bilhões de dólares em bombas na cabeça dos iraquianos, enquanto bilhões de seres humanos passam fome pela Terra - e aí, cadê a Justiça nesse mundo?

      Poderia mesmo admitir minha mediocridade por não saber argumentar diante de tamanha obviedade. Tantas são as possibilidades que ousarei agir em total desprezo às normas técnicas: não vou apontar nenhum desses fundamentos como razão de decidir.

      Simplesmente mandarei soltar os indiciados.

      Quem quiser que escolha o motivo.

      Expeçam-se os alvarás de soltura.

      Intimem-se

      Rafael Gonçalves de Paula
      Juiz de Direito”
  • sapato
    • Um dia um homem já de certa idade abordou um ônibus. Enquanto subia, um de seus sapatos escorregou para o lado de fora. A porta se fechou e o ônibus saiu; então ficou impossível recuperá-lo.

      O homem tranqüilamente retirou seu outro sapato e jogou-o pela janela.



      Um rapaz no ônibus, vendo o que aconteceu e não podendo ajudar ao homem, perguntou:


      - Notei o que o senhor fez. Por que jogou fora seu outro sapato?



      O homem prontamente respondeu


      - De forma que quem o encontrar seja capaz de usá-los. Provavelmente apenas alguém necessitado dará importância a um sapato usado encontrado na rua. E de nada lhe adiantará apenas um pé de sapato.



      O homem mostrou ao jovem que não vale a pena agarrar-se a algo simplesmente para possui-lo e nem porque você não deseja que outro o tenha.



      Perdemos coisas o tempo todo. A perda pode nos parecer penosa e injusta inicialmente, mas a perda só acontece de modo que mudanças, na maioria das vezes positivas, possam ocorrer em nossa vida.



      Acumular posses não nos faz melhores e nem faz o mundo melhor. Todos temos que decidir constantemente se algumas coisas devem manter seu curso em nossa vida ou se estariam melhor com outros.
  • Seis mercados em crescimento para pequenas empresas
    • Sabe quais são os setores mais promissores nos próximos anos? A empresa de análise de mercado IBISWorld, dos Estados Unidos, apontou os seis mercados que devem ter um crescimento bastante acelerado na próxima década naquele país. Esses segmentos, divulgados pelo site americano The Street, podem ser boas oportunidades para as pequenas empresas. Inclusive as do Brasil. Confira!
      1. Provedores de VoIP (voz sobre IP)
      Crescimento previsto: 149,6%
      Essa indústria cresceu 179% de 2002 para 2009, segundo a IBISWorld, e o futuro continua promissor para essa forma barata de comunicação – em comparação com o telefone tradicional.
      2. Planos de previdência e aposentadoria
      Crescimento previsto: 133,7%
      Uma pesquisa feita nos Estados Unidos mostra que apenas 13% dos americanos acreditam que terão dinheiro suficiente para viver confortavelmente durante a aposentadoria. Ao mesmo tempo, 72% disseram que vão continuar pagando o mesmo valor em planos de previdência e 18% pretendem aumentar esse montante. Em resumo: há uma população que está envelhecendo e que planeja o período da aposentadoria.
      3. Biotecnologia
      Crescimento previsto: 127,6%
      O envelhecimento da população faz com que as pessoas precisem cada vez mais dos avanços da medicina. Apesar de ser um setor dominado por grandes corporações, a IBISWorld acredita que as pequenas empresas terão seu espaço na terceirização de alguns processos.
      4. Comércio eletrônico e leilões online
      Crescimento previsto: 124,7%
      O setor quintuplicou de tamanho na última década e ainda está crescendo. A IBISWorld acredita que esse mercado ainda vai se expandir mais porque as pessoas estão cada vez mais confortáveis com os pagamentos online.
      5. Consultoria ambiental
      Crescimento previsto: 120,3%
      Parece uma aposta segura acreditar que ninguém pensa em ser menos “verde” na próxima década. Também é bem provável que aumente o número de regulamentações ambientais e muitas empresas não têm nem ideia de como deixar suas produções mais limpas. É aí que entram os consultores ambientais.
      6. Videogames
      Crescimento previsto: 112,9%
      As vendas do setor nos Estados Unidos mais que dobraram desde o ano 2000, chegando a US$ 19,6 bilhões. O levantamento da IBISWorld mostra que esse crescimento deve continuar. Um aviso: o mercado de aluguéis de games deve cair 32,8%.

      Fonte: Site Papo de Empreendedor - www.papodeempreendedor.com.br
  • SERIA INTRANSIGÊNCIA EMPRESARIAL?
    • A pergunta título deste artigo justifica-se pelo que tenho encontrado nas inúmeras visitas realizadas em algumas empresas e me deparado com um quadro impressionante de puro “descaso” com respeito a uma melhor qualificação do quadro de funcionários, ou colaboradores. Mas na verdade este descaso tem inicio na própria direção de algumas empresas, cujas pessoas não se preocupam em buscar atualizações, novas informações, entender o mercado em que atua, suas exigências e competitividade. É comum encontrar “empresas” que estão aguardando a chamada crise passar e voltar novamente aos bons tempos de vendas extraordinárias, sem qualquer esforço, sem qualquer planejamento, o que era uma ilusão. Na chamada era da informação e do conhecimento, num mercado complexo, exigente e competitivo em que vivemos não podemos nos dar o luxo de simplesmente aguardarmos os acontecimentos sem qualquer ação estratégica planejada. A busca pelo espaço sólido no mercado é uma constante no mundo globalizado que não admite desleixos empresariais, pois se assim for corre-se o risco de não saber viver o dia seguinte. Mas infelizmente esta ainda é uma situação vivenciada em algumas organizações. Seria intransigência empresarial ou falta de visão? Seria cegueira administrativa ou medo de enfrentar desafios?

      O mercado esta aí para ser desafiado, enfrentado, mas para isso ações planejadas e inteligentes precisam ser implementadas, nada de ficar esperando de modo passivo os acontecimentos, mas em vez disso espere os resultados de suas ações práticas, estudadas, analisadas, discutidas, aplicadas. O mercado exige criatividade.

      A empresa deverá investir em cursos que despertem nos colaboradores a sua imaginação, experimentação, objetivando inovações, melhorias nos processos, racionalização de mão-de-obra, de materiais e tecnologia, comunicação eficaz etc. Resultado de tudo isso? Empresas competitivas, felizes, produtivas.

      A alta concorrência do mercado faz com que as empresas tenham de buscar novos modelos de gestão para se manter competitivas e inovadoras e com certeza essa nova gestão inclui preocupação constante com a qualificação de todos que fazem parte de uma organização. Portanto, a dica é esta para aquelas empresas que estão “esperando os acontecimentos”: Aja, reavalie seus processos e métodos de gestão, insira-se sem medo, mas de modo planejado num mercado desafiado
      # Fonte: Alcance Consultoria
      # Autor: MARIO MARCIO LINO DA SILVA
  • Série Diário Enem ajuda alunos para prova
    • Série Diário Enem ajuda alunos para provaUtilizado para ingresso em muitas universidades, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) exige uma boa preparação. Para auxiliar os estudantes nesse processo, o DIÁRIO lançou a série Diário Enem 2010, com questões relativas ao processo.A série chegou ao fim ontem, após 21 fascículos. As estudantes Glaucia Ferreira, Millena Lopes, Syrleire Lopes e Syelle de Paula colecionam os fascículos e os utilizam como um complemento para os estudos.Elas costumam revezar os fascículos entre si. “Compramos todos, revezamos e depois nos reunimos para estudar juntas”, explica a jovem Millena, que pretende prestar vestibular para Engenharia Mecânica. A série abordou quatro áreas do conhecimento: Matemática, Português, Conhecimentos Gerais e Ciências. “O que gostei mais foi o de Matemática. O conteúdo é interessante e bem contextualizado”, conta.Já para Syrleire, que quer fazer vestibular para Engenharia Elétrica, os fascículos funcionam como um diferencial na preparação para o vestibular. “A série trouxe novos artigos e exercícios que normalmente não vemos em sala de aula”, diz. Outro ponto destacado pelas estudantes é a facilidade de compreender as questões contidas nos fascículos. “As questões são mais recentes e podemos nosbasear mais porque dão dicas e o passo a passo de cada questão”, afirma Glaucia, que pretende cursar Biologia.A facilidade de acesso ao conteúdo do Diário Enem também agradou os alunos. “Antes pegávamos material emprestado dos amigos ou procurávamos as provas do Enem na internet. Agora usamos os fascículos e acho que estamos melhor preparadas que antes”, avalia Syelle, que quer fazer faculdade de Jornalismo.

  • tartarugas em arvores
    • Estamos caminhando, cada vez mais rápido, para um mundo empresarial o¬nde não encontraremos mais tartarugas em árvores!

      Tartarugas em árvores? – Você pode perguntar... Sim, tartarugas em árvores. Como você bem estranhou, tartarugas não sobem em árvores – alguém precisa colocá-las lá.

      Em um mundo baseado em Q.I. (quem indica) encontramos muitas tartarugas em árvores, pessoas que, desprovidas da competência e pertinência para uma função, a ocupam por favoritismo pessoal e tráfico de influências.

      Felizmente, com o aumento exponencial da competitividade, fica cada vez mais difícil manter estas tartarugas em árvores. Já temos menos delas hoje que no passado e as remanescentes, cedo ou tarde, terão que descer!

      A meritocracia não veio pelos meios éticos que muitos de nós esperávamos, mas vem sendo introduzida à custa da busca incessante por resultado.

      Com isso ganhamos todos. Todos? Sim, todos, porque os que perdem seu conforto antes patrocinado apenas pela conveniência e politicagem, também ganham. Ganham a possibilidade de encarar a vida de frente, sair de uma zona de conforto que camufla suas fraquezas e incompetências e as encaminha para um diálogo franco com a vida. Afinal, não estamos aqui a passeio!

      Conforto não é sinônimo de harmonia, assim como prazer não é sinônimo de felicidade. Sem desconfortos e desprazeres estaríamos fortemente condicionados à estagnação. Vida é desafio, é mudança, é conquista e, sobretudo, é um diálogo franco e direto com a realidade.

      Ilusão

      É fato que o ser humano, em sua imensa maioria, não suportaria uma vida sem ilusões. Mas também é fato que, somente ilusões, não significam vida. Viver é uma totalidade, é um fluxo, é um processo constante de vir a ser...

      Algumas ilusões se desfazem, outras se constróem, mas é fundamental que a cada fase estejamos um pouco mais maduros – o que equivale dizer – independentes.

      Não há nada de mal na ilusão ou no prazer, o único engano constitui-se em nos apegarmos a eles como se fossem a vida como um todo. Viver é um processo sinérgico: as partes compõem o todo, mas este é maior que a soma das partes. Isto ocorre por uma razão muito simples – as partes se relacionam entre si!

      Notou que a compreensão deste texto foi ficando um pouco mais complexa à medida que ele é lido? A vida é assim, torna-se mais complexa a cada fase. Mas, apesar disso, nós a compreendemos melhor a cada nova etapa. Como isso é possível?

      O segredo é que a natureza das nossas ilusões vai mudando com o tempo e este desapego nos torna mais sábios: “Muito será pedido àquele que muito recebeu”

      Esta regra espiritual nos deixa claro que é excelente que as tartarugas estejam descendo das árvores e que os pássaros possam ocupar seu lugar. Estes terão sua merecida oportunidade. Aquelas, a possibilidade de encontrar seu caminho e verdadeiro habitat diante da vida.

      Carlos Hilsdorf
      Consultor, conferencista, economista, pós-graduado em Marketing e pesquisador do comportamento humano. Autor do livro Atitudes Vencedoras.
  • Todos são Corruptos!
    • Por Otacílio Peron

      Esta foi a terrível constatação do cientista político Bolívar Lamonier, revelada há algum tempo, quando não isentou nenhum setor da sociedade.
      Nada mais atual, e verdadeira, a sua constatação. Basta lançar os olhos sobre notícias divulgadas, diariamente, pelos meios de comunicação, que coloca-nos diante de vasto painel a nos mostrar como o peculato, a prevaricação, o estelionato, a fraude, a violação de sigilo, a associação em quadrilha ou bando e tantas outras modalidades criminosas, passaram integrar a rotina da vida nacional, tornando insuficiente o acervo de delitos tipificados no Código Penal. Já indagava Ruy Barbosa:
      “De onde emana essa longa série de perversões? Do mecanismo das leis? Não senhores: da corrupção dos homens. Enquanto se não atacar essa corrupção nas suas fontes, baldadas serão todas as leis, com que nos procuremos aliviar.”
      Corrupção sempre houve, e haverá. Mas a perplexidade emana das intermináveis práticas criminosas em que estão mergulhados os integrantes dos Poderes da República, assessores, políticos, cabos eleitorais, servidores públicos, lideranças sindicais, representantes da iniciativa privada e respectivos “laranjas”.
      Os fatos se sucedem para, algum tempo depois recolherem-se aos bastidores, até caírem no esquecimento.
      O escândalo da semana será convertido em ação judicial, palco de intermináveis petições, audiências, provas, perícias, recursos, nunca se atingindo a “sentença transitada em julgado”, sem a qual o maior dos quadrilheiros continuará a gozar do benefício da inocência presumida.
      Quais as razões que nos precipitam neste pântano sem margens e sem fundo? Alguns citam a falta ou fragilidade da legislação. Outros acusam a morosidade das investigações policiais, a leniência do judiciário, e o procedimento sem objetividade do Ministério Público.
      A exigência de decisão penal definitiva, aliada ao princípio de que ninguém está obrigado a se auto-incriminar – interpretado como prerrogativa de sonegar fatos e contar mentiras – convertem-se em pretexto para que permaneçam livres, concorram a cargos eletivos (apesar da ficha suja) ou continuem no exercício do mandato notórios delinquentes, cujas práticas delituosas estão nas folhas corridas e autos de processos.
      São figuras envelopadas em ternos e gravatas de griffe, incapazes de explicar as fortunas acumuladas com reduzidos vencimentos, e geralmente com despesas com mais de uma família.
      Entendo, no entanto, que pecou o professor Lamonier, ao lançar acusações sobre todos os brasileiros, pois a maioria é vítima dos corruptos. Convivi e convivo com juízes, advogados, servidores públicos, empregados e empresários corretos e cumpridores de suas obrigações com zelo, eficiência e honestidade.
      A maioria não faz parte da velhacaria que desvia recursos públicos para contas secretas no exterior, ou para investimentos fraudulentos no país. Os avanços registrados na economia e estabilização da moeda não conseguem desviar as atenções da degringolada moral que nos assola.
      Merecemos coisa melhor. Não podemos chegar a situação de ver que pessoas de bem sentem vergonha de serem honestas. Vamos, sim, continuar fazendo nossa parte, sem perdermos a esperança.
  • Uma dica de livros para empreendedores


    • Pensando nas dificuldades de gestão no pós-crise, o consultor Ken O’Donnel lançou uma coleção de quatro livros para melhorar o gerenciamento de empresas. No primeiro deles, O Espírito do Líder – Lições para Tempos Turbulentos, ele oferece ferramentas para aumentar o desempenho de lideranças e dicas de evoluções diárias. Para quem gostar, vale a pena conferir os outros três volumes da coleção: Ser um Líder Sábio (como fazer os colaboradores sentirem que estão progredindo), Os Três Pilares da Sabedoria (sobre dificuldades em colocar atitudes em prática) e Autoconsciência (pensamentos individuais aplicados nos negócios).
      Informações:
      Título: O Espírito do Líder – Lições para Tempos Turbulentos
      Autor: Ken O’Donnel
      Número de pág.: 160
      Editora: Integrare Editora
      Este post foi escrito por Lídia dos Santos Daniel, da área de Cultura Empreendedora do Instituto Endeavor
      # Fonte: Site Pequenas Empresas Grandes Negócios
  • VALE A PENA SONEGAR? UMA QUESTÃO QUE DEVE SER PENSADA PELO EMPRESÁRIO BRASILEIRO.
    • #
      Aos que ainda questionam, ai vão algumas informações que talvez não sejam conhecidas:
      - As instituições financeiras informam mensalmente, por CPF e CNPJ, todos os débitos de lançamentos em contas correntes à Receita Federal. Além disso, quando é solicitado pelas autoridades fazendárias, os bancos entregam, independente de autorização judiciária, toda a movimentação financeira do investigado;
      - As administradoras de cartões de créditos, da mesma forma, são obrigadas a informar as compras efetuadas por seus titulares mensalmente, por CPF e CNPJ, quando os valores ultrapassam R$5.000,00 por pessoa física e R$10.000,00 por pessoa jurídica;
      - As imobiliárias, construtoras, incorporadoras e Cartórios informam sobre todas as operações de comercialização de imóveis, identificando as partes envolvidas, o valor ‘e a localização da transação, ainda que tenha havido a intermediação de terceiros.
      - Todas essas informações são auditadas pelo Fisco. Havendo divergência, uma Liz amarela acende e o órgão arrecadador abre fiscalização rigorosa e detalhada contra aquele contribuinte. Outra informação que pode ser útil àquele desavisados é que as Fazendas Estaduais e Municipais trocam constantemente informações com a Receita Federal e o INSS.
      Sonegar é crime! Omitir receita ou contabilizar despesa fictícia é crime! Importar bens por preços efetivamente não praticados é crime! E cometer um crime não é uma alternativa pra aqueles que supõem auferir vantagens financeiras com a sua prática.
      Qual seria, então, a alternativa, questionam aqueles empresários que se entediam lendo e ouvindo as informações acima? Destinar de 25 a 30% do faturamento para o esgoto da arrecadação tributária no Brasil?
      Sonegar ou recolher todos os tributos não são alternativas entre si. As alternativas que existem são: planejar ou não planejar a empresa tributariamente.
      Antes de realizar um fato gerador de uma obrigação tributária, o contribuinte deve planejar para que, sobre este fato, incida a menor carga tributária possível. Não se trata aqui de simular fatos ou atos, mas sim de realizá-los tendo o seu propósito negocial concretizado, mas de uma forma que sobre o mesmo não haja um “desperdício” tributário. Esta é uma alternativa possível, além de ser uma alternativa legal.
      O planejamento tributário eficiente exige um conhecimento profundo e atualizado de legislação. Existem ferramentas e estratégias disponíveis legalmente capazes de minimizar esse custo excessivo e o trabalho dos profissionais especializados consiste exatamente em disponibilizar o conhecimento necessário para que as empresas em ascensão não comprometam seu fluxo financeiro e sua lucratividade. Ou seja, a iniciativa de realizar um planejamento tributário é a solução mais adequada contra o “desperdício”.

      A experiência adquirida durante anos estruturando projetos de planejamento tributário para empresas de pequeno a grande porte, confirma cada vez mais a seguinte mensagem aos empresários: sonegar pode parecer economicamente interessante a principio, mas, se a estratégia realizada ilegalmente for desmascarada pelo Fisco, e existem grandes e concretas chances de isso vir a ocorrer, o prejuízo empresarial será infinitamente superior a todos os tributos pagos.
      # Fonte: Informativo Audicon - fevereiro 2010.
  • VOCÊ VALORIZA SEU TRABALHO ?
    • #

      Você já pensou no que seu trabalho representa para você ? Um meio de sustento, subsistência, algo penoso que deve ser cumprido todo dia... Existem muitas respostas que podem ser dadas mas uma coisa é verdadeira.. você nunca será feliz se não der o devido valor a seu trabalho.


      O trabalho não deve ser encarado como um fardo, algo sofrido e massacrante. Passamos a maior parte de nossas vidas trabalhando, convivendo com pessoas que muitas vezes nada a tem a ver conosco então devemos tornar nosso lado profissional interessante e alegre. Como fazer isso? Primeiramente analisando se gostamos do que fazemos, pesando na balança os pontos positivos e negativos do nosso trabalho, do lugar em que trabalhamos, lembrando que em qualquer lugar que se trabalhe existem pontos bons e ruins.


      Acredito que o ser humano não pode ser feliz atuando em algo que não goste. Esse é o primeiro ponto porém existem pessoas que só vêem o lado ruim das coisas, menosprezando o que existe de bom e desvalorizando seu local de trabalho. Pessoas assim também nunca serão felizes. É preciso enxergar a verdade e analisar se o que fazemos e aonde trabalhamos pode nos trazer ou nos traz felicidade.


      Tanto se fala em qualidade de vida mas é fundamental que a qualidade comece em nosso trabalho, afinal não é fácil acordar todos os dias e sair rumo a um martírio. Por outro lado, para ser bem sucedido é condição básica gostar do que se faz. Ninguém tem sucesso atuando em algo que odeie. Portanto pense bem se o que você está fazendo hoje é o que realmente deseja estar fazendo e se chegar à conclusão que sim então dê o melhor de si e não tenha medo de sonhar e realizar afinal você já está no caminho certo. Se você chegar à conclusão que não, faça o possível para mudar, procure o que realmente quer independente do que os outros achem ou pensem porque você está no caminho errado.
  • “É preciso entender o que motiva seus consumidores a interagir com suas marcas”
    • Fonte: Site Pequenas Empresas Grandes Negócios.

      Em entrevista exclusiva, Henry Jenkins, coordenador do programa de estudos de mídias do Massachussets Institute of Technology, afirma que o monitoramento do conteúdo espalhado na internet é uma ferramenta valiosa para as empresas

      Henry Jenkins, coordenador do programa de estudos de mídias do Massachussets Institute of Technology (MIT), é considerado o guru das novas mídias. Autor do livro Cultura da convergência (Editora Aleph), o especialista defende que as empresas precisam entender o que vai motivar os consumidores a interagir com suas marcas. “Existe a necessidades das companhias monitorarem como o conteúdo está sendo espalhado, para assim poder entender como seus consumidores querem interagir”, disse Jenkins nessa entrevista exclusiva a Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

      Estamos vivendo uma era em que todo mundo produz e compartilha conteúdo com outras pessoas por meio da internet. Isso é algo que veio para ficar ou é apenas um onda? O senhor acredita que é possível uma empresa ignorar este fato hoje em dia?

      Durante os últimos cem anos, vem ocorrendo um movimento que eu chamo de “cultura participativa”. As pessoas têm uma demanda urgente de ter a mídia em suas mãos, de se expressar por meio de sons, imagens e textos e de ser capaz de dividir o que elas fazem com os outros. Esse desejo é paralelo e conflitante com o desejo de ter acesso a um conteúdo mais aprofundado produzido por profissionais competentes, conteúdo que está largamente disponível e permite discussão por uma grande gama de pessoas.

      De tempos em tempos, esses dois desejos brigam um contra o outro, mas é um conflito falso. A cultura participativa não vai eliminar a cultura comercial. Ao contrário: os dois sistemas precisam aprender a co-existir. A internet está tornando essas tensões visíveis, mas não as criou, já que vimos estes conflitos ocorrendo em diversas mídias durante o século 20. Assim, o compartilhamento de mídia está aqui para ficar e as empresas precisam se adaptar a isso. Resumindo, neste novo ambiente, se o seu conteúdo não se espalhar, ele vai morrer. Os consumidores querem interagir com o conteúdo que você produz em vários contextos e usá-lo como matéria prima para suas conversas em diferentes comunidades.

      Se você quiser conquistar os seus consumidores, precisa desenhar o conteúdo de maneira que seja fácil difundi-lo na rede. E eu digo isso em dois sentidos. No técnico, um conteúdo que possa ser espalhado por diversas ferramentas, e no cultural, um conteúdo que atraia a participação de outras pessoas.

      Além disso, as empresas precisam monitorar como o seu conteúdo está sendo espalhado pela rede, para entender como os seus consumidores querem interagir para poder reconhecer e responder às inovações.

      Quais são os desafios que as empresas estão enfrentando em relação à cultura participativa? Que tipos de oportunidades estão abertas com esta nova cultura?

      Nesse momento, há uma série de conceitos errados que impedem que as empresas interajam de maneira significativa com seus consumidores:
      1 - As empresas acreditam que podem criar comunidades ao redor de suas marcas.
      Mas o que as empresas precisam é pensar em si como um convidado dessas comunidades, que precisa entendê-las e respeitar as práticas e normas já existentes.
      2- As empresas têm medo de perder o controle. A verdade é que elas já perderam o controle um bom tempo atrás. Os consumidores podem pegar o conteúdo produzido por elas e fazer o que quiser com ele. O desafio agora não é mais ter controle. É interagir com os consumidores de uma maneira diferente, que seja significativa e valiosa para ambas as partes.
      3 - As empresas estão procurando “conteúdo viral”. O conceito de “viral” está mal explicado, porque é baseado na metáfora de uma infecção. “Viral” segue a velha ideia de controle da mente, sugerindo que os consumidores são divulgadores subliminares das mensagens das empresas. Ao invés disso, vamos falar sobre “conteúdo espalhável”, de uma maneira que se reconheça a função de consumidores que escolhem repassar o conteúdo para algumas comunidades em específico e não outras. Então, novamente, as empresas precisam entender o que vai motivar diversos grupos de consumidores a interagir com suas marcas de novas maneiras e se tornarem promotores ativos de seus conteúdos.


      Como o comportamento das pessoas na internet tem mudado nos últimos anos? Em relação ao marketing, como as empresas podem tirar proveito dessa cultura de convergência?

      A mudança mais importante é que nos acostumamos com o mundo online. Coisas que pareciam ser estranhas uma década atrás agora fazem parte do nosso dia a dia. Nós sabemos o que queremos fazer por meio da mídia digital e a maior parte de nós faz isso diariamente.

      Muitos dos planos de negócios da era “ponto com” se basearam no comportamento das primeiras pessoas que adotaram a internet e começaram a se adaptar a ela, assumindo que isso fosse se espalhar para o resto da população rapidamente. Mas o que houve foi uma lenta transição durante os últimos 20 anos até o momento em que essas práticas se tornaram parte fundamental de nossas vidas.

      Então, o primeiro segredo que as empresas precisam entender é o estado da cultura em que estão fazendo negócios e que esse é um momento desafiador, de mudanças drásticas. Grant McCracken, membro do centro de estudos de convergência cultural do MIT, diz que as empresas precisam criar o cargo de diretor de cultura (Chief Culture Officers), que teria como função monitorar e responder às mudanças culturais. Eu concordo plenamente. As empresas precisam ter uma expertise humana, que complementa as habilidades que elas já dominam – econômicas e tecnológicas.

      O que podemos esperar como nova tendência para a internet nos próximos anos?

      A próxima grande novidade virá de lugares que nunca imaginamos antes. O que nós sabemos é o formato geral do movimento – será em torno de grande participação, de oportunidades mais diversas para participar, em volta do que eu chamo de inteligência coletiva. Basicamente, em uma sociedade conectada, estamos procurando maneiras de pensarmos juntos, dividir conhecimentos, trabalhar sobre problemas complexos de maneira colaborativa. Você pode ver o Twitter como o melhor nesse sentido: muitos pares de olhos estão monitorando o ambiente de informações, procurando por conteúdo significativo e trazendo atenção de seus amigos e seguidores. Nós podemos pensar em um processo criativo comum dessa maneira: muitos artistas criam trabalhos que podem ser divididos e alterados por outros. Todos os elementos-chave desenvolvidos na última década estão comprometidos a aumentar as oportunidades para participação significativa e maneiras colaborativas de resolver problemas.

      Qual sua opinião sobre a Web 2.0?
      A “web 2.0” é um modelo de negócios que captura e responde a muitas das mudanças que vínhamos discutindo aqui. Eu reconheço e respondo a um desejo central de dividir mídias e conhecimento com outros usuários. Infelizmente, é um modelo de negócio de mão única, que assume que uma empresa pode simplesmente capturar o valor gerado pelos seus clientes sem compensar ou se engajar significativamente. Conforme mais e mais empresas Web 2.0 aparecem, os consumidores ficam mais atentos em desafiar aqueles que os interesses corporativos prevalecem sobre os interesses da comunidade participativa. Em muitos casos, esses consumidores usam esses recursos para desenvolver suas próprias alternativas sem fins lucrativos e sem ajuda das empresas.
      As empresas vão precisar desenvolver uma compreensão mais apurada do que motiva os consumidores a participar e quais tipos de negociações precisam ocorrer entre elas e as comunidades que pretendem dialogar.

      O fato de que o acesso à internet está disponível em todo lugar pode mudar algo no comportamento dos consumidores?
      Para mim, isso significa mais do que acesso wireless gratuito, embora isso seja muito bom. O verdadeiro parque de diversões vai existir quando os tipos de tecnologia estiverem por toda a parte. Nesse momento, as informações e games estão disponíveis no meu celular, não importa onde eu esteja (embora meu telefone seja desenhado para saber exatamente onde eu estou). Eu tenho muito interesse em aplicativos que conseguem perceber o mundo ao meu redor e me dar informações em estilo de linha do tempo. Essa não é uma ideia nova: pessoas no MIT e em outros lugares já estão discutindo essa possibilidade há 20 anos. Mas, com exceção do sistema de navegação que eu tenho no meu carro, eu vejo pouquíssimos aplicativos reais com estes princípios.

      Qual é a sua inovação tecnológica preferida e por quê?
      Nesse momento, é uma disputa entre o meu Tivo [gravador de vídeos digitais] e o meu iPod. Ambos me permitem moldar a participação de mídias na minha vida refletindo meu estilo de vida 24 horas por dia e sete dias por semana. Como sou uma pessoa que está sempre na estrada, meu iPod permite trazer minhas músicas comigo e melhora o nível de conforto das minhas viagens drasticamente. Por outro lado, meu Tivo, lá em casa, permite que eu grave programas que perdi para assisti-los com minha esposa quando volto dessas viagens.
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